Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Paulo Fonseca: Dupla Mista de Fogo que Parou na Semifinal
- Jennyfer Parinos: Bronze Internacional em Dupla com Coreana
- Contexto: O ITTF World Para Elite e a Força do Tênis de Mesa Paralímpico Brasileiro
- O Futuro: Próximos Passos de Jennyfer e Paulo
- Perguntas Frequentes
- Como foi a participação de Jennyfer Parinos na competição?
- Qual a importância dessa medalha para o tênis de mesa paralímpico brasileiro?
- Quem é Paulo Fonseca e como ele chegou ao pódio?
Pontos Principais
- Jennyfer Parinos e Paulo Fonseca lideram o Brasil no pódio do ITTF World Para Elite 2026 na Tailândia.
- Paulo Fonseca conquistou bronze nas duplas mistas ao lado de Lethicia Lacerda, superando franceses nas quartas.
- Jennyfer Parinos faturou bronze nas duplas femininas com a sul-coreana Kun-Hea Kim após batalha de cinco sets.
- As medalhas reforçam a força do tênis de mesa paralímpico brasileiro e acendem alerta para Tóquio 2026.
A conquista bronze paralímpico na Tailândia entrou para a história do tênis de mesa brasileiro. Sim, os mesatenistas Jennyfer Parinos, de Santos, e Paulo Fonseca, de Praia Grande, garantiram medalhas de bronze no ITTF World Para Elite Nakhon Ratchasima 2026, realizado na Tailândia. Eles voltaram para casa com o peito cheio de orgulho e a bagagem pesada de emoção – afinal, parar no pódio de um torneio internacional não é para qualquer um.
O evento, que reuniu os maiores nomes do paradesporto mundial, foi palco de duelos eletrizantes. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não está para brincadeira. Enquanto os olhos do mundo estavam voltados para outros gigantes, nossos atletas cavaram seu espaço com raquetadas precisas e uma resiliência de dar inveja. Confira também como o Botafogo e o Vitória estão agitando o Brasileirão.
Quer saber todos os detalhes dessas batalhas épicas que renderam bronze ao Brasil? Prepare-se para uma viagem pelos sets, pelos gritos de vitória e pelas lágrimas de superação.
Paulo Fonseca: Dupla Mista de Fogo que Parou na Semifinal
Paulo Fonseca não veio para passear. Ao lado de Lethicia Lacerda, ele enfrentou a classe XD14 (duplas mistas para andantes) com a fúria de quem não aceita menos que o pódio. Na estreia, quartas de final, os brasileiros massacraram os franceses Clement Berthier e Morgen Caillaud por 3 sets a 0 – parciais de 11/6, 11/9 e 11/7. Uma lavada que fez a torcida vibrar.
| Fase | Adversários | Placar | Destaque |
|---|---|---|---|
| Quartas de final | Berthier/Caillaud (FRA) | 3 a 0 (11/6, 11/9, 11/7) | Domínio total brasileiro |
| Semifinal | Wong/Pang (HKG) | 1 a 3 (9/11, 11/5, 8/11, 9/11) | Virada não aconteceu |
Na semifinal, porém, o destino reservou um encontro tenso com a dupla de Hong Kong, Hon Lam Wong e Wing Ka Pang. Em um jogo de altos e baixos, os brasileiros venceram o segundo set, mas não conseguiram segurar a pressão hong konguesa: 3 a 1, parciais 9/11, 11/5, 11/8 e 11/9. Como não há disputa pelo terceiro lugar no tênis de mesa, o bronze ficou garantido. Os adversários seguiram para a final e levaram o ouro. Paulo Fonseca mostrou, mais uma vez, que é um nome de peso no cenário paralímpico.
Para quem acompanha de perto, o resultado é um termômetro para as próximas competições. Veja mais detalhes sobre o duelo explosivo entre Cuiabá e Atlético-GO na Série B, que também está mexendo com as emoções do esporte nacional.
Jennyfer Parinos: Bronze Internacional em Dupla com Coreana
Jennyfer Parinos, que já carrega no currículo uma medalha de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019, não decepcionou. Na classe WD20 (duplas femininas para andantes), ela se uniu à sul-coreana Kun-Hea Kim em uma parceria que misturou continentes e deu certo. A dupla estreou diretamente nas quartas de final e enfrentou as tailandesas Janisa Khompast e Chayanan Settisrikoedkun. Que jogo apertado! Foram cinco sets de tirar o fôlego: vitória por 3 a 2, com parciais que fizeram o coração disparar.
Na semifinal, as brasileiras (ou melhor, a parceria luso-coreana) encontraram as potências de Taipé Chinês, Tzu Yu Lin e Shiau Wen Tian. O placar foi 3 a 0 para as taiwanesas, com direito a parcial de 11/7, 11/9 e 11/6. Mas o bronze já estava garantido nos critérios da competição. Jennyfer subiu ao pódio com o sorriso de quem sabe que cada medalha é um passo rumo a Tóquio 2026.
E não pense que a vida de atleta paralímpico é fácil. Jennyfer já falou abertamente sobre a importância da saúde mental no esporte de alto rendimento – uma pressão que poucos conseguem suportar. A atleta santista é exemplo de superação e técnica. Saiba mais sobre o III Aberto do Brasil de Xadrez que também está revelando feras e abrindo vagas para o topo.
Contexto: O ITTF World Para Elite e a Força do Tênis de Mesa Paralímpico Brasileiro
O ITTF World Para Elite não é um torneio qualquer. É uma das etapas mais importantes do calendário mundial, reunindo atletas classificados para os Jogos Paralímpicos. A edição de Nakhon Ratchasima, na Tailândia, atraiu competidores de mais de 40 países. O Brasil, com sua tradição no tênis de mesa paralímpico, já acumula dezenas de medalhas internacionais, e este bronze é mais um tijolo na parede.
Nos últimos anos, o país investiu em centros de treinamento e na formação de jovens promessas. A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) tem sido peça-chave nesse crescimento. Dados de 2026 mostram que o Brasil subiu no ranking mundial de duplas, com destaque para a classe feminina. E, pelo visto, a tendência é só melhorar.
Mas não podemos ignorar os desafios. A falta de patrocínio e a luta por visibilidade ainda são barreiras enormes. Assim como no futebol, onde a batalha épica entre Corinthians e Remo pode sacudir a tabela, no paradesporto cada ponto conquistado é uma vitória contra o preconceito e a falta de recursos.
O Futuro: Próximos Passos de Jennyfer e Paulo
Com o bronze na bagagem, os dois atletas miram novos desafios. Jennyfer Parinos deve disputar o Campeonato Brasileiro no segundo semestre e já sonha com o ciclo paralímpico de Los Angeles 2028. Paulo Fonseca, por sua vez, quer cravar o nome na história: “Cada medalha é um degrau. Não paro até o ouro”, disse ele em entrevista recente.
O tênis de mesa paralímpico brasileiro está em ebulição. Os resultados na Tailândia mostram que o país não apenas participa, mas briga de igual para igual com as potências asiáticas e europeias. Entenda melhor a repercussão da demissão de Carpini no Fortaleza – enquanto uns caem, outros se levantam como esses campeões.
Perguntas Frequentes
Como foi a participação de Jennyfer Parinos na competição?
Jennyfer Parinos disputou a classe WD20 (duplas femininas para andantes) ao lado da sul-coreana Kun-Hea Kim. A dupla venceu as tailandesas nas quartas de final por 3 sets a 2 e acabou derrotada na semifinal por taiwanesas. Com isso, conquistou a medalha de bronze, já que não há disputa de terceiro lugar no tênis de mesa.
Qual a importância dessa medalha para o tênis de mesa paralímpico brasileiro?
Essa medalha reforça o domínio do Brasil no cenário internacional e serve como preparação para os Jogos Paralímpicos de 2026 em Tóquio. Além disso, aumenta a visibilidade dos atletas paralímpicos e inspira novas gerações a entrar no esporte.
Quem é Paulo Fonseca e como ele chegou ao pódio?
Paulo Fonseca é mesatenista de Praia Grande (SP) e compete na classe XD14 (duplas mistas). Ao lado de Lethicia Lacerda, ele venceu os franceses nas quartas de final e perdeu para os hong kongueses na semifinal. O bronze foi conquistado automaticamente, já que os perdedores das semifinais não disputam o terceiro lugar.

