Kaio Jorge foi o maior pontuador da seleção de outubro do Cartola 2026, com 56,90 pontos pelo Cruzeiro, enquanto Palmeiras e Flamengo somaram cinco dos 12 nomes escolhidos. Divulgada em 1º de novembro, a escalação ideal no esquema 4-3-3 acumulou 569,71 pontos e teve o ataque como setor mais forte, com três jogadores acima da marca de 55.
Fatos centrais da notícia
- Kaio Jorge liderou a pontuação mensal, seguido por Wallace Yan e Samuel Lino.
- Palmeiras teve três representantes; Flamengo, dois.
- A escalação ideal no 4-3-3 totalizou 569,71 pontos.
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Kaio Jorge lidera uma disputa apertada no ataque
O atacante cruzeirense terminou o mês no primeiro lugar entre os selecionados, mas a vantagem sobre os concorrentes mais próximos foi curta. Wallace Yan, do Bragantino, fechou outubro com 55,50 pontos, apenas 1,40 atrás de Kaio Jorge. Samuel Lino, do Flamengo, veio logo depois, com 55,20.
Os três avançados ultrapassaram 55 pontos, uma concentração expressiva quando comparada aos números das outras posições. O dado também mostra que a liderança individual não foi isolada: o topo da seleção ficou concentrado em atletas de frente que tiveram pontuação muito próxima durante o recorte mensal.
Kaio Jorge manteve o primeiro posto mesmo tendo marcado um gol contra no duelo diante do Bragantino. O episódio chama atenção, mas não altera o resultado final da disputa de outubro: seus 56,90 pontos foram suficientes para superar Wallace Yan e Samuel Lino. A pontuação acumulada, por si só, não permite atribuir o total a um único lance ou fundamento.
Somados, os três atacantes alcançaram 167,60 pontos, aproximadamente 29,4% do total da escalação ideal. Para quem acompanha o fantasy, essa concentração ajuda a dimensionar o peso do setor no recorte do mês — sem significar que o ataque tenha sido a única área capaz de produzir pontuação relevante.
Kaio Jorge e o peso dos números fora do ataque
O melhor pontuador entre os jogadores que não atuam no ataque foi o zagueiro Alexander Barboza, do Palmeiras, com 50,90 pontos. Ele foi o único nome de outra posição a chegar aos 50 pontos. A distância para Kaio Jorge foi de seis pontos, diferença que reforça a dianteira dos atacantes, mas também destaca o desempenho do defensor palmeirense.
A escalação completa reúne 11 jogadores distribuídos no 4-3-3 e o técnico Abel Ferreira. No gol, Ronaldo, do Bahia, somou 47,40 pontos. A linha defensiva teve Barboza e Wallace, do Grêmio, além dos laterais Pedro Lima, do São Paulo, e Giay, do Palmeiras.
Pedro Lima liderou entre os laterais, com 46,70 pontos, à frente de Giay, que marcou 45,30. Na zaga, Wallace terminou com 39,60. Esses valores mostram uma diferença interna considerável: a posição de defensor teve um dos principais destaques individuais da seleção, mas também incluiu uma pontuação abaixo das marcas alcançadas por Barboza e pelos três atacantes.
No meio-campo, Gustavo Henrique, do Santos, foi o primeiro colocado do setor, com 43,60 pontos. Carrascal, do Flamengo, registrou 42,80, enquanto Alan Patrick, do Internacional, fechou a lista dos meio-campistas com 39,90. Abel Ferreira completou a seleção como treinador, com 45,91 pontos.
Seleção de outubro do Cartola 2026
| Posição | Representante | Pontos |
|---|---|---|
| Goleiro | Ronaldo (Bahia) | 47,40 |
| Defesa | Alexander Barboza (Palmeiras) | 50,90 |
| Defesa | Wallace (Grêmio) | 39,60 |
| Lateral | Pedro Lima (São Paulo) | 46,70 |
| Lateral | Giay (Palmeiras) | 45,30 |
| Meio-campo | Gustavo Henrique (Santos) | 43,60 |
| Meio-campo | Carrascal (Flamengo) | 42,80 |
| Meio-campo | Alan Patrick (Internacional) | 39,90 |
| Ataque | Kaio Jorge (Cruzeiro) | 56,90 |
| Ataque | Wallace Yan (Bragantino) | 55,50 |
| Ataque | Samuel Lino (Flamengo) | 55,20 |
| Técnico | Abel Ferreira (Palmeiras) | 45,91 |
Palmeiras e Flamengo concentram cinco nomes
A distribuição por clubes coloca Palmeiras e Flamengo em evidência: juntos, os dois times responderam por cinco dos 12 integrantes da seleção. O Palmeiras teve Barboza, Giay e Abel Ferreira. O Flamengo apareceu com Carrascal no meio-campo e Samuel Lino no ataque.
Os outros sete representantes vieram de sete equipes diferentes: Bahia, Grêmio, São Paulo, Santos, Internacional, Cruzeiro e Bragantino. Esse equilíbrio entre clubes no restante da lista contrasta com a concentração dos dois elencos que mais colocaram nomes na seleção mensal.
O recorte do Cartola mede a pontuação dos atletas no fantasy; não é uma classificação de desempenho coletivo nem substitui a análise dos resultados do Campeonato Brasileiro. A diferença entre esses indicadores aparece, por exemplo, na cobertura sobre como o Flamengo sustenta a liderança no returno: a campanha da equipe na competição e os pontos individuais do fantasy são leituras relacionadas ao futebol, mas não equivalentes.
No Palmeiras, a presença de três representantes combina posições distintas: um zagueiro, um lateral e o treinador. Isso dá ao clube uma distribuição mais ampla dentro da seleção do que a do Flamengo, cujos dois nomes vieram do meio e do ataque. A comparação não indica, por si só, qual time teve melhor desempenho coletivo no mês; descreve apenas onde se concentraram os selecionados.
O interesse em torno do clube também aparece em pautas de outra natureza, como a repercussão do recorde de público no Nubank Parque. O dado de audiência do estádio não interfere na pontuação do fantasy, mas ajuda a separar duas dimensões frequentemente misturadas na cobertura: a mobilização da torcida e o rendimento individual contabilizado pelo Cartola.
O que os números indicam para quem acompanha o fantasy
A seleção de outubro oferece um retrato objetivo do mês, mas não garante que os mesmos atletas repetirão pontuações semelhantes em uma rodada futura. A soma acumulada serve para identificar quem se destacou no período encerrado; a escolha de um time para uma nova rodada depende de informações atualizadas e de critérios próprios do jogo, que não estão detalhados nos números divulgados nesta seleção.
Uma leitura prática é observar tanto o total quanto a distância entre os nomes. No ataque, a diferença de 1,70 ponto entre Kaio Jorge e Samuel Lino foi pequena, enquanto Barboza ficou seis pontos atrás do líder e foi o único jogador de outro setor a ultrapassar 50. Esses intervalos mostram onde a disputa ficou mais concentrada, sem transformar o resultado mensal em previsão automática.
Também convém evitar a comparação direta entre a soma de um atleta e o sucesso de seu clube. O Cartola apresenta uma métrica individual, enquanto avaliações de campanha consideram resultados e adversários. Essa distinção aparece em análises como a do retrospecto do Fluminense contra rivais do G-5, que examina o desempenho coletivo em confrontos específicos, outro recorte que não deve ser confundido com a pontuação de uma seleção mensal.
Uma seleção puxada por três atacantes
O retrato final de outubro tem um líder claro, mas não uma vantagem esmagadora: Kaio Jorge somou 56,90 pontos e ficou à frente de Wallace Yan e Samuel Lino por margens inferiores a dois pontos. O destaque ofensivo é acompanhado pela presença de Barboza como principal nome fora do ataque e pela forte representação de Palmeiras e Flamengo.
Para o torcedor, a seleção funciona como balanço do mês e aponta os atletas que mais pontuaram no período. Para quem monta escalações, o caminho mais seguro é tratar esses números como histórico recente, conferir os dados da rodada seguinte e não presumir que a liderança de outubro se repetirá automaticamente. O resultado de novembro começará em um novo recorte, com novas partidas e pontuações.

