Padel MT Open terminou com Primavera do Leste no topo da classificação geral, após cinco dias de disputas na Arena Beach Peak, em Cuiabá. O 1º Padel MT Open Interclubes reuniu 160 atletas de cinco cidades mato-grossenses, entre 28 de outubro e 1º de novembro, e premiou campeões em seis classes. Embora todas as delegações tenham conquistado títulos, Primavera somou a maior pontuação e ficou com o troféu geral.
Fatos centrais da competição
- O torneio foi realizado em Cuiabá, na Arena Beach Peak, entre 28 de outubro e 1º de novembro.
- Participaram 160 atletas de Cuiabá, Sinop, Sorriso, Campo Verde e Primavera do Leste.
- O evento distribuiu R$ 40 mil em premiações, e Primavera do Leste venceu a classificação geral.
Índice do Artigo
- Padel MT Open reuniu cinco cidades em Cuiabá
- Padel MT Open teve Samir Lahham como destaque individual
- Finais femininas tiveram títulos para Natália Bedin e Antonia Gonçalves
- Premiação de R$ 40 mil elevou o peso esportivo do evento
- O que o resultado representa para o padel mato-grossense
- Primavera do Leste sai com a taça, mas o estado divide os pódios
Padel MT Open reuniu cinco cidades em Cuiabá
A primeira edição do torneio interclubes colocou frente a frente representantes de diferentes polos do esporte no estado. Além da cidade campeã, participaram atletas de Cuiabá, Sinop, Sorriso e Campo Verde. A diversidade de origens ajudou a dar ao evento um caráter estadual, em vez de limitar a disputa a uma rivalidade local.
O calendário começou em 28 de outubro e se encerrou no domingo, 1º de novembro, com a definição dos campeões. Ao longo de cinco dias, as partidas foram distribuídas por seis classes. A organização reuniu atletas em diferentes categorias competitivas, mas as informações divulgadas não detalham o sistema de pontuação usado para formar a classificação geral nem os resultados completos de todas as divisões.
Esse ponto ajuda a interpretar o resultado com precisão: Primavera do Leste ficou em primeiro lugar no quadro agregado, mas isso não significa que tenha vencido todas as finais ou concentrado todos os títulos. O balanço divulgado informa que as cinco cidades participantes conquistaram ao menos uma classe. A taça geral, portanto, reconheceu o melhor desempenho somado segundo os critérios do evento.
Em torneios interclubes, a disputa pelo título coletivo amplia o peso de cada partida. Uma equipe pode não vencer a categoria principal e, ainda assim, contribuir para a campanha da cidade com resultados em outras classes. Sem a tabela completa de pontos, não é possível atribuir a conquista de Primavera a uma final específica; o dado confirmado é que a delegação terminou com a maior pontuação total.
Padel MT Open teve Samir Lahham como destaque individual
Entre os nomes que mais apareceram no pódio, Samir Lahham, de Sorriso, conquistou dois títulos masculinos. Na 1ª Classe, ele formou parceria com Felipe Villaça e venceu Rodrigo Crivellaro e Raphael Maciel na decisão. Paulo Pertusatti e Johann Petry ficaram com o terceiro lugar.
Lahham voltou a ser campeão na 2ª Classe masculina, desta vez ao lado de Eduardo Parzianello. Na final, a dupla superou Johann Petry e Paulo Pertusatti. Antenor Jung e Matheus Raí completaram o pódio, na terceira posição. O resultado em duas classes diferentes tornou Lahham um dos destaques individuais mais evidentes da competição.
As finais também mostraram como a parceria é parte decisiva do padel: cada dupla precisa combinar posicionamento, comunicação e escolha de golpes durante os pontos. O resultado, porém, não pode ser explicado apenas pelo nome de um atleta. Na 1ª Classe, por exemplo, o título foi conquistado por Lahham e Villaça juntos; na 2ª, por Lahham e Parzianello. Foram formações distintas e decisões independentes.
O torneio também reforçou a presença de diferentes cidades nos pódios. Sorriso teve representantes em finais masculinas, enquanto Cuiabá e outras delegações participaram das disputas em várias classes. Esse espalhamento dos resultados combina com o desfecho coletivo: houve campeões de todas as cinco cidades, mesmo com Primavera do Leste liderando a soma geral.
Finais femininas tiveram títulos para Natália Bedin e Antonia Gonçalves
Na 1ª Classe feminina, Natália Bedin e Antonia Gonçalves conquistaram o título ao vencer Jéssica Correia e Giovanna Lopes na final. Mara Martini e Bruna Saad terminaram em terceiro lugar. O resultado colocou duas duplas distintas no pódio e definiu uma decisão entre atletas que também apareceram em outras disputas do evento.
Antonia Gonçalves voltou ao lugar mais alto do pódio na 2ª Classe feminina. Em parceria com Paloma Benedi, venceu Nathalia Bedin e Ingrid Baldo na decisão. Jéssica Correia e Bruna Rafaella ficaram com a terceira colocação. A repetição de nomes em diferentes finais evidencia a amplitude da programação, sem apagar o mérito específico de cada dupla campeã.
As duas conquistas de Antonia em classes femininas diferentes foram um dos destaques da competição. Na primeira, ela jogou com Natália Bedin; na segunda, com Paloma Benedi. Essa troca de parceiras ilustra uma particularidade dos torneios de duplas: o desempenho individual pode se manifestar em combinações diferentes, mas a vitória continua sendo resultado do trabalho conjunto em quadra.
Os resultados divulgados permitem identificar campeãs e vice-campeãs dessas duas classes, além das terceiras colocadas. Eles não trazem, contudo, a relação completa de todos os jogos ou a pontuação de cada cidade. Manter essa distinção evita transformar os pódios informados em uma tabela geral que não foi publicada junto com os dados do torneio.
Premiação de R$ 40 mil elevou o peso esportivo do evento
O Padel MT Open distribuiu R$ 40 mil em prêmios. Na 1ª Classe, as duplas campeãs receberam R$ 4,5 mil; as vice-campeãs, R$ 2.250; e as terceiras colocadas, R$ 750. Os valores apresentados para essa classe mostram uma recompensa escalonada conforme a colocação, mas não há detalhamento disponível sobre a divisão dos recursos nas demais categorias.
A premiação ajuda a dimensionar o investimento colocado na primeira edição, mas não substitui o valor esportivo da classificação geral. Para as cidades, o título coletivo cria um marco para a participação no circuito local; para os atletas, as finais oferecem resultados individuais e de dupla. Já para a organização, reunir cinco municípios e seis classes em uma mesma programação cria uma referência para avaliar a adesão e o formato de futuras competições.
O torneio foi realizado pelo Centro de Treinamento Esportivo de Mato Grosso (CTEMT) e pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), com apoio da Arena Beach Peak. A participação de uma entidade esportiva, do poder público estadual e da arena anfitriã reuniu diferentes frentes necessárias à realização do evento: organização competitiva, apoio institucional e estrutura para as partidas.
O papel dos clubes também merece atenção. Em competições coletivas, a representação de uma cidade depende de atletas preparados para diferentes classes, não apenas de uma dupla de destaque. Essa dimensão de identidade e vínculo esportivo aparece em outras histórias de clubes, como no relato sobre Claudinho e os acessos da Inter de Limeira, ainda que em modalidade e contexto distintos.
O que o resultado representa para o padel mato-grossense
O dado mais expressivo do evento é a combinação entre alcance regional e definição de um campeão geral. Foram 160 participantes distribuídos por cinco cidades, e todas conseguiram conquistar ao menos um título. Primavera do Leste, por sua vez, terminou acima das demais na pontuação agregada. O resultado revela uma competição com protagonismo espalhado nas finais, mas com uma delegação que acumulou desempenho suficiente para levar o troféu coletivo.
Esse tipo de classificação também exige cuidado ao comparar cidades. Sem acesso aos pesos de cada classe, ao número de atletas inscritos por município e à tabela final completa, não é possível medir a margem da vitória nem dizer qual categoria foi determinante. O que está confirmado é o primeiro lugar de Primavera do Leste na soma oficial do torneio, e não uma superioridade em todos os confrontos.
O contexto nacional ajuda a entender por que eventos regionais despertam interesse. A estimativa informada pela organização da notícia aponta cerca de 700 mil praticantes de padel no Brasil e aproximadamente mil quadras. Esses números indicam uma modalidade com presença crescente, embora não revelem, por si só, quantos praticantes existem em Mato Grosso ou qual foi o impacto econômico específico do campeonato em Cuiabá.
Para acompanhar a evolução do esporte no estado, os próximos indicadores relevantes serão a continuidade de torneios, a participação de novos municípios e a divulgação de resultados completos, incluindo critérios de pontuação e inscrições por classe. Esses dados permitiriam comparar edições futuras com mais precisão, identificar a expansão da base competitiva e entender se o título geral de Primavera abre uma rivalidade recorrente com outras cidades.
A disputa por posições em competições esportivas costuma ganhar outra leitura quando o resultado depende de uma tabela acumulada, como ocorre também em campeonatos de futebol acompanhados rodada a rodada. No cenário nacional, o Sport sob pressão por vaga no G-6 mostra como cada ponto pode alterar a classificação, embora os formatos e as modalidades sejam diferentes. No Padel MT Open, a informação decisiva é a soma que colocou Primavera no topo.
Primavera do Leste sai com a taça, mas o estado divide os pódios
A primeira edição do Padel MT Open Interclubes encerrou com um resultado que combina uma campeã geral definida e títulos distribuídos entre todas as cidades participantes. Primavera do Leste levou o troféu pela maior pontuação, enquanto Samir Lahham e Antonia Gonçalves se destacaram com conquistas em duas classes cada. As finais masculinas e femininas ainda deram visibilidade a diferentes duplas de Sorriso e de outras delegações.
O evento também deixou números concretos para medir seu tamanho: 160 atletas, cinco municípios, seis classes e R$ 40 mil em premiações. Para a próxima edição, a publicação da classificação detalhada e dos critérios de pontuação ajudaria público e competidores a compreender melhor como cada resultado contribuiu para o título geral. Até lá, Primavera do Leste fica com a conquista inaugural, e as demais cidades têm a confirmação de que também saíram de Cuiabá com títulos.
O desafio agora é transformar a estreia em continuidade: manter calendário, ampliar a participação e preservar a disputa entre municípios. A organização já conta com o resultado inaugural como referência; a próxima edição poderá mostrar se Primavera sustenta a liderança ou se outra cidade assume o protagonismo no padel mato-grossense.


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