Auxiliar do Cusco é irmão de ex-Flamengo e não esquece Fla-Flu que caçula decidiu; veja
Quando falamos sobre Auxiliar do Cusco é irmão de ex-Flamengo e não esquece Fla-Flu que caçula decidiu; veja, é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. Às vésperas de um confronto inédito entre Flamengo e Cusco FC pela Libertadores, um nome na comissão técnica da equipe peruana carrega um elo histórico com o clube carioca. Jonathan Bottinelli, irmão do ex-jogador rubro-negro Darío Bottinelli, integra o time de auxiliares do Cusco e guarda com carinho as memórias de sua família no futebol brasileiro, especialmente um clássico marcante que o caçula da família protagonizou.
Jonathan, que se juntou ao Cusco recentemente durante a Data FIFA após a saída do técnico Miguel Rondinelli, chegou para somar ao trabalho liderado pelo uruguaio Alejandro Orfila. O ex-zagueiro, que pendurou as chuteiras em 2022, tem um currículo extenso que inclui passagens por gigantes como San Lorenzo, River Plate, Sampdoria, Universidad Católica, León, entre outros.
“Estamos muito animados com a partida que se aproxima, jogar contra o campeão da Libertadores. É uma estreia linda e esperamos estar à altura para fazer uma grande partida”, declarou Jonathan em contato com a imprensa, demonstrando a expectativa para o duelo.
A Conexão Bottinelli e o Clássico Inesquecível
Enquanto Jonathan inicia uma nova jornada no futebol peruano, seu irmão mais novo, Darío Bottinelli, deixou sua marca na história recente do Flamengo. O meia argentino atuou pelo clube entre 2011 e 2012, participando de 86 partidas, marcando oito gols e contribuindo com seis assistências. Naquela época, dividiu o vestiário com estrelas como Ronaldinho e Thiago Neves, conquistando o Campeonato Carioca de 2011.
No entanto, um momento específico ecoa com particular intensidade na memória da família Bottinelli: a decisão de um clássico Fla-Flu. Em 2011, em um jogo acirrado no Nilton Santos, o Flamengo enfrentava o Fluminense. Após o adversário abrir o placar com Rafael Sobis, o técnico Vanderlei Luxemburgo promoveu uma alteração tática, lançando Darío Bottinelli ao gramado.
A entrada do argentino foi decisiva. Aos 23 minutos do segundo tempo, em uma jogada que iniciou com cruzamento de Junior César e desvio de Thiago Neves para o gol de empate, Bottinelli demonstrou oportunismo. Pouco depois, após o Fluminense retomar a liderança com Lanzini, o camisa 18 rubro-negro selou a virada do Flamengo.
Seu primeiro gol na partida veio de uma cobrança de falta aos 41 minutos. A bola, após tocar no travessão e no goleiro Diego Cavalieri, balançou as redes. Aos 44 minutos, em uma demonstração de força e precisão, ele dominou na intermediária e soltou uma bomba de fora da área, decretando o placar final de 3 a 2 para o Flamengo.
Legado e Recordações Familiares
Jonathan Bottinelli compartilha a admiração pelo feito do irmão: “Uma memória que tenho do meu irmão é o clássico Flamengo x Fluminense, que ele entra e faz dois gols, muda a partida. Um de fora da área e um de falta. Sei por experiência própria que ele ficou bem no Flamengo, foi muito feliz com Ronaldinho e outros grandes jogadores. Tinha um bom treinador na época também. Tem as melhores memórias de toda a torcida”, relembrou.
Contratado no final de 2010 por aproximadamente 1,7 milhão de dólares, Darío Bottinelli não conseguiu se firmar como titular absoluto durante sua passagem pelo clube, enfrentando a concorrência de outros talentos e mudanças de comando técnico. Apesar disso, seu impacto em momentos cruciais, como no clássico contra o Fluminense, garantiu um lugar especial entre os torcedores.
Em 2012, o Flamengo chegou a considerar uma negociação envolvendo o jogador, mas ele optou por permanecer. No final daquele ano, a diretoria decidiu não renovar seu contrato, e em 2013, Bottinelli seguiu para o Coritiba.
Auxiliar do Cusco é irmão de ex-Flamengo e não esquece Fla-Flu que caçula decidiu; veja
A trajetória de Darío Bottinelli no Flamengo, embora breve, é marcada por momentos de brilho e uma conexão afetiva com o clube e sua torcida. A presença de seu irmão Jonathan na comissão técnica do Cusco adiciona uma camada interessante a este reencontro em campo, trazendo à tona lembranças de um passado que, para a família Bottinelli, é repleto de emoções e conquistas.
Para os torcedores flamenguistas, a partida contra o Cusco FC em 2026 não será apenas mais um jogo da Libertadores. Será uma oportunidade de reviver a rivalidade e, quem sabe, relembrar a magia de um clássico decidido por um jogador que, apesar de ter atuado por pouco tempo, deixou sua assinatura na história rubro-negra. A atmosfera da Libertadores, mesmo em cidades como Guayaquil, sempre reserva histórias singulares.
A relação de parentesco entre os irmãos Bottinelli e o esporte é um lembrete de como o futebol é um universo de conexões. Em outros contextos, o esporte também reflete dinâmicas familiares e de gestão, como a influência familiar no Barracas Central.
A performance de jogadores e técnicos em momentos decisivos é sempre um ponto de atenção. Em outras situações, a gestão de atletas e a pressão por resultados levam a decisões importantes, como a postura do São Paulo em relação à indisciplina de Arboleda.
O futebol sul-americano, palco de grandes rivalidades, também é cenário para estratégias de clubes em diferentes competições. É o caso do Vasco de Renato Gaúcho, que pode priorizar o Brasileirão.
A busca por novos talentos e a movimentação de jogadores e comissões técnicas são constantes. A atuação de treinadores em suas primeiras oportunidades, como Franclim Carvalho no Botafogo, também molda o cenário esportivo.

