Indivíduos Responsáveis Pelas Pichações à Sede Social do Palmeiras são Identificados
A Polícia Civil do Estado de São Paulo identificou os quatro indivíduos que picharam os muros da sede social do Palmeiras após a goleada sofrida pela equipe na última terça-feira. O clube registrou um Boletim de Ocorrência para a apuração do caso, e a polícia, após investigação, apontou como infratores Paulo Sérgio Goes De Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho.
Palmeiras e Presidente Leila Pereira Entrarão com Processos Judiciais
O Palmeiras informou que irá processar os quatro identificados pelo crime de “Pichar, grafitar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano”. Além disso, a presidente Leila Pereira também anunciou que acionará judicialmente os envolvidos por calúnia e difamação, em resposta a uma das pichações que dizia: “Leila, seu negócio é roubar”.
Mensagens Ofensivas e Histórico de um dos Envolvidos
Além da mensagem direcionada à presidente, outras pichações foram registradas, como “Abel, acabou a magia? 2025 de novo” e “Cadê o planejamento? Time sem vergonha. SPAlmeiras”. Deivison Correia Carvalho, um dos indivíduos identificados, possui um histórico de envolvimento em brigas de torcidas organizadas, segundo informações policiais.
Vandalismo Ocorre Após Goleada Histórica Negativa
O ato de vandalismo contra o clube ocorreu em um momento de insatisfação da torcida após o Palmeiras sofrer uma derrota por quatro gols de diferença, algo que não acontecia há quase 11 anos. A última vez que o time paulista havia sido goleado dessa forma foi contra a Chapecoense, em 4 de outubro de 2015, quando perdeu por 5 a 1.

