Vasco busca manter embalo contra Mirassol com atenção especial às bolas aéreas
Após uma vitória expressiva de 5 a 1 sobre o Internacional, o Vasco da Gama chega para o confronto contra o Mirassol com um novo ânimo, especialmente às vésperas das semifinais da Copa do Brasil. O jogo promete ser uma disputa interessante, com o jogo aéreo se destacando como um potencial diferencial. Enquanto o Vasco tem demonstrado eficiência tanto em jogadas aéreas quanto em trocas de passes rasteiras, o Mirassol tem sofrido gols significativamente através de bolas alçadas na área. Dos últimos dez gols sofridos pelo Mirassol, sete foram originados de jogadas aéreas, um ponto fraco que o Vasco pode explorar.
Desempenhos contrastantes em casa e fora
O Vasco apresenta um desempenho modesto como mandante no segundo turno do Brasileirão, ocupando a 11ª posição com 54% de aproveitamento. Apesar de ter o terceiro melhor ataque em casa, com uma média de 2,25 gols por partida, a defesa tem sido um ponto de preocupação, sendo a segunda pior entre os mandantes, com 1,75 gols sofridos. Em contrapartida, o Mirassol tem um bom retrospecto como visitante, com o quarto melhor desempenho, somando 42% dos pontos disputados. A equipe paulista possui o terceiro pior ataque fora de casa, com uma média de apenas 0,63 gols, mas compensa com a quinta melhor defesa, sofrendo em média 1,13 gols.
Eficiência ofensiva e finalizações: um duelo de estilos
O confronto tático entre Vasco e Mirassol se acentua nas estatísticas ofensivas e de finalização no segundo turno. O Mirassol se destaca por ser a terceira equipe que mais finaliza (14,3 por jogo), porém sua eficiência é a nona melhor, convertendo um gol a cada 9,7 tentativas. O Vasco, por outro lado, finaliza menos (11,2 por jogo), mas demonstra uma eficiência notável, marcando um gol a cada 5,8 tentativas. Essa diferença de estilos pode gerar um jogo com muitas oportunidades de finalização, especialmente considerando que o Vasco é o terceiro mandante que mais permite chutes de seus adversários, e o Mirassol, apesar de atacar menos, tem a maior produtividade ofensiva como visitante, mas com a pior eficiência.
Palpite: jogo aéreo e ataque vascaíno como chaves para a vitória
Considerando a forte tendência do Mirassol em sofrer gols por jogadas aéreas e a eficiência do Vasco nesse quesito, além da capacidade do Cruzmaltino de converter suas finalizações, o jogo aéreo surge como um fator crucial. O Vasco tem a seu favor o ímpeto de reencontrar a boa forma após a goleada contra o Internacional e a vantagem de jogar em casa. A aposta recai sobre a capacidade do time carioca de capitalizar suas oportunidades, especialmente através de bolas alçadas na área, para sair com os três pontos diante de um Mirassol que, apesar de resiliente fora de casa, demonstra fragilidades defensivas específicas.

