Índice do Artigo
- Pontos Principais
- A reviravolta defensiva do Figueirense
- Números que impressionam: de 2 gols para 0,8
- O responsável pela transformação: a dupla Leonan e Lucas Dias
- Ainda há trabalho pela frente
- Próximo desafio contra a Ferroviária
- Perguntas Frequentes
- Qual foi a média de gols sofridos pelo Figueirense nos primeiros cinco jogos?
- Desde quando Leonan é titular no Figueirense?
- O Figueirense ainda está entre as piores defesas da Série C?
- Qual a importância do próximo jogo contra a Ferroviária?
Pontos Principais
- Figueirense reduziu média de gols sofridos de 2,0 para 0,8 por jogo nos últimos dez compromissos
- Zaga titular com Leonan e Lucas Dias é o principal motivo da melhora defensiva
- Time ainda ocupa a 13ª posição, mas sonha com vaga no G8 da Série C
- Próximo duelo, contra a Ferroviária, é decisivo para manter a arrancada
A defesa do Figueirense deu uma guinada impressionante nas últimas rodadas da Série C. Depois de sofrer uma enxurrada de gols no início do campeonato, o Alvinegro catarinense achou o equilíbrio e agora ostenta uma média de apenas 0,8 gol sofrido nos últimos dez jogos. A virada de chave tem nome: a dupla de zaga formada por Leonan e Lucas Dias, que transformou o sistema defensivo em uma muralha quase intransponível.
Sim, a defesa do Figueirense finalmente parece ter encontrado o caminho das pedras. Em nossos testes de análise tática, observamos que a equipe não apenas reduziu drasticamente os gols sofridos, mas também passou a conceder menos chances claras ao adversário. Nos dois últimos jogos, o time nem sequer foi vazado. Sinal de que o trabalho do técnico e a adaptação dos jogadores estão surtindo efeito.
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A reviravolta defensiva do Figueirense
Se você acompanhou as primeiras rodadas da Série C, deve se lembrar de um Figueirense frágil, que levava gols como se fosse a coisa mais natural do mundo. Foram cinco jogos iniciais com média de dois gols sofridos por partida – uma verdadeira hemorragia defensiva. Derrotas sonoras para Maringá (3 a 1), Anápolis (3 a 1) e Barra (3 a 0) deixaram o torcedor alvinegro desconfiado.
Mas aí veio a virada. A partir da sexta rodada, quando Leonan ganhou a vaga de titular ao lado de Lucas Dias, o sistema defensivo simplesmente se reprogramou. O time passou a sofrer menos, a se expor menos e a entregar muito mais consistência. O resultado: nos últimos dez jogos, apenas oito gols sofridos. Um desempenho de respeito para qualquer equipe da competição.
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Números que impressionam: de 2 gols para 0,8
Para entender a magnitude da melhora, basta olhar os números friamente. A tabela abaixo mostra a comparação entre os primeiros cinco jogos e os últimos dez:
| Período | Jogos | Gols sofridos | Média por jogo |
|---|---|---|---|
| Primeiros 5 jogos (1ª a 5ª rodada) | 5 | 10 | 2,0 |
| Últimos 10 jogos (6ª a 15ª rodada) | 10 | 8 | 0,8 |
| Últimos 10 jogos (excluindo goleada do Brusque) | 9 | 5 | 0,56 |
O destaque negativo fica para a goleada de 3 a 1 para o Brusque, que inflou a média. Se desconsiderarmos esse jogo atípico, a média despenca para 0,56 gol por partida – um índice digno de quem briga pelo título. E, de quebra, o Figueirense conseguiu dois jogos seguidos sem ser vazado, algo que parecia impossível no início da competição.
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O responsável pela transformação: a dupla Leonan e Lucas Dias
Não é exagero afirmar que Leonan, zagueiro de 25 anos, foi o grande responsável pela ressurreição defensiva do Figueirense. Sua estreia como titular ocorreu justamente na sexta rodada, diante do Amazonas, então líder da Série C. E, desde então, ele não saiu mais do time. Jogou todos os minutos dos últimos dez jogos e se consolidou como o parceiro ideal para o experiente Lucas Dias.
Antes de Leonan assumir a vaga, a defesa era um verdadeiro salve-se quem puder. Nos primeiros jogos, o time sofreu três gols em duas partidas diferentes. Com a dupla atual, a solidez aumentou e o número de falhas individuais caiu drasticamente. Lucas Dias, com sua liderança e experiência, encontrou em Leonan um aliado jovem e promissor, capaz de fazer a cobertura e sair jogando com qualidade.
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Ainda há trabalho pela frente
Apesar da melhora espetacular, o Figueirense ainda ocupa a 13ª posição, com 20 pontos, e está fora do G8 – a zona de classificação para a próxima fase. A defesa, embora tenha evoluído, ainda é a sétima mais vazada da Série C, com 18 gols sofridos em 15 partidas. O mesmo número do Itabaiana, que está na zona de rebaixamento.
Ou seja, a muralha está mais firme, mas precisa continuar de pé. Qualquer vacilo pode custar caro em uma competição tão equilibrada como a Série C. Nos próximos jogos, o time terá pela frente adversários diretos, como a Ferroviária, e precisará manter a consistência defensiva para somar pontos e subir na tabela.
Próximo desafio contra a Ferroviária
O duelo contra a Ferroviária, marcado para sábado, 8 de agosto, às 17h (de Brasília), no Orlando Scarpelli, promete ser um teste de fogo para a defesa alvinegra. A equipe paulista, oitava colocada com 23 pontos, tem um ataque eficiente e não vai facilitar. Para o Figueirense, a partida vale uma vaga no G8 e a chance de confirmar que a melhora defensiva não foi passageira.
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Com a confiança em alta e a defesa ajustada, o Figueirense sonha com uma arrancada histórica. Se a dupla Leonan e Lucas Dias continuar nesse ritmo, o G8 não será apenas um sonho – será questão de tempo.
Perguntas Frequentes
Qual foi a média de gols sofridos pelo Figueirense nos primeiros cinco jogos?
Nos cinco primeiros jogos da Série C, o Figueirense sofreu 10 gols, uma média de 2,0 gols por partida. Isso incluía derrotas pesadas para Maringá, Anápolis e Barra, que deixaram o time em alerta máximo.
Desde quando Leonan é titular no Figueirense?
Leonan ganhou a vaga de titular a partir da sexta rodada, na vitória por 1 a 0 sobre o Amazonas, fora de casa. Desde então, ele não perdeu mais a posição e se tornou peça fundamental na defesa, jogando todos os minutos dos últimos dez jogos.
O Figueirense ainda está entre as piores defesas da Série C?
Sim, apesar da melhora recente, o Figueirense ainda ocupa o sétimo lugar entre as defesas mais vazadas da Série C, com 18 gols sofridos. O número é o mesmo do Itabaiana, que está na zona de rebaixamento, o que mostra que o time precisa continuar evoluindo.
Qual a importância do próximo jogo contra a Ferroviária?
A partida contra a Ferroviária, no dia 8 de agosto, é decisiva para as pretensões do Figueirense. Uma vitória pode colocar o time dentro do G8 e dar ainda mais confiança para a sequência. A defesa precisará estar atenta ao ataque adversário, que tem média de gols superior.

