CEO do Fortaleza detalha processo de permanência e luta contra pressão psicológica
Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, abriu o jogo sobre os bastidores de sua permanência no clube. Em declarações recentes, o dirigente revelou que chegou a cogitar deixar o cargo, mas optou por seguir à frente do Leão, em parte, devido ao apoio da torcida e à sinalização positiva do Conselho.
Empréstimos e redução salarial: Paz demonstra comprometimento
O CEO do Fortaleza não apenas considerou sua saída, mas também revelou ter emprestado dinheiro ao clube e aceitado reduzir seu próprio salário em duas ocasiões. Essas ações demonstram um forte comprometimento com a saúde financeira e a continuidade do projeto do Tricolor de Aço.
Saúde mental em foco: a dura realidade da pressão no futebol
O ponto mais delicado abordado por Paz foi o processo psiquiátrico que enfrenta devido à intensa pressão, tanto externa quanto interna. “Todo mundo sabe que eu enfrentei um processo psiquiátrico, estou tomando remédio ainda, mas estou bem”, afirmou, ressaltando que, apesar das dificuldades, a situação está sob controle e sua família também foi afetada.
Torcida como fator decisivo para a permanência
A avaliação pessoal sobre a continuidade no cargo foi influenciada significativamente pela reação da torcida. “Conversei com muita gente, vi o próprio torcedor se colocando a favor de uma permanência”, completou Paz. A identificação e o apoio dos torcedores foram cruciais para sua decisão de seguir liderando o Fortaleza.
Trajetória e desafios futuros do Tricolor de Aço
Marcelo Paz está no Fortaleza de forma ininterrupta desde 2017, tendo ocupado diversas posições de liderança, desde diretor de futebol até presidente e, agora, CEO da Sociedade Anônima de Futebol (SAF). A reapresentação do time está marcada para 29 de dezembro, visando a temporada de 2026, que inclui o Campeonato Cearense, a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e a Série B do Campeonato Brasileiro.

