Fluminense: Freytes recorre a psicólogo para lidar com vaias da torcida do Fluminense: “Não me faz mais ou menos jogador”
Quando falamos sobre Freytes recorre a psicólogo para lidar com vaias da torcida do Fluminense: “Não me faz mais ou menos jogador”, é essencial entender os principais aspectos que envolvem este tema. O zagueiro do Fluminense, Freytes, tem se tornado um exemplo de superação no cenário atual do futebol brasileiro. Em meio a um início de temporada marcado por questionamentos da torcida, especialmente em jogos no Maracanã, o jogador argentino de 26 anos tem demonstrado uma notável capacidade de resiliência. O que antes parecia uma certeza – as vaias direcionadas a ele – vem se transformando, com lances específicos sendo recebidos com aplausos, sinalizando uma mudança gradual na percepção pública.
A trajetória de Freytes no Tricolor das Laranjeiras tem sido um estudo de caso sobre como lidar com a pressão e as críticas no esporte de alto rendimento. Após falhas pontuais que resultaram em gols sofridos pela equipe, o defensor não se esquivou das responsabilidades. Em vez disso, abraçou o trabalho mental e, com o suporte necessário, busca reverter o cenário desfavorável.
Freytes recorre a psicólogo para lidar com vaias da torcida do Fluminense: “Não me faz mais ou menos jogador”
Em uma coletiva de imprensa sincera e aberta após a vitória do Fluminense sobre a Chapecoense pelo placar de 2 a 1, Freytes compartilhou os bastidores de sua recuperação. Ele destacou a confiança depositada pelo técnico Luis Zubeldía e o apoio fundamental recebido tanto do clube quanto de sua família como pilares para atravessar este período desafiador.
“Não foi um grande problema (receber críticas). Dentro de campo, o jogador não pensa, tento focar no meu trabalho. Às vezes tenho erros, às vezes tenho acertos. Mas isso não me faz mais ou menos jogador. Creio e confio que tem que trabalhar, que o mental tem que estar bem”, declarou o zagueiro, ressaltando sua filosofia de jogo e superação.
Ele citou o exemplo de outros atletas que estão se adaptando ao futebol brasileiro, como Millán, e reforçou a importância do esforço coletivo. “O Fluminense é mais que um só jogador. Todo mundo trabalha todos os dias, todos querem ser titulares. Acho que a melhor forma é continuar trabalhando. Por mais que erre, tem que trabalhar mais”, enfatizou.
Freytes também fez um alerta sobre o impacto das redes sociais. “Fui criticado por isso. É bom esquecer rede social, tem muita gente que não quer o melhor. Tem que trabalhar e confiar”, aconselhou.
O apoio interno tem sido um fator determinante. “Fui apoiado pelo Zubeldía, pelos companheiros, pela diretoria… isso me ajudou muito. Tem que trabalhar e querer o melhor para o grupo”, afirmou.
A boa relação de Freytes com seus colegas de equipe é notória. Descrito como um “jogador bom de grupo”, ele é querido por todos, e há um desconforto geral entre os companheiros diante da situação de pressão que ele enfrenta em campo. Para gerenciar essa pressão e buscar a recuperação, especialmente no aspecto psicológico, o zagueiro admitiu ter buscado ajuda profissional.
“É difícil, são muitas coisas. Tive muito apoio na minha casa, no clube… Não é fácil para nenhum jogador ser criticado e vaiado. Creio que o mais importante é trabalhar. Trabalhei muito junto com meu psicólogo, me ajudou em muitas coisas”, revelou Freytes, sublinhando a importância do equilíbrio emocional.
Com essa nova confiança e o respaldo do clube, Freytes almeja transformar o ambiente no Maracanã a seu favor. Sua resposta para qualquer adversidade é sempre o “trabalho”, um mantra que repetiu diversas vezes durante a entrevista.
Em 2026, Freytes se consolidou como uma peça importante no esquema de Zubeldía, figurando entre os mais utilizados. Com 20 jogos disputados até o momento, ele está atrás apenas do goleiro Fábio e do volante Martinelli em número de partidas, evidenciando sua relevância para o time.
O Caminho da Recuperação e a Importância do Suporte
A situação de Freytes no Fluminense é um reflexo da intensa pressão que atletas de futebol enfrentam. As vaias, muitas vezes, podem desestabilizar um jogador, impactando seu desempenho e confiança. No entanto, a decisão de buscar ajuda profissional, como um psicólogo esportivo, é um passo crucial para o desenvolvimento e a manutenção da saúde mental.
O trabalho com um profissional especializado pode oferecer ferramentas para lidar com a ansiedade, a frustração e a autocrítica excessiva. Para Freytes, essa abordagem tem se mostrado eficaz, permitindo que ele se concentre em suas qualidades e no que pode controlar: seu empenho e dedicação nos treinos e jogos.
A força do grupo e o apoio da comissão técnica também são fatores inegociáveis. Saber que se tem o respaldo dos companheiros e da liderança do clube pode ser um antídoto poderoso contra as críticas externas. O Fluminense, neste caso, parece ter compreendido a importância de cuidar de seus atletas em todas as esferas.
O zagueiro também demonstra maturidade ao separar o desempenho em campo das avaliações externas. A ideia de que um erro ou uma crítica não definem o valor de um jogador é fundamental para a longevidade na carreira. Essa perspectiva, aliada ao trabalho mental, pode ser a chave para que Freytes continue a evoluir e a se firmar como um pilar defensivo do Fluminense.
A performance de Freytes em 2026 tem sido acompanhada de perto. Apesar dos desafios iniciais, a sua resiliência e a busca ativa por aprimoramento, tanto técnico quanto mental, indicam um futuro promissor. Para aprofundar sobre outros casos de jogadores que enfrentaram pressão e se recuperaram, confira também o investimento pesado em jogadores no Cruzeiro.
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