A Polícia Militar de São Paulo deteve os responsáveis pelas pichações nos muros do Allianz Parque, sede do Palmeiras. O vandalismo ocorreu após a goleada de 4 a 0 sofrida pelo time para o Novorizontino. A informação, apurada pela ESPN nesta quarta-feira (21), revela que o clube alviverde não apenas buscará a identificação formal dos criminosos, mas também entrará com medidas judiciais, incluindo um processo por difamação.
Vandalismo e Alvos Específicos
As manifestações de vandalismo aconteceram entre a noite e a madrugada desta quarta-feira, na Rua Palestra Itália, principal ponto de encontro dos torcedores antes das partidas no estádio. Os principais alvos das pichações foram a presidente do clube, Leila Pereira, e o técnico português Abel Ferreira. Frases como “Leila, seu negócio é roubar” e “Abel, acabou a magia?” foram registradas nos muros, junto a outras expressões como “time sem vergonha” e “SPAlmeiras”.
Ações Judiciais do Palmeiras
O Palmeiras está em contato direto com as autoridades para consolidar a identificação dos envolvidos. O clube planeja a abertura de boletins de ocorrência e a formalização de processos judiciais contra os autores das pichações. A acusação de difamação reforça a seriedade com que o Alviverde está tratando o incidente, buscando reparação pelos danos à imagem da instituição e de seus profissionais.
Muros Repintados e Próximos Desafios
A reportagem da ESPN constatou que os protestos nos muros já haviam sido cobertos com tinta verde. O incidente ocorre em um momento em que o Palmeiras enfrentou sua primeira derrota na temporada, após uma sequência de três vitórias. O time volta a campo neste sábado (24), às 18h30, na Arena Barueri, para um clássico contra o São Paulo, válido pela quinta rodada do Campeonato Paulista.

