Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Oito pessoas são indiciadas por planejar ataque no UFC na Casa Branca: quem são os acusados
- Como o atentado foi planejado: grupos online, arsenal e treinamento tático
- Contexto: a escalada de ameaças contra lideranças políticas e empresariais
- Repercussão e próximos passos legais
- Perguntas Frequentes
- Qual era o plano do ataque no UFC na Casa Branca?
- Quem são os oito indiciados pelo planejamento do ataque?
- Quais são as acusações e as possíveis penas?
Pontos Principais
- Oito homens foram indiciados por conspirar para assassinar Donald Trump, JD Vance, Benjamin Netanyahu e Elon Musk durante o UFC na Casa Branca.
- O grupo acumulou armas, munições e equipamentos táticos, além de realizar treinamentos de tiro e combate.
- As acusações incluem “fornecer apoio material a terroristas” e “conspiração para cometer assassinato em território federal”, com penas que podem chegar à prisão perpétua.
- O FBI prendeu cinco suspeitos no fim de semana do evento, enquanto outros três foram detidos posteriormente.
O plano de ataque no UFC Casa Branca foi descoberto antes de se concretizar: oito pessoas foram indiciadas por um júri federal por conspirarem para assassinar o presidente Donald Trump, o vice JD Vance, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o bilionário Elon Musk durante o evento de MMA realizado em 14 de junho, na residência oficial do governo dos EUA.
De acordo com a acusação do Ministério Público dos EUA no Distrito Sul de Ohio, o grupo planejava um ataque coordenado contra “alvos de alto valor” que estariam presentes no UFC na Casa Branca. A trama foi frustrada graças a uma investigação que começou com Tycen Proper, de 19 anos, morador de Danville, Ohio, e se expandiu para outros sete suspeitos.
Oito pessoas são indiciadas por planejar ataque no UFC na Casa Branca: quem são os acusados
Os oito homens indiciados são: Abraham Alvarez, Daniel Eskridge, William Falkner, Tycen Proper, Jordan Rincker, Brian Roa, Chandler Scaggs e Michael Thomas. Desses, cinco foram presos pelo FBI durante o fim de semana do evento em Washington, enquanto os demais foram detidos em operações posteriores. Chandler Scaggs, de 21 anos, teria sido designado como um dos atiradores do ataque.
Segundo o site ‘MMA Fighting’, que publicou a reportagem original, a acusação imputa dois crimes de conspiração ao grupo: “fornecer apoio material a terroristas” — que prevê até 15 anos de prisão — e “conspiração para cometer assassinato em território do governo federal e para assassinar um funcionário do governo federal” — que pode levar à prisão perpétua.
| Nome do Acusado | Idade (quando divulgada) | Cidade/Estado | Status |
|---|---|---|---|
| Abraham Alvarez | N/D | N/D | Preso |
| Daniel Eskridge | N/D | N/D | Preso |
| William Falkner | N/D | N/D | Preso |
| Tycen Proper | 19 | Danville, Ohio | Preso |
| Jordan Rincker | N/D | N/D | Preso |
| Brian Roa | N/D | N/D | Preso |
| Chandler Scaggs | 21 | N/D | Preso (suposto atirador) |
| Michael Thomas | N/D | N/D | Preso |
Como o atentado foi planejado: grupos online, arsenal e treinamento tático
As investigações revelaram que os oito homens participavam de grupos de bate-papo e fóruns online onde discutiam o ataque e recrutavam novos membros. A acusação detalha que eles acumularam armas, munições e equipamentos táticos, além de participarem de treinamentos de tiro e combate. Os alvos específicos incluíam o presidente Trump, o vice Vance, o premier israelense Netanyahu e Elon Musk, além de “outros alvos de alto valor” presentes no evento.
O UFC na Casa Branca foi um evento histórico — a primeira vez que o Ultimate Fighting Championship realizou uma edição na residência presidencial. O combate principal da noite foi entre McGregor e Holloway, que se enfrentaram no UFC 329. Confira também os bastidores da pesagem que confirmou a luta.
A segurança do evento foi reforçada após a descoberta do complô, mas os organizadores mantiveram a programação normal. O FBI atuou em conjunto com o Serviço Secreto dos EUA para garantir a proteção dos dignitários presentes.
Contexto: a escalada de ameaças contra lideranças políticas e empresariais
O caso expõe a crescente radicalização de grupos que utilizam fóruns online para planejar atentados contra figuras públicas. Nos últimos anos, os Estados Unidos enfrentaram várias tentativas de ataques a eventos com grande exposição midiática. A prisão dos oito suspeitos representa um sucesso da inteligência americana, mas acende um alerta sobre a facilidade de recrutamento e aquisição de arsenais por extremistas.
O evento do UFC, que normalmente atrai milhões de espectadores, tornou-se um palco improvável para uma conspiração terrorista. A escolha do momento — durante a transmissão ao vivo do Combate — mostra que os acusados buscavam máximo impacto midiático. Leia mais sobre a transmissão de eventos de luta pelo Combate no Brasil.
Repercussão e próximos passos legais
Os oito indiciados aguardam julgamento em prisões federais. As audiências preliminares estão marcadas para as próximas semanas, e o caso deve tramitar na Justiça Federal de Ohio. Especialistas em segurança apontam que, se condenados pelas acusações de terrorismo, os réus podem pegar penas severas, incluindo prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
O governo Trump ainda não se pronunciou oficialmente, mas fontes próximas à Casa Branca afirmam que o presidente foi informado da trama e agradeceu às forças de segurança pela atuação. Já Elon Musk, em sua rede social X, ironizou a situação: “Parece que alguém não gostou do meu tweet sobre o UFC”.
O caso também reacende o debate sobre o controle de armas e a vigilância de grupos extremistas online. As autoridades destacam que a investigação continua e novas prisões não estão descartadas. Para aprofundar no universo dos eventos de luta, confira a cobertura do Power Slap 21.
Perguntas Frequentes
Qual era o plano do ataque no UFC na Casa Branca?
Segundo a acusação, o grupo planejava assassinar o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance, o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, o empresário Elon Musk e outros alvos de alto valor que estariam presentes no evento. Eles acumularam armas, munições e equipamentos táticos, além de realizarem treinamentos de tiro e combate. O ataque seria coordenado a partir de fóruns online, onde recrutaram membros e discutiram a logística.
Quem são os oito indiciados pelo planejamento do ataque?
Os indiciados são Abraham Alvarez, Daniel Eskridge, William Falkner, Tycen Proper, Jordan Rincker, Brian Roa, Chandler Scaggs e Michael Thomas. Tycen Proper, de 19 anos, foi o primeiro investigado; Chandler Scaggs, de 21, teria atuado como atirador. Todos foram presos pelo FBI e aguardam julgamento. As idades e cidades de origem dos demais não foram divulgadas oficialmente.
Quais são as acusações e as possíveis penas?
Os oito homens enfrentam duas acusações principais: “fornecer apoio material a terroristas” — que prevê até 15 anos de prisão — e “conspiração para cometer assassinato em território do governo federal e para assassinar um funcionário do governo federal” — que pode resultar em prisão perpétua. O caso tramita na Justiça Federal do Distrito Sul de Ohio.
Para mais informações sobre a segurança em eventos de MMA e outros detalhes da investigação, acesse a reportagem original do GE Combate.

