Decisão em Campo
O árbitro Marcelo de Lima Henrique, responsável por apitar o Clássico-Rei entre Ceará e Fortaleza, que terminou em um empate sem gols pelo Campeonato Cearense, concedeu uma entrevista coletiva para explicar um lance que gerou controvérsia. A jogada em questão ocorreu no início da partida e envolveu uma disputa de bola entre Zanocelo, do Ceará, e Tomás Cardona, do Fortaleza, após uma cobrança de escanteio. Jogadores do Fortaleza pediram pênalti alegando que a bola teria tocado o braço do jogador cearense.
Análise do Árbitro
De acordo com Marcelo de Lima Henrique, a análise feita no campo de jogo foi de que não se tratava de um lance de pênalti. Ele descreveu a ação como uma disputa natural entre dois atletas, onde a bola, após resvalar no braço de Zanocelo, estava em uma posição considerada normal para a movimentação do jogador durante a disputa aérea. “É um lance até muito didático para não pânalti, porque, como vem de uma ação de disputa, a bola é disputada primeiro e ela cai repentinamente, mudando a sua direção bruscamente”, explicou o árbitro.
Posição Natural do Braço
O árbitro reforçou que a bola não vinha de uma trajetória longa e que o braço do jogador do Ceará estava em uma posição que ele considerou natural para o momento da disputa. “Não é uma bola que vem longa, então o braço está em uma posição natural para a disputa. Obviamente que há o contato, sim, mas é um lance de fácil análise para não pânalti. Mas eu entendo as argumentações”, completou Marcelo.
Próximos Passos das Equipes
Com a classificação garantida para as semifinais do Campeonato Cearense, Ceará e Fortaleza agora se preparam para os seus respectivos confrontos. O Fortaleza enfrentará o Ferroviário no sábado (14), às 16h30, no Estádio Presidente Vargas. Já o Ceará terá pela frente o Floresta no domingo (15), também às 16h, no mesmo estádio.

