Índice do Artigo
- Pontos Principais
- O jogo: 90 minutos de domínio absoluto
- Artilheira e craque: os destaques individuais
- Contexto: o domínio da Portuguesa no Amapá
- O impacto da conquista para o futebol feminino na região
- Números e comparações: a campanha do bicampeão
- E agora? Os desafios no Brasileirão
- Perguntas Frequentes
- Qual foi o placar da final do Amapazão Feminino 2026?
- Quem foi a artilheira e a craque do campeonato?
- Como a conquista impacta a participação da Portuguesa em competições nacionais?
Pontos Principais
- A Portuguesa venceu o Combatente por 5 a 0 na final do Amapazão Feminino 2026, conquistando o bicampeonato.
- Juh Lourenço foi a artilheira da competição com 9 gols, e Thauana Abacaxi eleita a craque.
- Com o título, a equipe segue viva no Brasileirão Feminino Série A3, com quartas de final em agosto.
- A goleada foi construída com cinco gols, três deles após escanteios de Samira.
O bicampeonato Amapazão Feminino já tem dona: a Portuguesa. Em uma final que mais parecia uma declaração de poder, o time verde e vermelho não tomou conhecimento do Combatente e aplicou uma sonora goleada por 5 a 0, na tarde deste domingo (13), no estádio Zerão. O placar é enganoso para quem não viu o jogo — na verdade, foi um massacre desde o primeiro minuto. A torcida que lotou as arquibancadas explodiu em festa: a Lusa não é apenas bicampeã, é a força dominante do futebol feminino no Amapá. Se você ainda duvidava, agora não pode mais.
E não foi só o título. A campanha impecável, com números que assustam, colocou a Portuguesa no mapa nacional. Enquanto a bola rola no Brasileirão Série A3, a equipe já projeta voos ainda mais altos. Vamos aos detalhes dessa conquista que deixou o estado amapaense em polvorosa.
O jogo: 90 minutos de domínio absoluto
Quem esperava uma final equilibrada, se enganou redondamente. A Portuguesa entrou em campo com a faca nos dentes e, logo aos 16 minutos do primeiro tempo, abriu o placar. Juh Lourenço, oportunista, aproveitou um rebote da defesa do Combatente e estufou as redes. 1 a 0. O primeiro tempo terminou com vantagem magra, mas o recado estava dado: a pressão continuaria na etapa final.
E que pressão. No segundo tempo, o time não deu sossego. Aos 26 minutos, escanteio de Samira, e a zagueira Roberta subiu mais alto que todo mundo: 2 a 0. Três minutos depois, aos 32, Aninha Belém apareceu livre para fazer o terceiro. A torcida mal tinha sentado de novo e, aos 35, outro escanteio de Samira, agora com Lara Soure finalizando: 4 a 0. Para fechar a conta, Juh Lourenço, já artilheira isolada, recebeu na entrada da área aos 43 e mandou uma bomba: 5 a 0. Fim de papo.
A goleada não foi acidental. Foi construída com autoridade, toque de bola e – principalmente – bola parada mortal. Foram três gols de escanteio, mostrando que a preparação tática fez diferença.
Artilheira e craque: os destaques individuais
Se o time foi um coletivo avassalador, alguns nomes merecem holofotes especiais. Juh Lourenço terminou a competição com nada menos que 9 gols, artilharia absoluta. Não por acaso, foi a responsável por dois gols na final. Além de finalizadora nata, mostrou faro de gol e presença de área. Já Thauana Abacaxi, a camisa 5, foi eleita a craque do campeonato. Volante de ofício, a jogadora comandou o meio-campo com raça e passes precisos, sendo o motor da equipe.
Contexto: o domínio da Portuguesa no Amapá
A Portuguesa não é novata no topo. No ano passado, já havia levantado a taça, e agora repete o feito com ainda mais folga. O bicampeonato Amapazão Feminino coloca a equipe como a principal força da modalidade no estado. Enquanto outros clubes lutam para montar elencos competitivos, a Lusa investe em estrutura e revela talentos – muitos deles, como vimos, brilhando nos gramados.
O título também garante vaga em competições nacionais no próximo ano, mas o foco imediato é outro: a Portuguesa está viva no Campeonato Brasileiro Feminino Série A3. Nas quartas de final, a equipe enfrentará adversário a definir, com ida marcada para 1º de agosto e volta no dia 8. Se quiserem subir para a Série A2, o time terá que repetir o desempenho avassalador que exibiu no estadual. E, pelo visto, ninguém duvida que podem.
O impacto da conquista para o futebol feminino na região
Não é só mais um título. O bicampeonato Amapazão Feminino reforça a importância de dar visibilidade ao futebol feminino no Norte do país. O Amapá, muitas vezes esquecido nos grandes holofotes, mostra que tem talento e paixão. A final teve bom público, transmissão ao vivo e repercussão nacional. Jogadoras como Juh Lourenço e Thauana Abacaxi viram referências para meninas que sonham em ser atletas.
Para quem acompanha o cenário, é um sinal de que o investimento em base e em estrutura dá resultado. A Portuguesa, com sua torcida apaixonada, se firma como celeiro de craques.
Números e comparações: a campanha do bicampeão
| Jogadora | Gols na final | Gols no campeonato | Prêmio |
|---|---|---|---|
| Juh Lourenço | 2 | 9 | Artilheira |
| Thauana Abacaxi | 0 | 3 | Craque do campeonato |
| Samira | 0 (3 assistências) | 2 | – |
Os números não mentem: a Portuguesa foi letal nas bolas paradas e teve eficiência cirúrgica no ataque. A defesa, por sua vez, praticamente não foi vazada na final – e sofreu poucos gols ao longo do campeonato.
E agora? Os desafios no Brasileirão
O bicampeonato Amapazão Feminino já é passado. A Portuguesa sabe que o calendário não para. Nas próximas semanas, o foco total será a Série A3. Enquanto a torcida ainda comemora, a comissão técnica já estuda os adversários. A partida de ida, em 1º de agosto, promete ser tensa. Se conseguir avançar, a equipe pode sonhar com o acesso e, quem sabe, chegar à elite do futebol feminino brasileiro.
Para quem duvida do potencial do time, é bom lembrar: eles já provaram que sabem calar críticos com goleadas. E se depender da raça mostrada em campo, a Portuguesa pode surpreender muita gente.
Perguntas Frequentes
Qual foi o placar da final do Amapazão Feminino 2026?
A Portuguesa goleou o Combatente por 5 a 0, com gols de Juh Lourenço (2), Roberta, Aninha Belém e Lara Soure. O título garantiu o bicampeonato para a equipe.
Quem foi a artilheira e a craque do campeonato?
Juh Lourenço foi a artilheira com 9 gols, enquanto Thauana Abacaxi foi eleita a craque da competição. Ambas tiveram atuações decisivas ao longo do torneio.
Como a conquista impacta a participação da Portuguesa em competições nacionais?
Com o bicampeonato, a Portuguesa garantiu vaga em torneios nacionais no futuro próximo. Atualmente, a equipe disputa as quartas de final do Brasileirão Feminino Série A3, com jogos marcados para agosto.
A história está sendo escrita no Amapá. E a Portuguesa não quer parar por aqui. Acompanhe de perto as próximas batalhas – porque, pelo visto, ainda vem muita emoção por aí.

