Vasco sofre com atuações abaixo da média na final da Copa do Brasil
A derrota do Vasco para o Corinthians na final da Copa do Brasil, por 2 a 1 no Maracanã, deixou um sabor amargo para a torcida. Além do placar, as atuações individuais de alguns jogadores foram apontadas como pontos fracos na partida decisiva. Entre os mais criticados, destacam-se o zagueiro Carlos Cuesta, o goleiro Léo Jardim e o lateral Puma Rodríguez, cujas performances foram consideradas abaixo do esperado.
Cuesta e Léo Jardim: falhas individuais custaram caro
Carlos Cuesta teve uma atuação apagada. O zagueiro colombiano foi apontado como um dos principais responsáveis pelas falhas defensivas, especialmente no primeiro gol do Corinthians, onde se mostrou distante de Yuri Alberto, permitindo que o atacante entrasse livre na área. No segundo gol, Cuesta também chegou atrasado em Memphis. A força física de Yuri Alberto foi um desafio constante, e o defensor do Vasco levou a pior em diversos duelos individuais.
Léo Jardim, o goleiro vascaíno, também cometeu equívocos cruciais. Em lances de bola longa, sua hesitação em sair do gol foi notada, especialmente no primeiro gol do Corinthians. Embora não tenha culpa direta no segundo gol, suas intervenções poderiam ter evitado o perigo em outras ocasiões.
Puma Rodríguez e Barros: erros em momentos chave
Improvisado na lateral esquerda, Puma Rodríguez teve uma atuação correta até o segundo gol do Corinthians. No entanto, um lance específico em que tentou um drible no campo de ataque e foi desarmado por Martínez resultou na jogada que culminou no gol de Depay, sendo este um momento decisivo da partida. Já Barros, que vinha realizando uma boa partida e contribuindo para o ataque, acabou marcado por ter sido a vítima de um drible de Breno Bidon no segundo gol do adversário. Sua tentativa de bote precipitado abriu espaço para o time corintiano.
Outras atuações e o trabalho de Fernando Diniz
Outros jogadores como Paulo Henrique e Andréz Gómez tiveram momentos de destaque, com o lateral sendo uma boa válvula de escape no ataque e o atacante se mostrando incisivo e criando chances, inclusive com uma assistência para o gol de Nuno Moreira. Philippe Coutinho, por sua vez, entregou uma atuação correta, mas sem o brilho esperado para um jogador de seu calibre em uma final. Vegetti, ao entrar em campo, foi bem marcado e teve pouca participação. Nuno Moreira marcou o gol de empate, mas não foi o suficiente para a virada. Fernando Diniz, o técnico, apesar da derrota, foi elogiado por ter levado o time à final, com a impressão de ter feito o que era possível dentro das circunstâncias.

