Índice do Artigo
- Pontos Principais
- O pedido de Capdevila e a revelação pós-título
- Cucurella enterra moeda: a história do ritual
- O impacto da superstição no futebol moderno
- O que dizem os números: a trajetória de Cucurella até o título
- A tradição da moeda: de 2010 a 2030
- Perguntas Frequentes
- Por que Cucurella enterrou uma moeda antes da final?
- O ritual da moeda já havia sido feito antes na seleção espanhola?
- A moeda enterrada por Cucurella será retirada?
Pontos Principais
- Marc Cucurella enterrou uma moeda no gramado antes da final da Copa do Mundo de 2026, atendendo a um pedido de Joan Capdevila, campeão em 2010.
- Capdevila havia realizado o mesmo ritual na final de 2010, contra a Holanda, e transmitiu a superstição ao atual lateral da Espanha.
- O gesto só foi revelado após a conquista, em um vídeo nas redes sociais. A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 e se tornou bicampeã mundial.
- O ritual se torna uma tradição na seleção espanhola, e há especulações sobre sua repetição na Copa de 2030.
Cucurella enterra moeda no gramado antes da final da Copa do Mundo de 2026 e repete um gesto que marcou a conquista do primeiro título da Espanha, em 2010. O lateral-esquerdo atendeu a um pedido de Joan Capdevila, titular daquela campanha, e realizou o ritual poucos instantes antes do apito inicial da decisão contra a Argentina. O fato só veio a público após a vitória por 1 a 0, em um vídeo divulgado pelo próprio jogador.
Nas imagens, Cucurella aparece caminhando até sua posição em campo, retira uma moeda de dentro da meia e, discretamente, a enterra na lateral do campo. O gesto durou poucos segundos e passou despercebido pela maioria dos torcedores e até mesmo pelos companheiros. A sequência se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais depois do título.
Em resumo: Cucurella enterra moeda na gramado do estádio por superstição, seguindo orientação de Capdevila, que fez o mesmo em 2010. A prática, mantida em segredo até a conquista, foi revelada como parte da preparação mental para a final contra a Argentina.
O pedido de Capdevila e a revelação pós-título
Após o apito final, Joan Capdevila usou as redes sociais para confirmar a história. Em uma mensagem direcionada a Cucurella, escreveu: “Em 2010, enterrei uma moeda no gramado antes do início da partida. Já contei isso milhões de vezes. Pedi ao Cucurella que fizesse o mesmo ontem. Marc, gosto muito de você. Você é campeão do mundo!”. A declaração viralizou e trouxe à tona uma tradição que ganhou contornos quase místicos na seleção espanhola.
Capdevila, que atuava como lateral-esquerdo na campanha do primeiro título mundial da Espanha, na África do Sul, sempre brincou que a moeda permanece enterrada no estádio Soccer City, em Joanesburgo. O gesto de Cucurella, portanto, não foi apenas uma superstição pessoal, mas a continuidade de um ritual que atravessa gerações. Leia também: Espanha bicampeã mundial define rota pós-título: estreia será contra a Inglaterra
Cucurella enterra moeda: a história do ritual
O ritual nasceu na final de 2010, contra a Holanda. Na ocasião, Capdevila, sem que ninguém soubesse, enterrou uma moeda no gramado minutos antes do início da partida. A Espanha venceu por 1 a 0, gol de Iniesta na prorrogação, e conquistou o primeiro título mundial. Desde então, o ex-jogador contava a história em entrevistas, mas nunca imaginou que ela seria repetida 16 anos depois.
Para Cucurella, a decisão de seguir o conselho veio da admiração por Capdevila e do respeito pela história da seleção. “Fiquei sabendo dessa superstição há alguns anos. Quando o Joan me mandou uma mensagem antes da final, não pensei duas vezes. É uma forma de honrar quem veio antes e, de certa forma, trazer sorte para o time”, explicou o lateral em entrevista ao jornal espanhol Marca.
A moeda enterrada por Cucurella, assim como a de Capdevila, não foi mais retirada. Segundo relatos de membros da comissão técnica, o jogador a enterrou na lateral direita do campo, próximo à linha de fundo, e depois pediu que ninguém a removesse.
O impacto da superstição no futebol moderno
Superstições no futebol são comuns: amuletos, rituais antes de entrar em campo, números da sorte. Mas a repetição de um gesto entre dois jogadores da mesma posição, separados por 16 anos, chama a atenção pelo nível de detalhamento e pela discrição. Cucurella enterra moeda de forma quase invisível, mas o significado é profundo para quem acompanha a história da seleção.
Especialistas em psicologia esportiva apontam que rituais como esse ajudam a criar um estado mental de controle e confiança antes de momentos de alta pressão. “Enterrar um objeto simbólico pode funcionar como uma âncora emocional, reduzindo a ansiedade e reforçando a sensação de que se está seguindo um caminho já trilhado por vencedores”, afirma o professor de psicologia do esporte da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Souza, em entrevista ao ge.
Confira também: Copa 2026 quebra recorde de público total e atinge segunda maior média da história
O que dizem os números: a trajetória de Cucurella até o título
A decisão de repetir o ritual não foi aleatória. Cucurella vinha de uma temporada sólida, tanto no Barcelona quanto na seleção, e era um dos jogadores mais regulares da equipe. Abaixo, uma tabela com os principais números do lateral na Copa de 2026:
| Estatística | Valor |
|---|---|
| Jogos disputados | 7 |
| Minutos em campo | 630 |
| Assistências | 2 |
| Desarmes por jogo | 3,4 |
| Passes certos (%) | 91% |
| Bolas recuperadas | 38 |
Os números refletem a importância de Cucurella no esquema tático do técnico Luis de la Fuente. Sua consistência defensiva e capacidade de apoiar o ataque foram fundamentais para a campanha invicta da Espanha. Saiba mais sobre: Polêmica da Bola de Ouro tem novo desdobramento após comentaristas do Seleção Copa questionarem escolha de Rodri
A tradição da moeda: de 2010 a 2030
Com o bicampeonato, a moeda enterrada por Cucurella pode se tornar o início de uma nova tradição. O jornal Marca noticiou que, após a conquista, já há quem brinque nos bastidores da federação espanhola que o ritual será repetido na Copa do Mundo de 2030, que será sediada por Espanha, Portugal e Marrocos. Se depender da torcida, a superstição veio para ficar.
Para Capdevila, a continuidade do gesto é motivo de orgulho. Em entrevista à rádio Cadena SER, ele afirmou: “Fico feliz que o Marc tenha levado isso a sério. Não é sobre a moeda em si, mas sobre a conexão entre gerações. O futebol espanhol tem uma história rica, e cada conquista carrega um pouco de quem veio antes”.
Enquanto isso, Cucurella já avisou que pretende manter a moeda enterrada e, quem sabe, passar o ritual adiante. “Se algum dia um jovem lateral me pedir conselho, vou contar essa história. Quem sabe na Copa de 2030 não é outro que faz o mesmo?”, disse, aos risos, em entrevista ao canal oficial da seleção.
A final de 2026 entrou para a história não apenas pelo placar, mas pelo gesto silencioso que, agora revelado, conecta passado, presente e futuro do futebol espanhol. Descubra: Nico Williams dedica bicampeonato da Espanha a Neymar e emociona torcida
Perguntas Frequentes
Por que Cucurella enterrou uma moeda antes da final?
O lateral espanhol realizou o gesto a pedido de Joan Capdevila, campeão mundial em 2010, que havia enterrado uma moeda no gramado antes da final contra a Holanda. Cucurella seguiu a superstição como forma de honrar a tradição e trazer sorte para a equipe.
O ritual da moeda já havia sido feito antes na seleção espanhola?
Sim, Joan Capdevila enterrou uma moeda no estádio Soccer City antes da final de 2010. A prática foi mantida em segredo e só veio a público anos depois, quando Capdevila contou em entrevistas. Cucurella repetiu o gesto 16 anos depois, antes da final de 2026.
A moeda enterrada por Cucurella será retirada?
Não. O jogador pediu que a moeda permanecesse no gramado, assim como fez Capdevila em 2010. A comissão técnica respeitou o pedido, e o objeto continua enterrado no estádio onde ocorreu a final.

