Capacidade limitada e desafios estruturais no Mundial de Clubes de Vôlei no Pacaembu destacam evento na capital
O Campeonato Mundial de Clubes de Vôlei, realizado no ginásio da Arena Mercado Livre Pacaembu, enfrenta questões de capacidade e infraestrutura. Ao contrário das edições anteriores que ocorreram em locais como Turquia e China, com capacidade para até 10 mil torcedores, o Pacaembu acomoda pouco mais de 2 mil pessoas.
Além da capacidade, outro desafio enfrentado é a ausência de ar condicionado no ginásio, uma preocupação em pleno mês de dezembro em São Paulo, quando as temperaturas costumam ser elevadas. Para minimizar o desconforto, climatizadores portáteis foram instalados para amenizar o calor.
Segundo a organização do evento, a desistência da China em sediar a competição abriu oportunidade para São Paulo receber o torneio. A cidade foi escolhida após um contato entre a FIVB e a secretaria municipal de esportes, ainda conforme informações do g1.
Público reduzido mas próximo dos atletas
Os torcedores que conseguiram ingressos comemoram a proximidade com as atletas, como mencionado por Gabi Guimarães, capitã da seleção brasileira. Ela destacou que a atmosfera do ginásio permite uma interação única, onde jogadores podem ouvir claramente os gritos e incentivos da torcida.
Processo para escolha do local ainda gera debate
A alternativa de realizar o evento no Pacaembu surgiu após descartada a possibilidade de uso dos ginásios do Ibirapuera e do Corinthians, que já tinham eventos agendados. Rogério Lins, secretário municipal de esportes, destacou que a escolha visou conciliar logística e exigências técnicas, prevendo para o futuro um local mais adequado.
Perspectivas para o futuro do evento em São Paulo
Rogério Lins comentou sobre o interesse da cidade em manter o Mundial. Ele afirmou que a intenção é garantir uma arena maior no próximo ano, para que o evento traga as principais jogadoras de voleibol do mundo em um espaço mais apropriado.

