Coutinho Lidera Renascença e Notas Altas
Philippe Coutinho, apesar de um início de temporada discreto, tornou-se peça fundamental no Vasco sob o comando de Fernando Diniz. O meia exibiu regularidade, alcançando uma média de 5,68 em 30 partidas e, crucialmente, manteve-se livre de lesões, um contraste com o ano anterior. Sua performance atingiu o ápice na goleada histórica de 6 a 0 contra o Santos, onde recebeu a nota máxima de 9, sendo decisivo também em vitórias contra São Paulo, Fluminense e Bahia.
Carlos Cuesta: O Pilar da Nova Defesa
A chegada do zagueiro colombiano Carlos Cuesta representou uma reviravolta para o sistema defensivo do Vasco. Em um setor que antes sofria com a falta de entrosamento, Cuesta rapidamente formou uma dupla sólida com Robert Renan. Essa parceria foi vital na arrancada do time, que conquistou quatro vitórias consecutivas, impulsionando o Vasco na tabela. Apesar de uma queda de rendimento coletiva no final da temporada, que afetou sua média final de 5,88 em 13 jogos, Cuesta se consolidou como um dos pilares da equipe.
Outros Destaques e Desempenhos Regulares
Andrés Gómez, reforço de meio de temporada, demonstrou potencial com boas atuações contra Bragantino, Fluminense e Internacional, terminando com média de 5,70. Nuno Moreira iniciou o Brasileirão de forma promissora, mantendo uma média de 5,80 até agosto, mas seu desempenho caiu nos últimos meses, impactando sua média final para 5,46. O goleiro Léo Jardim, embora não tenha repetido o nível de 2024 (média de 5,44), teve uma atuação memorável contra o Fortaleza, recebendo nota 9. Outros jogadores como Barros (5,47), Robert Renan (5,37) e Paulo Henrique (5,36) também apresentaram médias satisfatórias.
As Decepções da Temporada
Mateus Carvalho, que se destacou em 2024, sofreu uma queda drástica de rendimento em 2025, com sua média despencando de 5,25 para 4,13. Falhas pontuais e atuações apagadas, especialmente vindo do banco, marcaram sua temporada. Matheus França, contratado no meio do ano, não conseguiu corresponder às expectativas. Com poucas oportunidades como titular e atuações questionáveis, muitas vezes improvisado, o meia foi alvo de vaias e críticas. João Victor, por sua vez, apresentou um desempenho inferior ao do ano anterior, sendo um dos mais criticados pela torcida. Sua saída para o CSKA, da Rússia, ocorreu sem deixar saudades, após partidas marcadas por falhas importantes. Jogadores como Victor Luís, Alex Teixeira, Paulinho, Garré, Loide Augusto e Oliveira também registraram médias abaixo de 4,5, indicando temporadas decepcionantes.

