Um sonho de infância a um passo de se tornar realidade
A frase “Nem nos meus maiores sonhos” ecoa a emoção de Philippe Coutinho ao revisitar o Vasco da Gama há um ano e meio. Na época, o meia definia assim a sensação de retornar ao clube que o formou, sendo apresentado em um São Januário lotado. O desejo explícito era claro: retribuir o carinho da torcida com um título. Hoje, essa história está mais perto do que nunca de ter um final feliz.
A temporada de redenção e protagonismo
A motivação para alcançar o objetivo de 2025 impulsionou o “Pequeno Mágico” a atingir seu maior número de jogos em uma única temporada na carreira justamente na véspera da final da Copa do Brasil. Superando problemas físicos, Coutinho se consolidou como a principal referência técnica da equipe, somando impressionantes 54 partidas, 11 gols e cinco assistências até o momento. A final contra o Corinthians representa a oportunidade de ouro para o camisa 10.
Da timidez à liderança: a jornada de um craque
De um jovem promissor no futsal, que sonhava apenas em atuar em São Januário, Coutinho se transformou em um líder técnico e protagonista em campo. A apenas dois jogos de recolocar o Vasco no topo do futebol nacional, o meia carrega a experiência de quem já viveu o ápice em outras competições. Sua última decisão importante foi a final da Liga dos Campeões em 2019/2020, quando entrou em campo pelo Bayern de Munique na vitória sobre o Paris Saint-Germain.
Um reencontro com as finais e a torcida
Apesar da experiência internacional, a única final de mata-mata disputada por Coutinho com a camisa do Vasco foi a Taça Guanabara de 2010, que terminou com derrota para o Botafogo. Lançado em 2009, o jogador conquistou a Série B antes de se transferir para a Europa. Agora, o destino o coloca novamente em uma decisão nacional, desta vez em casa, no Maracanã, com a torcida vascaína em peso. O primeiro capítulo dessa história será nesta quarta-feira, na Neo Química Arena, contra o Corinthians.

