Cartão errado, pênalti e cera: veja as polêmicas que revoltaram o Fluminense contra La Guaira
Quando falamos sobre Cartão errado, pênalti e cera: veja as polêmicas que revoltaram o Fluminense contra La Guaira, é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. O Fluminense expressou forte insatisfação com as decisões da arbitragem do árbitro José Javier Burgos, especialmente após o empate em 0 a 0 contra o Deportivo La Guaira, na estreia da fase de grupos da Conmebol Libertadores 2026. Jogadores como John Kennedy e Samuel Xavier foram vocais nas críticas, apontando lances que, em sua visão, prejudicaram o Tricolor Carioca. O ge detalha os momentos cruciais que geraram a revolta.
O Pênalti Ignorado e a Falta de Identificação que Custou Caro
Um dos principais focos de reclamação surgiu aos sete minutos do segundo tempo. Em uma jogada que poderia ter mudado o rumo da partida, Lucho Acosta serviu Savarino, que cruzou para Canobbio. A bola, ao tentar ser cortada por um defensor do La Guaira, explodiu no cotovelo do jogador. A situação exigiu intervenção do VAR, mas, para a surpresa e frustração do Fluminense, a decisão foi de seguir com o jogo.
John Kennedy, em entrevista na zona mista, não escondeu sua decepção: “Teve um pênalti claro também, mas contra o Fluminense é sempre assim. Não dá para voltar atrás.” A sensação de injustiça pairou sobre o time.
A Falha na Identificação do Cartão Amarelo
Ainda mais controversa foi a situação aos 23 minutos do segundo tempo. Rodrigo Castillo, em arrancada promissora, sofreu uma falta clara do zagueiro Osio, que já possuía um cartão amarelo. No entanto, o árbitro cometeu um grave erro de identificação ao punir Rivero, que estava próximo à jogada, mas não era o infrator. A intervenção do VAR falhou em corrigir o equívoco, que poderia ter resultado na expulsão de um jogador do Deportivo La Guaira, deixando a equipe com dez em campo.
John Kennedy também aproveitou para relembrar o primeiro cartão amarelo recebido por Osio, aos 14 minutos. Segundo o camisa 9, a entrada do zagueiro foi “acima do tornozelo”, configurando uma agressão que, a seu ver, deveria ter resultado em cartão vermelho direto. “Eu não percebi porque dentro do jogo é mais difícil, mas acho que no primeiro cartão já era para ser vermelho, foi acima do tornozelo”, desabafou.
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O Tempo de Acréscimo e a Percepção de Favorecimento
Samuel Xavier endossou as críticas, direcionando sua atenção para a condução geral da partida e, em particular, para o tempo de acréscimo concedido. O lateral expressou sua frustração com os cinco minutos adicionados, especialmente em um momento em que o Fluminense demonstrava maior domínio e buscava a vitória.
“Parece que é muito fácil, mas a gente sabe aqui dentro como funciona. E também o árbitro não cooperou hoje. Eu falei pra ele que ele favoreceu, a equipe deles caía toda hora, o cara caiu fora de campo, voltou pra dentro de campo, sentiu a cãibra fora, levantou e caiu pra dentro de campo e ele me dá cinco minutos de acréscimos.”
Apesar das polêmicas, Xavier ressaltou a necessidade de o time estar preparado para os desafios da Libertadores: “Mas Libertadores a gente sabe que é muito complicado. Agora é descansar, temos um clássico que precisamos vencer.”
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O Cenário do Grupo C na Libertadores
Com o resultado, o Fluminense inicia sua trajetória na fase de grupos da Libertadores na segunda colocação do Grupo C, somando um ponto. O Deportivo La Guaira figura em terceiro. A liderança provisória é do Independiente Rivadavia, que venceu o Bolívar por 1 a 0.
O Tricolor Carioca já volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro, com um clássico contra o Flamengo no sábado, às 18h30 (de Brasília), no Maracanã, pela 10ª rodada. Pela Libertadores, o próximo compromisso será contra o Independiente Rivadavia, no dia 15, também no Maracanã, às 21h30.
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