O Bahia já sabe quem terá pela frente na segunda fase prévia da Copa Libertadores da América 2026: o O’Higgins do Chile. O confronto promete esquentar a torcida, que já se prepara para duas partidas de ida e volta, com o Tricolor decidindo em casa o futuro na competição continental.
Adversário certo na segunda fase e datas definidas
O sorteio realizado recentemente colocou o O’Higgins como primeiro obstáculo do Bahia rumo à fase de grupos da Libertadores. Os jogos já têm datas e horários definidos, e o Esquadrão de Aço terá a vantagem de decidir o confronto em Salvador, algo estratégico para buscar a classificação.
Possível desafio na altitude contra The Strongest
Na eventual terceira fase, caso avante, o Bahia pode reencontrar o The Strongest da Bolívia, time que derrotou em 2025. A partida na capital boliviana promete ser dura, com a altitude de 3.637 metros do Estádio Hernando Siles pesando como um dos maiores desafios. No confronto em 2025, o Bahia voltou de La Paz com um empate em 1 a 1 mesmo tendo um jogador a mais desde cedo, e venceu por 3 a 0 no jogo de volta em Salvador.
Ranking e condição de visitante na decisão
O Bahia possui o ranking mais baixo entre os possíveis adversários na terceira fase: está em 63º, atrás de The Strongest (41º), Deportivo Táchira da Venezuela (50º) e Tolima da Colômbia (57º). Isso significa que, caso chegue a essa fase, o Tricolor vai decidir sempre fora de casa, um fator extra de dificuldade para o time comandado por Rogério Ceni.
Formato da competição e histórico do Bahia na Libertadores
As fases preliminares da Libertadores contam com três etapas até a definição dos últimos classificados para a fase de grupos. Nessa edição, 19 clubes disputam essas fases: seis iniciam na primeira, onde três avançam para a segunda fase juntando-se a outros 13 times, entre eles o Bahia. Cada fase é disputada em duas partidas, ida e volta, sem o critério do gol fora de casa. Empates no agregado levam a decisão para os pênaltis.
O Bahia disputará sua quinta edição da Libertadores, sendo o primeiro representante brasileiro na competição desde 1960. Além de 1960, competiu em 1963, 1989 e 2025. Na última participação, também sob comando de Rogério Ceni, o Esquadrão avançou da primeira fase prévia, mas foi eliminado na fase de grupos.

