Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Ranking dos técnicos do Volta Redonda desde 2019
- O ano do cinquentenário que virou um calvário
- O que explica o pior aproveitamento da história recente?
- A torcida no limite: adeus ao Raulino?
- Perguntas Frequentes
- Qual é o aproveitamento exato de Mário Jorge no Volta Redonda?
- Quantos técnicos o Volta Redonda já teve em 2026?
- O Volta Redonda corre risco de rebaixamento na Série C 2026?
Pontos Principais
- Mário Jorge tem o pior aproveitamento entre os técnicos do Volta Redonda desde 2019, com apenas 33,33% de rendimento.
- O desempenho de Mário Jorge é igualado ao de Felipe Loureiro, ambos os piores da série histórica analisada.
- A crise no clube se agravou em 2026, ano do cinquentenário, com eliminações precoces e goleada sofrida em casa para o lanterna da Série C.
- O ranking dos técnicos do Volta Redonda mostra que apenas dois nomes conseguiram aproveitamento superior a 50% nos últimos oito anos.
Mário Jorge tem o pior aproveitamento entre os últimos técnicos do Volta Redonda, e os números não mentem: com apenas 33,33% de vitórias, o comandante iguala a marca negativa de Felipe Loureiro e acende o sinal de alerta máximo no Estádio Raulino de Oliveira. Para ser exato: em 14 jogos, o treinador somou três vitórias, cinco empates e seis derrotas, um desempenho que coloca o Esquadrão de Aço em uma situação delicada na Série C do Brasileirão 2026.
A sequência recente é de chorar. Na última semana, o Volta Redonda foi eliminado pelo São Gonçalo na Copa Rio e, para completar o cenário de terror, levou uma goleada de 4 a 1 dentro de casa para o Anápolis, lanterna da Série C. A torcida, que já não lotava as arquibancadas, agora aparece em número ainda mais reduzido — reflexo de uma temporada que deveria ser de festa, já que o clube completou 50 anos de história em 2026, mas que virou um verdadeiro pesadelo.
Nós analisamos os dados de todos os treinadores que passaram pelo Volta Redonda desde 2019, e o que encontramos é um abismo entre os melhores e os piores. O ranking, com números frios e impiedosos, mostra que Mário Jorge e Felipe Loureiro estão na lanterninha, enquanto nomes como William De Mattia e Rogério Corrêa tiveram aproveitamento acima de 54%.
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Ranking dos técnicos do Volta Redonda desde 2019
| Técnico | Aproveitamento | Período |
|---|---|---|
| William De Mattia | 55,56% | 2019-2021 |
| Rogério Corrêa | 54,3% | 2021-2022 |
| Rodrigo Santana | 50,0% | 2022-2023 |
| Neto Colucci | 49,5% | 2023-2024 |
| Toninho Andrade | 49,46% | 2024 |
| Luizinho Vieira | 49,33% | 2024-2025 |
| Felipe Loureiro e Mário Jorge | 33,33% | 2025-2026 |
Os números acima deixam claro que, em oito temporadas, o Volta Redonda só teve dois treinadores com aproveitamento de fato positivo (acima de 50%). Todos os outros oscilaram na casa dos 49% — uma linha tênue entre o razoável e o fracasso. Mário Jorge, porém, enterrou de vez qualquer chance de permanência digna. Ele é o pior da fila, e a diretoria até agora segura o cargo, mas a pressão aumenta a cada rodada.
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O ano do cinquentenário que virou um calvário
O Volta Redonda foi fundado em 1976, e 2026 deveria ser um ano de celebração. Em vez disso, o clube acumula frustrações. O Campeonato Carioca foi esquecível, com uma campanha mediana. Na Série C, o time ocupa posições intermediárias na tabela, mas o risco de queda para a Série D ronda o Raulino de Oliveira. A eliminação na Copa Rio para o São Gonçalo, um clube de menor expressão, foi a gota d’água para uma torcida que já estava descontente.
Mário Jorge chegou ao clube em meio a críticas. Sua estreia — registrada em súmula contra o Brusque — já foi conturbada, com poucos dias de trabalho. Depois, ficou suspenso nos duelos contra Confiança e Anápolis, o que interrompeu qualquer sequência. Sua comissão técnica, porém, não conseguiu implementar um padrão de jogo ofensivo ou defensivo. Os números de gols sofridos e criados são alarmantes.
Nos bastidores, a diretoria avalia o futuro do treinador. Mas, até o momento, o nome de Mário Jorge segue no cargo, mesmo com o desempenho pífio. O torcedor, cada vez mais raro nas arquibancadas, já pede mudanças imediatas. A pergunta que fica: será que o clube vai esperar até o fim da Série C para tomar uma decisão?
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O que explica o pior aproveitamento da história recente?
Diversos fatores contribuem para esse cenário de desastre. Em primeiro lugar, a instabilidade no comando técnico. Em 2026, o Volta Redonda já teve quatro treinadores diferentes — Mário Jorge é o quarto nome a assumir o time no ano. Essa rotatividade não permite a construção de um elenco coeso. Além disso, as contratações não surtiram efeito: jogadores como João Braz (destaque na base) não renderam o esperado no profissional.
Outro ponto crítico é o desempenho defensivo. Das seis derrotas sob o comando de Mário Jorge, pelo menos três foram por diferença de dois ou mais gols. A goleada para o Anápolis, por exemplo, escancarou a fragilidade tática. O meio-campo não protege a zaga, e os atacantes não conseguem finalizar com precisão. A média de gols marcados é baixíssima para um time que sonha com acesso.
Pelo que observamos na prática, a situação exige uma intervenção cirúrgica. Ou o clube aposta em um novo técnico, ou corre o sério risco de terminar o ano na Série D. Mas a diretoria parece hesitar, talvez influenciada pelas finanças — demitir Mário Jorge custa caro, e manter a comissão técnica atual é uma tentativa de economizar. O resultado, no entanto, está sendo desastroso.
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A torcida no limite: adeus ao Raulino?
Quem frequenta o Estádio Raulino de Oliveira sabe que a paixão pelo Volta Redonda é histórica. Mas, nos jogos de 2026, as arquibancadas estão vazias. A média de público despencou, e os poucos que comparecem não poupam críticas. Já houve protestos na porta do vestiário, pedidos de demissão e até uma faixa com os números de Mário Jorge estampados em vermelho.
A ausência de torcida impacta diretamente o desempenho em casa. Dos 14 jogos sob comando de Mário Jorge, três foram no Raulino e o time perdeu dois, incluindo a fatídica goleada para o Anápolis. Sem o apoio da massa, o time parece mais frágil, e a pressão só aumenta a cada erro.
Diante desse cenário, a diretoria precisa agir rápido. O calendário da Série C é implacável, e jogos diretos contra adversários diretos na luta contra o rebaixamento estão por vir. Se Mário Jorge continuar no comando, a probabilidade de queda é real. O clube de 50 anos não merece um fim de ano tão melancólico.
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Perguntas Frequentes
Qual é o aproveitamento exato de Mário Jorge no Volta Redonda?
Mário Jorge tem 33,33% de aproveitamento, resultado de 3 vitórias, 5 empates e 6 derrotas em 14 partidas. Esse percentual é o pior entre todos os técnicos que passaram pelo clube desde 2019, empatado com Felipe Loureiro.
Quantos técnicos o Volta Redonda já teve em 2026?
Em 2026, o Volta Redonda já trocou de treinador quatro vezes. Mário Jorge é o quarto nome a comandar a equipe na temporada, o que demonstra a enorme instabilidade no departamento de futebol.
O Volta Redonda corre risco de rebaixamento na Série C 2026?
Sim. O time está em posição intermediária, mas a sequência de resultados negativos — incluindo a goleada em casa para o lanterna Anápolis — acendeu o alerta. Se o desempenho não melhorar rapidamente, o risco de cair para a Série D é concreto.

