Brasileiros se destacam em torneio de 32 clubes
A Copa do Mundo de Clubes de 2025, realizada nos Estados Unidos com um formato expandido para 32 equipes, foi palco de grandes emoções e surpresas. Os clubes brasileiros mostraram força e conquistaram a torcida local. O Palmeiras liderou o Grupo A, superando o Porto e o Inter Miami de Lionel Messi. Nas oitavas de final, o time paulista enfrentou o Botafogo, que protagonizou uma das maiores zebras ao eliminar o Paris Saint-Germain, atual campeão da Champions League, na fase de grupos. Apesar da derrota para o Palmeiras por 1 a 0, o Botafogo vendeu caro a eliminação nas quartas de final para o campeão Chelsea.
Flamengo e Fluminense avançam, mas param em gigantes europeus
O Flamengo terminou a fase de grupos como líder invicto do Grupo D, com uma vitória expressiva de virada sobre o Chelsea por 3 a 1. Contudo, o sonho do título parou nas oitavas de final, com uma derrota por 4 a 2 para o Bayern de Munique. Já o Fluminense, após uma fase de grupos modesta, embalou nas oitavas ao vencer a Inter de Milão por 2 a 0 e eliminou o Al-Hilal nas quartas. A jornada tricolor foi interrompida na semifinal, onde o Chelsea levou a melhor com uma vitória por 2 a 0, com dois gols do atacante João Pedro.
PSG favorito esbarra no Chelsea em final surpreendente
O Paris Saint-Germain, comandado por Luis Enrique e com um elenco recheado de estrelas, chegou aos Estados Unidos como o grande favorito ao título, ostentando títulos nacionais e continentais. A equipe francesa impressionou ao golear o Atlético de Madrid na estreia. Apesar de uma derrota histórica para o Botafogo, o PSG se recuperou, liderou seu grupo e avançou com vitórias sobre Inter Miami, Bayern de Munique e um categórico triunfo sobre o Real Madrid na semifinal. No entanto, a grande final reservou uma surpresa: o Chelsea, que não era apontado como um dos principais candidatos, apresentou uma estratégia impecável sob o comando de Enzo Maresca e conquistou o título ao vencer o PSG por 3 a 0.
Calor, calendário apertado e polêmicas marcam o torneio
A realização da Copa do Mundo de Clubes em junho e julho nos Estados Unidos gerou críticas devido ao forte calor, que impactou o desempenho dos atletas e levou a paralisações em seis partidas por alertas de clima severo. Além disso, o calendário futebolístico já sobrecarregado foi um ponto de reclamação entre jogadores, clubes e entidades. A presença do ex-presidente Donald Trump na cerimônia de premiação e sua interação com os jogadores do Chelsea também geraram desconforto e adicionaram mais um elemento de debate sobre o futuro e o formato do torneio, especialmente às vésperas da Copa do Mundo de seleções em 2026.

