Quando falamos sobre Rival do Palmeiras, Felipe Vizeu busca retomada no Peru e sonha reeditar trio com Vini Jr. e Paquetá, é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. O atacante Felipe Vizeu, com histórico de passagens pelo Flamengo e atualmente defendendo o Sporting Cristal, do Peru, está em busca de uma nova fase em sua carreira. O jogador, que já enfrentou o Palmeiras na atual temporada da Copa Libertadores, expressou o desejo de reviver os tempos de glória e reeditar o trio de ataque com Vinícius Júnior e Lucas Paquetá, que brilharam juntos nas categorias de base e no time principal do clube carioca. A jornada de Vizeu, marcada por altos e baixos, agora o coloca em um palco internacional, onde ele busca consolidar sua retomada e reacender a chama de seus sonhos.
Rival do Palmeiras, Felipe Vizeu busca retomada no Peru e sonha reeditar trio com Vini Jr. e Paquetá
A trajetória de Felipe Vizeu no futebol é uma montanha-russa de emoções e desafios. Revelado pelo Flamengo, o atacante rapidamente se destacou, conquistando a Copa São Paulo de Futebol Júnior e assumindo responsabilidades importantes no time principal, especialmente durante a suspensão de Paolo Guerrero por doping. Sua performance chamou a atenção, mas a carreira o levou por diversos clubes no Brasil e no exterior, até desembarcar no Sporting Cristal, do Peru. Nesta terça-feira, 4 de maio de 2026, Vizeu terá a oportunidade de encarar o Palmeiras novamente, desta vez em Lima, em um confronto crucial pela Copa Libertadores.
A primeira partida contra os paulistas resultou em uma derrota por 2 a 1 para a equipe peruana, mas o jogo em casa é visto como uma chance de ouro para o Sporting Cristal manter a liderança do Grupo F e dar um passo importante rumo às oitavas de final do torneio continental. Vizeu demonstra respeito pelo adversário, mas também confiança em seu time.
“Com o Palmeiras a gente tem que ter total respeito. É como eu falo, os jogadores que estão ali são espelhos para nós hoje em dia. É claro que às vezes eu vejo os meninos que estão na frente (Flaco e Vitor Roque), são mais jovens que eu, só que têm uma carreira brilhante, já chegaram em final de Libertadores. Às vezes os times vêm jogar contra nós por uma bola e às vezes conseguem. E por que não a gente? A gente tem que saber jogar o jogo, temos que ser experientes ali, inteligentes, ter humildade e reconhecer os adversários que estão aí pela frente”, declarou Vizeu.
A influência de Zé Ricardo e a nostalgia do trio mágico
A chegada de Zé Ricardo ao comando do Sporting Cristal trouxe um ar de familiaridade e confiança para Vizeu. O treinador, que o guiou nas categorias de base e no profissional do Flamengo, reencontrou o atacante no Peru, reforçando o bom ambiente que o jogador encontrou no clube. Essa reconexão reacende memórias de um passado promissor.
Vizeu nutre um forte desejo de reeditar o trio que formou com Vinícius Júnior e Lucas Paquetá. A sintonia entre eles era notória, marcada por gols, comemorações e até um bordão que virou marca registrada: “Vizeu tá onde?”. Essa frase, popularizada em meio a músicas de funk, ecoava nos vestiários e nas redes sociais, simbolizando a força e a união daquela geração.
“Tem um amigo que é músico compositor e usa muito isso. Hoje ele usa mais que eu, até brinco que ele “roubou” o meu bordão. Fico feliz quando as pessoas falam isso pra mim. O Gabriel quando chegou aqui, a primeira coisa que ele falou foi: ‘Vizeu tá onde? Vizeu tá aí!’”, relembrou o atacante, com um sorriso no rosto.
Entre 2016 e 2018, Vizeu viveu momentos marcantes com a camisa rubro-negra. Gols decisivos, atuações em competições continentais e uma despedida em grande estilo, com um gol logo no primeiro toque na bola, solidificaram sua importância para a equipe em momentos de pressão. Ele sente que a gratidão entre o clube e os jogadores é recíproca.
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Passagens pelo Brasil e a superação de lesões
Antes de chegar ao Peru, Felipe Vizeu acumulou experiências em diversos clubes brasileiros, incluindo Grêmio, Ceará, Atlético Goianiense, Criciúma e Remo. No Tricolor Gaúcho, teve a oportunidade de trabalhar com o experiente Renato Gaúcho e marcou gols importantes, como o que selou o acesso à Série A em 2026. Contudo, sua passagem por algumas equipes foi marcada por lesões, a mais grave delas no joelho, que o afastou dos gramados por mais de seis meses.
Apesar dos contratempos físicos, Vizeu guarda boas lembranças dessas passagens. Ele descreve Renato Gaúcho como um “paizão”, um profissional que entende a linguagem dos jogadores e sabe como motivar o grupo. A experiência no Grêmio, inclusive, foi agridoce, pois sua filha nasceu em Criciúma, cidade que guarda um lugar especial em seu coração.
“Renato é 20/10, é paizão. Para grupo, é um cara sensacional. Ele fala a língua do jogador, jogou, não é à toa, nos entende. Eu tive meus momentos felizes no Grêmio, triste por causa da minha lesão no joelho, me atrapalhou muito, estava bem. Tenho o maior respeito, carinho. Minha filha nasceu também lá, em Criciúma. Eu falo, eu tenho meu pezinho lá. A gente tem residência fixa, passei a amar mesmo. 2023 foi um ano maravilhoso, um ano em que eu fiz um dos gols do acesso, depois fiz outro gol importante contra o Botafogo no ano seguinte, contra o São Paulo também. Carinho da torcida, carinho do povo catarinense”, relatou.
Recentemente, Vizeu marcou seu primeiro gol na Libertadores pelo Sporting Cristal, na vitória sobre o Cerro Porteño. Agora, o foco se volta para o confronto contra o Palmeiras, um adversário de peso que pode definir o futuro da equipe peruana na competição. A busca por uma vaga nas oitavas de final ganha contornos ainda mais dramáticos com a possibilidade de um bom resultado em casa.
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Rival do Palmeiras, Felipe Vizeu busca retomada no Peru e sonha reeditar trio com Vini Jr. e Paquetá
A carreira de Felipe Vizeu é um testemunho de resiliência e ambição. Desde os tempos áureos no Flamengo, passando por desafios em outros clubes e a atual experiência internacional, o atacante demonstra que a vontade de vencer e de reencontrar seu melhor futebol permanece intacta. O reencontro com Vini Jr. e Paquetá, seja no Flamengo ou em outro cenário, é um sonho que ele cultiva, alimentado pela memória de um trio que encantou o Brasil e que, quem sabe, ainda pode brilhar junto novamente. A partida contra o Palmeiras é mais um capítulo nessa história, um palco para mostrar que a retomada é real e que os sonhos continuam vivos.
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