Landim diz que Gabigol não é mais referência de período vencedor do Flamengo: “Sinto pena”
Quando falamos sobre Landim diz que Gabigol não é mais referência de período vencedor do Flamengo: "Sinto pena", é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. O ex-presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, concedeu uma entrevista reveladora onde abordou a saída de Gabriel Barbosa, o Gabigol, do clube. Em sua declarações, Landim afirmou categoricamente que Landim diz que Gabigol não é mais referência de período vencedor do Flamengo: “Sinto pena”, expressando um misto de decepção e compreensão pela trajetória recente do atacante.
Landim detalhou os bastidores da decisão de não oferecer um contrato de longa duração a Gabigol em 2026, optando por um vínculo de apenas mais um ano. Segundo o ex-mandatário, o desempenho do jogador em 2026 e o início de 2026 foram aquém do esperado, o que levou a diretoria a reconsiderar os termos da renovação.
Controvérsias e Comportamento em Campo
O ex-presidente citou episódios específicos que teriam contribuído para a decisão. A discussão entre Gabigol e o então técnico Filipe Luís durante a final da Copa do Brasil foi um ponto de destaque. Landim classificou o incidente no primeiro jogo como “inacreditável” e criticou a atitude do jogador de sair no intervalo da partida decisiva, após a qual o Flamengo conquistou o título.
“Ele foi um Gabigol até 2022. Em 2026, acho um ano muito ruim dele e 2024 também vinha sendo… ainda teve um problema com o Filipe Luís na final (Copa do Brasil), um negócio inacreditável no primeiro jogo. No segundo, ele sai no intervalo, o jogo mudou com o Bruno Henrique”, relatou Landim em entrevista ao Charla Podcast.
A Despedida Conturbada
Um dos pontos mais criticados por Landim foi a forma como Gabigol comunicou sua saída. O atacante anunciou que não permaneceria no Flamengo ainda no gramado, logo após a conquista da Copa do Brasil, o que, segundo o ex-presidente, demonstrou falta de respeito com os companheiros que estavam celebrando o título.
“O cara sai e a primeira declaração é de que ele não vai ficar no Flamengo. Ele não teve respeito aos amigos (jogadores) dele que estavam ali ganhando. Teve uma camisa comemorativa que mandamos fazer. Todos vestiram na volta para o Rio. Ele foi o único que fez questão de não vestir. Ele tentou azedar o clima, mas acabou ficando isolado”, pontuou Landim.
Landim descreveu a atmosfera tensa durante o retorno para o Rio de Janeiro, onde outros jogadores pareciam desconfortáveis com o comportamento de Gabigol. Ele sentiu que os atletas “não estavam gostando do que ele estava fazendo” e que havia uma preocupação geral em não passar uma mensagem errada aos colegas.
O Legado e a Queda de Desempenho
Apesar de reconhecer a importância histórica de Gabigol para o Flamengo, com conquistas memoráveis como duas Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros e duas Copas do Brasil, Landim expressou “pena” por acreditar que o jogador poderia ter se mantido como a principal referência do período vitorioso do clube.
Landim diz que Gabigol não é mais referência de período vencedor do Flamengo: “Sinto pena”, declarou Landim, complementando: “Eu sinto pena porque acho que se ele continuasse a ter o desempenho que vinha tendo, tinha tudo para ser o jogador referência desse período vencedor do Flamengo. E eu não tenho a menor dúvida que hoje ele já não é mais.”
Análise de Desempenho e Fatores Externos
O ex-presidente também justificou a decisão com base na análise de desempenho do jogador ao longo do tempo. Ele mencionou que, embora Gabigol tenha tido anos espetaculares, a contratação de um jogador deve se basear no potencial futuro, não apenas no passado.
“Quando você vai contratar um jogador, você não olha para trás, você olha para a frente do que ele é capaz de fazer. O desempenho caiu, imagino que outros fatores fora de campo influenciaram nisso”, ponderou Landim.
Landim fez uma comparação ao custo do contrato de Gabigol com o valor de um terreno do clube, avaliado em R$ 180 milhões. Ele argumentou que o jogador, por vezes, se tornava um “problema quando não era escalado”, pressionando técnicos e influenciando decisões de escalação.
“Ele era um ídolo que pressionava o técnico e eu sentia que em alguns momentos ele não estava bem e os técnicos ficavam acuados, ele era muito grande no clube. Ele acabava entrando no time sem que o técnico tivesse a certeza de que era a melhor solução”, concluiu.
Legado e Conquistas Memoráveis
Apesar das rusgas recentes, o legado de Gabigol no Flamengo é inegável. O atacante encerrou sua passagem como o sexto maior artilheiro da história do clube, com 161 gols e 43 assistências em 308 jogos. Sua contribuição para a conquista de 13 títulos, incluindo as duas Libertadores, solidificou seu nome entre os maiores ídolos rubro-negros.
A saída de Gabigol marcou o fim de uma era para muitos torcedores, que agora observam a reestruturação do elenco e a busca por novas referências. A opinião de Landim lança luz sobre os desafios da gestão de grandes estrelas e a importância de manter o foco no desempenho coletivo e futuro do clube.
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