Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Daquele choque com LeBron ao sonho olímpico
- O impacto da mudança e os números da nova carreira
- O que esperar de Budinger em Copacabana?
- Perguntas Frequentes
- Por que Chase Budinger trocou a NBA pelo vôlei de praia?
- Qual foi a reação de LeBron James após a pancada em Budinger?
- Chase Budinger ainda sonha com uma medalha olímpica?
Pontos Principais
- Chase Budinger, ex-jogador da NBA, disputa etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia em Copacabana.
- Em entrevista explosiva, ele relembra o dia em que LeBron James o acertou tão forte que o fez voar 12 metros e ficou com dores no peito por quatro dias.
- Após apenas seis anos na nova modalidade, Budinger já se classificou para as Olimpíadas de Paris 2024 e agora sonha com Los Angeles 2028.
- O americano trocou as quadras cobertas pela areia pesada e pelo vento – e garante que a decisão foi planejada desde a adolescência.
Ex-NBA no vôlei de praia, Chase Budinger não é apenas mais um gigante de dois metros na areia de Copacabana. Ele é a prova viva de que uma transição radical entre esportes pode dar certo – e render capítulos inesquecíveis. O ex-astro do basquete, que defendeu times como Houston Rockets e Phoenix Suns, está no Rio de Janeiro para disputar a etapa carioca do Circuito Mundial, ao lado do parceiro Trevor Crabb. Mas o que realmente acendeu os holofotes foi o relato sincero sobre o momento em que levou uma pancada de LeBron James, o maior jogador da história da NBA. A cena, contada em primeira mão, tem tudo para virar lenda.
Imagine um contra-ataque fulminante. LeBron James, com 2,03 m e 113 kg, partindo em disparada rumo à cesta. Do outro lado, um jovem Chase Budinger, tentando cavar uma falta. O resultado? Um impacto que fez o ex-jogador voar por 12 metros e ficar com o peito dolorido por quatro dias. “Eu pensei: nunca mais vou fazer isso de novo”, disse Budinger, rindo, durante uma entrevista exclusiva antes do treino em uma das quadras de apoio na Praia de Copacabana. A história, que mistura humor e admiração, revela o poder do astro que recentemente trocou o Los Angeles Lakers pelo Philadelphia 76ers. Confira também: Steve Kerr revela bastidores e assume: ‘Nunca acreditei na contratação de LeBron James para os Warriors’
Budinger, que atuou por sete temporadas na NBA e se aposentou aos 28 anos em 2017, não é um ex-jogador qualquer. Ele é um atleta que ousou recomeçar. Em 2018, trocou as quadras de madeira polida pela areia movediça. E, com apenas seis anos de prática, conseguiu um feito que poucos imaginavam: classificar-se para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. A arena montada diante da Torre Eiffel foi o palco do momento mais alto de sua carreira no vôlei de praia. “Jogamos uma partida à noite, e quando apagaram as luzes, a Torre Eiffel começou a piscar. Os torcedores levantaram os celulares… foi mágico”, relembra, emocionado.
Daquele choque com LeBron ao sonho olímpico
Ex-NBA no vôlei de praia, Budinger não esconde que a pancada de LeBron foi um divisor de águas – não no sentido literal, mas na forma como enxerga o esporte. “Ele me bateu tão forte que meu corpo foi para trás e para cima, escorreguei até a cesta. Foi alucinante. Meu peito doeu por três ou quatro dias”, conta. O episódio aconteceu em um jogo da temporada regular, quando Budinger ainda defendia o Houston Rockets e LeBron vestia a camisa do Miami Heat. Apesar da dor, o respeito só aumentou. “Ele é um cara incrível, um atleta incrível. A carreira dele não tem sido nada além de espetacular”, completa.
Mas a transição para o vôlei de praia não foi fácil. Budinger enfrentou elementos que nunca havia controlado: areia pesada, vento forte, chuva, calor extremo. “Estava acostumado a quadras perfeitas em arenas modernas. Aqui, cada partida é uma batalha contra a natureza”, explica. Ainda assim, ele se adaptou. E mais: tornou-se um nome respeitado no circuito. A classificação para Paris 2024 foi o auge de um plano que vinha sendo desenhado desde a juventude. “Sempre foi meu plano, não algo aleatório. Joguei ambos os esportes quando era jovem”, revela.
Agora, no Rio, Budinger mira o próximo objetivo: os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. “O objetivo é sempre conquistar uma medalha. Sei como é difícil, cada torneio é diferente. Mas estou confiante com meu novo parceiro”, afirma. A torcida brasileira, que ele adora, pode ser um obstáculo ou um combustível. “Os torcedores brasileiros são incríveis, exceto quando você está jogando contra eles”, brinca. Veja mais detalhes: Ponte Preta x Athletic Club: Batalha pela Sobrevivência na Série B Agita Campinas
O impacto da mudança e os números da nova carreira
Para entender a magnitude da virada de Budinger, basta olhar para os números. Em sete anos na NBA, ele teve médias de 7,9 pontos, 2,9 rebotes e 1,2 assistências por jogo. No vôlei de praia, após apenas seis anos, ele já acumula vitórias em etapas do Circuito Mundial e a glória olímpica. Abaixo, uma comparação rápida entre as duas fases:
| Carreira | Tempo de Atuação | Conquista Principal | Desafio Único |
|---|---|---|---|
| NBA | 7 temporadas (2010-2017) | Participação nos playoffs | Marcar LeBron James |
| Vôlei de Praia | 6 anos (2018-presente) | Olimpíadas de Paris 2024 | Lidar com areia e vento |
A transição, no entanto, não foi um tiro no escuro. Budinger estudou as diferenças biomecânicas e táticas. “No basquete, você depende muito do salto vertical e da impulsão. No vôlei de praia, a areia exige uma força diferente, mais resistência”, explica. O resultado é um atleta híbrido, capaz de usar a visão periférica desenvolvida nas quadras para antecipar jogadas na areia. Saiba mais sobre: Juventude x Avaí: duelo decisivo na Série B ao vivo
O que esperar de Budinger em Copacabana?
A etapa do Rio acontece entre 29 de julho e 2 de agosto na arena montada em Copacabana, e Budinger promete dar show. “A energia do público brasileiro é contagiante. Mesmo torcendo contra, eles fazem o evento ser especial”, afirma. O ex-NBA no vôlei de praia também não esconde que a experiência olímpica em Paris o transformou. “Foi um dos pontos mais altos da minha vida. A jornada de classificação é dura, com altos e baixos. Chegar lá foi absolutamente incrível.”
Agora, com a confiança em alta, ele e Trevor Crabb buscam o pódio. “As expectativas são boas. Nós fizemos uma boa competição da última vez, e acredito que vai melhorar com mais experiência juntos”, projeta. Se depender da história de superação, o ex-jogador da NBA pode escrever mais um capítulo emocionante na areia carioca. Descubra também: Escalação do Vitória contra o Palmeiras vaza com mistério
Enquanto isso, Budinger continua sendo uma inspiração para quem acredita em recomeços. “O mais triste para mim é ver que a maioria dos jogadores que eu conheci já não estão mais em ação. Isso me diz que estou ficando velho”, brinca, aos 38 anos. Mas, na areia, ele parece mais jovem do que nunca. E com um sonho olímpico renovado, o ex-NBA no vôlei de praia prova que nunca é tarde para trocar a quadra pelo mar.
Perguntas Frequentes
Por que Chase Budinger trocou a NBA pelo vôlei de praia?
Budinger sempre praticou os dois esportes na juventude. Aos 28 anos, sentiu que o basquete já não era o caminho ideal e decidiu seguir um plano antigo. Ele se dedicou integralmente ao vôlei de praia a partir de 2018, adaptando-se às condições externas e conquistando vaga olímpica em apenas seis anos.
Qual foi a reação de LeBron James após a pancada em Budinger?
Budinger não menciona a reação de LeBron no momento, mas destaca que o astro sempre foi respeitoso. Em Paris 2024, os dois se reencontraram e LeBron parou para conversar quando Budinger gritou seu nome. A história da pancada é contada com bom humor e admiração pelo poder do colega.
Chase Budinger ainda sonha com uma medalha olímpica?
Sim. Após competir em Paris 2024, ele mira os Jogos de Los Angeles 2028. Budinger afirma que o objetivo é sempre conquistar medalhas e que está confiante com o novo parceiro Trevor Crabb. A experiência no Rio serve como preparação para classificação olímpica.

