Bap comemora títulos do Flamengo com ironia a rivais e desconversa sobre futuro de Filipe Luís
Presidente do clube exalta planejamento e provoca “detratores e hipócritas” após conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores.
O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, celebrou as recentes conquistas do Flamengo, o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores, com declarações enfáticas e provocativas. Em entrevista concedida no gramado do Maracanã após a vitória que garantiu o título brasileiro, Bap exaltou o planejamento do clube e direcionou suas palavras a quem ele definiu como “detratores, cretinos e hipócritas”, inclusive mencionando a “Terra da Garoa”, em alusão a São Paulo.
Planejamento e provocação aos rivais
Bap destacou que a meta do Rubro-Negro era vencer tanto o Brasileirão quanto a Libertadores, ressaltando que o planejamento foi cumprido. “Nós nos planejamos para isso. Sempre disse que a prioridade nossa era Brasileiro e Libertadores tanto que o prêmio do Brasileiro é mais do que a Libertadores. Cumprimos com o que a gente esperava. Nos planejamos exatamente para o que estamos conquistando. Estou muito feliz. Espero que a gente continue sendo campeões da porra toda. Para desespero dos detratores, dos cretinos e hipócritas, que nada sabem. Inclusive da Terra da Garoa”, declarou o presidente.
Futuro de Filipe Luís em aberto
Questionado sobre a situação de Filipe Luís, cujo contrato se encerra no final de dezembro e a renovação enfrenta impasses, Bap preferiu não se aprofundar. “Torcedor não tinha nada dois minutos atrás. Vamos comemorar, galera. Vocês não tinham porra nenhuma pouco tempo atrás. Agora somos tetracampeões da Libertadores e eneacampeões brasileiros”, respondeu, desviando do assunto e focando na celebração das conquistas.
Foco na Copa Intercontinental
Com a mente já voltada para a Copa Intercontinental no Catar, Bap expressou otimismo. O Flamengo enfrentará o Cruz Azul, do México, e, em caso de vitória, pode encarar o Pyramidis, do Egito, ou o PSG na final. “A gente não entra em nada para perder. Este ano a gente provou isso. Acho que a Copa Intercontinental é uma oportunidade de a gente mostrar para o mundo que o nosso elenco hoje é mais robusto do que no Mundial. Eu acho que a gente chega mais inteiro para a Copa Intercontinental do que a gente foi para o Mundial. Então vamos para dentro”, projetou o dirigente.

