A torcida do Flamengo vive um misto de expectativa e euforia com o iminente retorno de Lucas Paquetá. Após o clube encaminhar a contratação do meia junto ao West Ham, torcedores reunidos no Maracanã para o clássico contra o Fluminense demonstraram empolgação e já idealizam o time ideal com o reforço.
Paquetá é visto como peça-chave para a conquista de títulos
A crença geral entre os rubro-negros é que a chegada de Paquetá elevará o patamar da equipe. “Vai mudar o patamar, é tudo nosso depois que ele chegar. Vamos ganhar tudo”, afirmou Márcio Alves. A opinião é compartilhada por muitos, que veem no meia a peça que faltava para consolidar um elenco já considerado estelar.
Debates sobre a melhor posição em campo
A principal dúvida entre os torcedores gira em torno de onde Lucas Paquetá seria mais eficaz. As sugestões variam desde atuações mais recuadas, armando o jogo ao lado de Pulgar e Jorginho, até posições mais avançadas, próximas a Arrascaeta. “Eu acho que ele entra mais atrás, não entra na frente, não. Vai começar armando o jogo”, disse Márcio Alves. Outros, como André Felipe e João Felipe, sugerem que ele atue mais avançado, quem sabe na ponta direita ou como um substituto para Luiz Araújo ou Sála Plata.
Arrascaeta é unanimidade: titular absoluto
A presença de Giorgian De Arrascaeta no time titular é um consenso inegociável para a maioria dos flamenguistas. A discussão é sobre como encaixar Paquetá sem prejudicar o uruguaio. “Arrasca é nosso ídolo”, brincou André Felipe, enquanto Leonardo Cardoso foi enfático: “o Arrascaeta é o único que ele não pode tirar de jeito nenhum. Flamengo sem Arrascaeta não é Flamengo”.
Expectativa de um time imbatível
A formação ideal proposta por Rodrigo Jeferson é um exemplo da confiança depositada no elenco com Paquetá: “Na volância é Pulgar e Jorginho; no meio Arrascaeta e Paquetá; e na frente Pedro e Bruno Henrique. Para mim, o time é esse. Acabou para todo mundo.” O cantor Leo Jaime também expressou seu desejo: “O que faltava para o nosso time era o Paquetá.” A negociação, que envolve um valor fixo de 41,25 milhões de euros (R$ 255,9 milhões), está agora na fase de discussão sobre a forma de pagamento, com o presidente Rodolfo Landim já confirmando o acordo como próximo.

