Quando falamos sobre Anderson Leal provoca Alan Adler em pesagem do Jungle 147: "Não pode se intitular rei", é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. A tensão pré-luta tomou conta da pesagem oficial do Jungle Fight 147, realizada nesta sexta-feira (20 de março de 2026) no Ginásio Nelson Ferreira Lima, em Magé, no Rio de Janeiro. Em um momento de destaque, Anderson Leal provoca Alan Adler em pesagem do Jungle 147: “Não pode se intitular rei”, lançando uma provocação direta ao seu adversário na luta principal, que definirá o novo campeão peso-pena (até 66kg) da organização.
Enquanto o clima geral da pesagem foi de relativa tranquilidade, com poucas manifestações de rivalidade entre a maioria dos atletas, a encarada entre Leal e Adler se destacou. Anderson Leal, visivelmente confiante, fez referência ao personagem Luffy, de “One Piece”, ao usar um chapéu, e aproveitou a oportunidade para questionar a autoproclamação de Alan Adler como “rei da selva”.
Anderson Leal Provoca Alan Adler em Pesagem do Jungle 147: “Não Pode Se Intitular Rei”
“A preparação foi intensa, com treino pesado e dieta. Essa vitória vai ficar no Rio de Janeiro”, declarou Anderson Leal, demonstrando seu foco e determinação para o confronto de amanhã. Em resposta à declaração de Alan Adler de que lutaria para mostrar que é o “rei da selva”, Leal rebateu com sagacidade.
“Um rei não pode se intitular rei sem a selva escolher”, disparou Anderson Leal, sugerindo que a legitimidade do título de campeão deve ser conferida pela performance e pelo reconhecimento do público e dos demais competidores, e não apenas por autodeclaração. Essa troca de farpas adicionou um tempero especial à disputa pelo cinturão.
Alan Adler Busca Coroação, Mas Leal Questiona a Realeza
O evento, que será transmitido ao vivo pelo sportv3 e Combate a partir das 20h (Horário de Brasília), contará com um card de 11 lutas. As quatro primeiras também terão transmissão pelo canal do Combate no Youtube e pelo ge. Apesar do clima mais ameno em comparação com outras edições, alguns imprevistos marcaram a pesagem.
Sete lutadores excederam os limites de suas respectivas categorias, resultando em punições. Jorge Bueno e Leandro Mesquita terão 20% de suas bolsas descontadas. Sabrina de Souza e Rayra Ferreira, que ultrapassaram em cerca de 1kg, sofrerão descontos na bolsa e iniciarão suas lutas com um ponto a menos. O caso mais drástico foi o de Diogo Silva, que estourou em 1,7kg, resultando em dedução de dois pontos e corte de 20% da bolsa.
A penalidade de Diogo Silva serviu de gatilho para provocações. Seu oponente, Gabriel Talentinho, de 25 anos, enfatizou a importância da pesagem como parte fundamental da disputa. “Você já perdeu o primeiro compromisso, amanhã você vai perder de novo. Você não está acostumado a bater o peso”, disse Talentinho, antes de mencionar a importância de Anderson Leal em buscar a vitória em casa. Para aprofundar nas estratégias de lutadores do evento, confira a análise sobre a busca de Alan Adler por uma finalização rápida.
Cancelamentos e Adaptações no Card do Jungle Fight 147
O card original de 13 lutas sofreu duas baixas. A luta entre Marcos Vuvuzela e Rafael Sanson foi cancelada devido ao estouro de quase quatro quilos de Vuvuzela na categoria peso-mosca. Outro cancelamento na mesma categoria ocorreu entre Vítor Loost e Matheus Roffe, após Loost exceder em 1kg o limite e Roffe não aceitar o confronto.
Alan Adler Rodrigues, mineiro de 21 anos, chega à disputa pelo cinturão invicto em 2026 no Jungle Fight, com um cartel de 6 vitórias no MMA e faixa marrom de jiu-jítsu. Sua estratégia declarada é evitar que a luta chegue ao quinto round, buscando uma performance decisiva. Para saber mais sobre sua trajetória, leia sobre a estratégia de Alan Adler.
Anderson Leal, carioca com um cartel de 8 vitórias e 4 derrotas, retorna ao cage após uma vitória sobre Antônio Marcos. Ele aposta em sua força na luta em pé e no apoio da torcida local para emendar seu segundo triunfo consecutivo no evento. Para entender melhor a preparação de lutadores brasileiros, veja a relação de Aurelie Le Vern com o Brasil e o jiu-jítsu.
A rivalidade verbal entre Anderson Leal e Alan Adler adiciona uma camada extra de expectativa para a disputa do cinturão peso-pena. A fala de Leal, questionando a legitimidade do título de “rei” sem a validação da “selva”, promete um confronto eletrizante, onde apenas um sairá coroado e com o direito de reivindicar seu reinado.
O público pode esperar um espetáculo de luta e emoção, com Anderson Leal buscando defender seu território e Alan Adler determinado a conquistar seu lugar no topo. A atitude de Leal, que lembra a confiança de Anderson “Garça” em suas lutas, pode ser um fator decisivo.
Os pesos registrados foram:
- Peso-pena (66kg): Alan Adler Rodrigues (65,8kg) x Anderson Leal (66kg)
- Peso-leve (70,5kg): Lucas Corvo (70,2kg) x Mateus “Galudão” Silveira (69,4kg)
- Peso-casado (86kg): Uaslen Oliveira (85,2kg) x Jorge Bueno (86,3kg)*
- Peso-pena (66,5kg): Diogo Silva de Sousa (68,2kg)*** x Gabriel Talentinho (66,2 kg)
- Peso-pena (68kg): Leandro Mesquita (68,2kg )* x Ivan Santos (67,9kg)
- Peso-palha feminino (52,5kg): Sabrina de Souza (53,4kg)** x Cecília Pereira (52,4kg)
- Peso-mosca (57,5kg): Pedro Mascote (57,1kg) x Gabriel Rickson Lopes (57,5kg)
- Peso-palha feminino (52,5kg): Rayra Ferreira da Silva (53,6kg)** x Maria Eduarda Oliveira (51,6kg)
- Peso-meio-médio (77,5kg): Thales Rugal (77,1kg) x Kauã Cristian (75,2kg)
- Peso-galo (61,5kg): Michael Silva (61,5kg) x Gabriel PQD (61,4kg)
- Peso-meio-médio (77,5kg): Cauê Seraphin (77,8kg)* x Gustavo Mendes (76,7kg)
* Perdem 20% da bolsa
** Sabrina de Souza e Rayra Ferreira começam com um ponto deduzido e perdem 20% da bolsa
*** Diogo Silva começa com dois pontos deduzidos e perde 20% da bolsa
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