A Vingança do Leão: Responsável pelo gramado do Mangueirão, ex-jogador revive vitória do Remo sobre o Flu de Rivellino
Quando falamos sobre Responsável pelo gramado do Mangueirão, ex-jogador revive vitória do Remo sobre o Flu de Rivellino, é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. A memória de uma noite memorável no futebol brasileiro transcende o tempo e, hoje, encontra eco nas palavras de Raimundo Mesquita, figura central na manutenção do palco que sediará um novo embate entre Remo e Fluminense. O atual zelador do gramado do Estádio Mangueirão, em Belém, foi um dos protagonistas da única vez em que o Leão Azul superou o Tricolor das Laranjeiras, uma façanha que aconteceu em 21 de setembro de 1975. Naquela ocasião, o Fluminense ostentava um time recheado de estrelas, incluindo campeões mundiais de 1970 como Carlos Alberto Torres, Marco Antônio e o lendário Roberto Rivellino.
Mesquita, que na época vestia a camisa do Remo, recorda com clareza a força da equipe carioca. “Era uma máquina”, descreve o ex-atacante sobre o Fluminense que pisou no gramado do antigo Estádio Baenão. No entanto, a superioridade técnica do adversário não intimidou o ímpeto azulino. A noite foi marcada pela atuação decisiva de Alcino, o “Negão Motora”, autor de dois gols que selaram a vitória do Remo por 2 a 1.
O Legado de uma Conquista Inesquecível
“Foi maravilhoso. Era quase impossível ganhar de um time daqueles, era uma máquina naquele momento”, relembra Mesquita em entrevista ao Globo Esporte. Ele destaca o poderio ofensivo do Fluminense, citando não apenas Rivellino, mas também outros craques como Roberto Pintinho e Manfrini. “Era recheado de estrelas”, complementa, evidenciando a magnitude do feito.
Apesar do calibre do elenco tricolor, Mesquita aponta um fator crucial que pode ter contribuído para a surpresa: o excesso de confiança do Fluminense. “Naquele momento, a soberba do Fluminense foi o que abateu o time. Chegaram em campo tentando ganhar sem jogar. Percebemos isso”, revela o ex-jogador. Ele enfatiza a união e a determinação da equipe paraense. “Nossa equipe era muito unida, chegou e amassou o Fluminense. Ficaram surpresos, mas nós não ficamos, porque queríamos ganhar o jogo.” Essa mentalidade vencedora, aliada ao talento em campo, forjou uma das vitórias mais emblemáticas da história do Remo contra o gigante carioca.
A trajetória de Raimundo Mesquita no futebol, embora tenha se encerrado com as chuteiras, o manteve intrinsecamente ligado ao esporte. Após pendurar as luvas, ele dedicou-se aos estudos e se formou em engenharia agronômica. Atualmente, Mesquita é o responsável pela manutenção e qualidade do gramado do Estádio Mangueirão, o maior do Pará, palco do reencontro entre Remo e Fluminense pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro 2026.
Responsável pelo gramado do Mangueirão, ex-jogador revive vitória do Remo sobre o Flu de Rivellino e inspira novo duelo
Com a proximidade do novo confronto, Mesquita não esconde a expectativa. “Eu já estou imaginando o jogo de quinta-feira. Eu fico observando no semblante dos jogadores quando eles acham o gramado bacana. Meu ego vai lá para cima”, confessa. Ele nutre a esperança de que a atual geração de jogadores do Remo encontre inspiração na histórica vitória de 1975 para conquistar os primeiros pontos na Série A do Brasileirão 2026.
O Leão Azul entra em campo contra o Tricolor das Laranjeiras às 19h desta quinta-feira, no Mangueirão. Mesquita estará presente e faz um apelo aos atletas. “Eu estou torcendo, mas tem que ter personalidade. Aconselho aos jogadores que não tenham medo. O Fluminense é bom, mas nós temos bons jogadores”, afirma. Ele também ressalta a importância do trabalho do técnico Léo Condé. “Ainda mais agora com o treinador Léo Condé, que dá uma inspiração aos jogadores, dá uma vontade maior, todos querem aparecer para mostrar serviço para o treinador.”
Este duelo promete ser mais do que um simples jogo de futebol; é um convite para reviver memórias, sentir a paixão que move as torcidas e, quem sabe, escrever um novo capítulo glorioso na rivalidade entre Remo e Fluminense. A história mostra que, com garra e união, até mesmo a “máquina” mais poderosa pode ser superada. Para aprofundar sobre outros reencontros históricos no futebol brasileiro, confira também a análise sobre o duelo entre Vasco e Palmeiras.
A partida entre Remo e Fluminense está marcada para esta quinta-feira, às 19h (de Brasília), no Estádio Mangueirão, em Belém, pela quinta rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2026. O Premiere transmitirá o confronto ao vivo para todo o Brasil, e o ge acompanhará todos os lances em tempo real. Para quem se interessa pela gestão de espaços esportivos e sua importância para o esporte, veja mais detalhes sobre a revitalização de um estádio histórico em Londres.
A atmosfera de expectativa em torno do jogo pode ser comparada à de outros confrontos que geram grande interesse. Entenda melhor a dinâmica de como um estádio pode se tornar um adversário para visitantes, analisando o retrospecto de São Januário como casa do Vasco. A busca por protagonismo no futebol é uma constante, e para jogadores que buscam retomar o bom momento, a estratégia é fundamental, como podemos observar no caso de Jardim e Pedro no Flamengo.
A rivalidade e as histórias que cercam os clubes brasileiros são ricas. Em outro contexto, a situação de jogadores em busca de novas propostas e futuro no mercado da bola é sempre um tema quente. Saiba mais sobre as propostas e o futuro de Maceió na Portuguesa.
Responsável pelo gramado do Mangueirão, ex-jogador revive vitória do Remo sobre o Flu de Rivellino: Um Olhar para o Futuro
O reencontro entre Remo e Fluminense no Mangueirão não é apenas um capítulo do Brasileirão 2026, mas uma oportunidade de honrar o passado e inspirar o futuro. A memória de 1975, guardada por quem hoje cuida do palco da partida, serve como um lembrete de que a paixão e a determinação podem superar qualquer adversidade. O gramado, impecavelmente cuidado por Mesquita, será o palco onde novos heróis poderão surgir, quem sabe, repetindo a glória de Alcino e inspirados pela resiliência de um time que soube desafiar uma “máquina”.

