Audi na F1: Diretor Reconhece Estreia Promissora e o Papel de “Novatos”
Quando falamos sobre Novo diretor vê bom início da Audi em ano de aprendizado: "Somos os novatos", é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. O novo diretor de corridas da Audi na Fórmula 1, Allan McNish, avaliou o início da equipe na temporada de 2026 como um período de aprendizado significativo, declarando que a escuderia se vê como “os novatos”. Apesar de um desempenho modesto, com Gabriel Bortoleto conquistando os únicos dois pontos da equipe no campeonato de construtores até o momento, McNish demonstra otimismo com o progresso geral.
A passagem da Audi pelo GP de Miami marcou a estreia de Allan McNish em sua nova função. O evento, contudo, apresentou desafios, com Bortoleto terminando em 12º lugar e Nico Hulkenberg sofrendo um abandono. Essa performance manteve a equipe na parte inferior da tabela de construtores. No entanto, a perspectiva do novo líder é de que o time, em sua temporada inaugural, tem realizado um trabalho satisfatório diante das circunstâncias.
Um Início de Temporada Realista para a Audi
Gabriel Bortoleto foi o responsável por somar os pontos da Audi, alcançando um nono lugar no Grande Prêmio da Austrália. Apesar de reconhecer a necessidade de aprimoramento contínuo, especialmente no que diz respeito às falhas técnicas que têm assombrado a equipe, McNish expressou satisfação com o cenário atual. “Precisamos ser realistas. Nós somos os novatos no pedaço. Estamos precisando aprender bastante dentro e fora dos circuitos; então, dessa perspectiva, acho que onde estamos no momento é um início muito bom,” declarou McNish em entrevista ao site oficial da F1.
Ele complementou: “É claro que queremos melhorar. Queremos melhorar o que estamos fazendo aqui no circuito para que, operacionalmente, estejamos performando mais consistentemente em alto nível. Queremos assegurar que vamos melhorar em áreas que podemos.”
Desafios Técnicos e a Resiliência da Equipe
Quando os carros conseguiram completar as corridas sem problemas mecânicos, tanto Bortoleto quanto Hulkenberg demonstraram potencial, flutuando consistentemente na faixa do top-10. Contudo, as quebras têm sido um obstáculo recorrente. Bortoleto, por exemplo, enfrentou problemas de câmbio na Austrália, não largou na China e foi desclassificado da corrida sprint em Miami devido à pressão do ar no motor. Sua classificação em Miami foi ainda mais complicada, com seu carro pegando fogo, resultando na 21ª posição do grid.
Hulkenberg também teve um início de temporada complicado, sem participar do GP da Austrália e da sprint de Miami, além de abandonos precoces na corrida principal em Miami e na sprint da China. Diante desse quadro, McNish admitiu que a Audi ainda não pode garantir presenças constantes no top-10, mas enfatizou o caráter de longo prazo do projeto alemão.
“Para onde isso vai nos levar? Esperamos estar batendo na porta do Q3, batendo consistentemente na porta dos pontos, mas em último caso, também sabemos que isso nem sempre vai ser possível. Então temos que aceitar que este é o primeiro ano de um projeto de longo prazo e não necessariamente nos fixarmos na próxima corrida, mas também ter aquela visão de onde estamos indo,” ponderou.
A Unidade de Potência: O Maior Desafio da Audi
Na visão de McNish, o principal gargalo no desempenho da Audi reside na unidade de potência. Este é um desafio esperado, considerando que a equipe optou por desenvolver seu próprio motor, competindo contra fornecedoras estabelecidas como Mercedes e Ferrari. “Em relação à unidade de potência, esse é o maior e mais difícil trabalho, sem dúvidas. Chegando aqui pela primeira vez, há muito aprendizado a ser feito. Não acredito que estejamos na nossa melhor performance neste momento. Temos algum trabalho a fazer aqui e estamos um pouco abaixo em termos de performance,” analisou.
Por outro lado, o diretor de corridas elogiou outros aspectos do trabalho da equipe, com destaque para a aerodinâmica e a eficiência das operações de corrida. “Do ponto de vista do carro, acho que eles fizeram um trabalho muito bom. Eu não sei se muitas pessoas estavam esperando a gente aparecer com tanta força,” comentou.
McNish ressaltou sua satisfação com a equipe por trás das câmeras: “A área com que estou mais contente, na verdade, é com as pessoas atrás das câmeras. Se eu olho para o time de operações de corrida, se vejo o que foi construído aqui e também na fábrica (em Hinwil, na Suíça), é uma equipe jovem que está construindo e avançando junta.”
Ele concluiu com uma perspectiva de longo prazo: “Do que eu conheço da minha experiência prévia no automobilismo, carros esportivos – e Le Mans é um exemplo perfeito – nem sempre é um sprint. Embora corridas individuais sejam um sprint, um campeonato é sobre resistência e a visão de longo prazo. Aqui, acho que estamos construindo para o futuro muito bem.”
A próxima etapa da Fórmula 1 acontecerá no Canadá, entre os dias 22 e 24 de maio. O sportv 3 transmitirá todas as atividades do fim de semana, e o ge.globo acompanhará em tempo real. Para aprofundar, saiba mais sobre as denúncias que agitam o cenário do futebol brasileiro.
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