Índice do Artigo
- Pontos Principais
- O jogo que teve tudo: susto, Messi e virada épica
- Por que esconder o nome de Messi? A ciência por trás da loucura
- O fator irmãos: os gêmeos que dominam o futebol egípcio
- Tabela: Estratégias usadas contra Messi em Copas do Mundo
- Reações e polêmicas: o que disseram os torcedores
- O futuro dos Hassan e do futebol egípcio
- Perguntas Frequentes
- O técnico do Egito realmente proibiu os jogadores de falar o nome de Messi?
- Por que o Egito adotou essa estratégia contra a Argentina?
- O Egito conseguiu vencer a Argentina mesmo depois dessa estratégia?
Pontos Principais
- Assistente técnico do Egito, Ibrahim Hassan, revela que o técnico Hossam Hassan proibiu que os jogadores citassem o nome de Lionel Messi antes do jogo contra a Argentina nas oitavas da Copa de 2026.
- A estratégia visava evitar o temor reverencial ao camisa 10 argentino, tratando-o apenas como ‘o camisa 10’ nos treinos e conversas.
- O Egito chegou a abrir 2 a 0, mas Messi liderou a virada para 3 a 2, eliminando os africanos.
- Os irmãos Hossam e Ibrahim Hassan, gêmeos, comandam a seleção egípcia desde 2026 e tiveram a melhor campanha egípcia em Copas.
A estratégia contra a Argentina que deixou o mundo do futebol de queixo caído foi revelada em detalhes pelo assistente técnico do Egito, Ibrahim Hassan. A tática? Simples e ao mesmo tempo ousada: proibir terminantemente que os jogadores sequer pronunciassem o nome de Lionel Messi. Isso mesmo! A comissão técnica egípcia, sob o comando do técnico Hossam Hassan, implementou um verdadeiro bloqueio mental para enfrentar o maior jogador da história na Copa do Mundo de 2026.
Em entrevista exclusiva, Ibrahim contou que o medo de que a aura do craque argentino paralisasse o time levou a uma medida drástica. “Hossam falava dele com os jogadores apenas como ‘o camisa 10’. Ele não falava ‘o Messi’, porque poderia causar certo temor. Ele queria fazer com que os nossos jogadores sentissem que aquele adversário era apenas mais um atleta”, revelou o irmão gêmeo do comandante. Confira a emocionante trajetória de outro time que tenta reverter uma vantagem no futebol brasileiro em Trem em jogo decisivo: Delegação viaja a Natal com missão de reverter vantagem de três gols.
O jogo que teve tudo: susto, Messi e virada épica
No dia 7 de julho de 2026, o Catar foi palco de um dos jogos mais dramáticos das oitavas de final. O Egito, zebra na competição, surpreendeu a Argentina e abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com gols de Yasser e Mostafa Zico. A torcida egípcia já sonhava com a classificação inédita para as quartas. Mas aí o camisa 10 — aquele que não podia ser nomeado — resolveu aparecer.
Messi, como se soubesse da tática psicológica imposta pelos Hassan, vestiu a capa de herói. Primeiro, deu um passe milimétrico para Cristian Romero descontar. Quatro minutos depois, ele mesmo marcou o gol de empate. E, nos acréscimos, Enzo Fernández virou para 3 a 2, decretando a eliminação egípcia. A estratégia contra a Argentina havia funcionado por 45 minutos, mas o talento individual falou mais alto.
Por que esconder o nome de Messi? A ciência por trás da loucura
Segundo Ibrahim Hassan, a decisão não foi aleatória. “Hossam mergulha no estudo da equipe que vai enfrentar; começa a trabalhar nisso bem cedo. Ao enfrentar a Argentina, por exemplo, ele ficou totalmente focado e dedicado ao trabalho. Analisou as partidas recentes deles e memorizou os detalhes”, explicou. O técnico sabia que Messi não é apenas um jogador: é uma lenda viva, capaz de hipnotizar até os zagueiros mais cascudos. Para entender como outros times enfrentam pressão em competições nacionais, veja São Paulo vence jogos-treino no CT com time misto e já projeta nova bateria de testes para retorno ao Brasileirão.
A ideia era simples: se você não fala o nome do monstro, ele deixa de ser monstro. Nos treinos, a equipe se referia a ele como “el número 10” ou “o camisa 10” em árabe. Uma tentativa de despersonalizar a ameaça. Funcionou enquanto o placar estava favorável. Mas, como o próprio Ibrahim admite, “quando Messi decide, não há estratégia que segure”.
O fator irmãos: os gêmeos que dominam o futebol egípcio
Ibrahim Hassan não é apenas um assistente qualquer. Ele é o irmão gêmeo idêntico do técnico Hossam Hassan. Juntos, os dois acumulam 40 títulos como jogadores ao longo de duas décadas e ficaram famosos por só aceitarem trabalhos em dupla. A IFFHS (Federação Internacional de Futebol, História e Estatística) chegou a escalá-los para o “time dos sonhos” egípcio. Nos bastidores, Gabriel Pec é a Cartada Secreta de Artur Jorge! Cruzeiro Testa Reforço contra o Grêmio — Titular Continua Fora e Gera Alerta mostra como a pressão pode transformar jogadores.
Desde que assumiram a seleção do Egito, em fevereiro de 2026, os gêmeos construíram uma campanha histórica: a melhor de todas as participações egípcias em Copas do Mundo. O feito rendeu a renovação do contrato e o respeito da torcida, mesmo com a eliminação dolorosa. Uma estratégia contra a Argentina como essa mostra que o futebol africano está cada vez mais ousado.
Tabela: Estratégias usadas contra Messi em Copas do Mundo
| Seleção | Ano | Estratégia | Resultado |
|---|---|---|---|
| Egito | 2026 | Proibir nome de Messi | Derrota por 3 a 2 |
| Arábia Saudita | 2022 | Linha alta e marcação individual | Vitória por 2 a 1 |
| França | 2022 | Marcação por zona e pressão | Vitória nos pênaltis |
| Islândia | 2018 | Defesa fechada e contra-ataques | Derrota por 1 a 0 |
A tabela acima mostra que tentar anular Messi psicologicamente não é novidade, mas raramente funciona por 90 minutos. O próprio Ibrahim reconhece: “Ele (Hossam) sabia que seria difícil”.
Reações e polêmicas: o que disseram os torcedores
Nas redes sociais, a revelação causou furor. Enquanto alguns elogiaram a criatividade tática, outros ridicularizaram a abordagem. “Proibir o nome do Messi é como tentar esconder o sol com a peneira”, escreveu um usuário. “Se não falar o nome resolvesse, o Brasil teria ganhado em 2014”, brincou outro. A verdade é que a estratégia contra a Argentina entrou para o folclore das Copas.
O técnico Hossam Hassan, depois do jogo, evitou comentar diretamente a polêmica, mas deixou escapar: “Nós respeitamos todos os adversários. O camisa 10 é um gênio, e tentamos minimizar seu impacto”. Ibrahim, por sua vez, foi mais sincero e entregou o segredo em entrevista ao ge. Quer saber como outros gigantes estão se preparando? Descubra Thiago Silva volta a vestir a camisa do Fluminense! Zagueiro é aprovado em avaliação e reestreia contra o Bahia; emoção no Maracanã.
O futuro dos Hassan e do futebol egípcio
Apesar da eliminação, a campanha foi considerada honrosa. Um empresário local anunciou que daria um carro para cada jogador da delegação como reconhecimento pelo esforço. O contrato da comissão técnica foi renovado, e os irmãos Hassan continuarão no comando para o ciclo de 2030. Uma estratégia contra a Argentina como essa pode até ter falhado no placar, mas mostrou que o Egito não tem medo de pensar fora da caixa.
Para o leitor que acompanha o futebol mundial, fica a lição: às vezes, o maior adversário não está no campo, mas dentro da cabeça. E os gêmeos egípcios tentaram vencer essa guerra psicológica. Não deu certo, mas a tentativa merece ser lembrada. Enquanto isso, na Bélgica, um craque viveu drama similar. Craque do Cartola? De Ketelaere Vira Herói Trágico em Derrota da Bélgica na Copa! mostra como o imprevisível reina no futebol.
Perguntas Frequentes
O técnico do Egito realmente proibiu os jogadores de falar o nome de Messi?
Sim, segundo o assistente técnico Ibrahim Hassan, irmão gêmeo do técnico Hossam Hassan. Durante toda a preparação para o jogo contra a Argentina nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a comissão técnica orientou os jogadores a se referirem a Lionel Messi apenas como “o camisa 10”. A proibição tinha como objetivo evitar que o temor reverencial ao craque argentino atrapalhasse o desempenho em campo.
Por que o Egito adotou essa estratégia contra a Argentina?
A estratégia foi planejada para minimizar o impacto psicológico que Messi causa nos adversários. Hossam Hassan acreditava que, ao não falar o nome do jogador, os atletas egípcios tratariam Messi como “apenas mais um atleta” e não como uma lenda intocável. O técnico analisou exaustivamente os jogos da Argentina e concluiu que o maior perigo era a mística em torno de Messi.
O Egito conseguiu vencer a Argentina mesmo depois dessa estratégia?
Não. A Argentina venceu o Egito por 3 a 2, de virada, nas oitavas de final. O Egito chegou a abrir 2 a 0, com gols de Yasser e Mostafa Zico, mas Messi comandou a reação: deu assistência para Cristian Romero, marcou o gol de empate e viu Enzo Fernández fazer o gol da vitória nos acréscimos. Apesar da derrota, a campanha egípcia foi histórica, sendo a melhor da seleção em Copas do Mundo.

