Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Artilharia mixuruca: Spinelli lidera com míseros 6 gols
- O êxodo dos artilheiros: o buraco que ninguém tapou
- Os números que assustam: 7º pior ataque do Brasileirão
- Reforços que viraram problema: Hinestroza e Brenner decepcionam
- O confronto direto que pode definir o futuro
- O que explica a crise? Fatores além do campo
- Perguntas Frequentes
- Por que o ataque do Vasco caiu tanto em 2026?
- Quem é o artilheiro do Vasco em 2026?
- O Vasco pode ser rebaixado em 2026?
Pontos Principais
- O Vasco perdeu seus três principais artilheiros de 2026 (Vegetti, Rayan e Coutinho) e viu o ataque desabar em 2026.
- Spinelli lidera a artilharia do time com apenas 6 gols, enquanto laterais e volantes aparecem no topo da lista.
- Reforços caros como Hinestroza e Brenner não corresponderam ao investimento de R$ 61 milhões.
- O time tem o 7º pior ataque da Série A e está na 17ª colocação, a um ponto do Z-4.
A falta de goleadores de destaque virou um pesadelo para o Vasco. O clube que em 2026 tinha o artilheiro do Brasil agora vê o ataque definhar, com números que acendem todos os alertas. A crise é tanta que um lateral-direito e um volante disputam a artilharia do time. O que aconteceu com aquele ataque que assustava os adversários?
Para entender esse drama, confira também a situação de outro gigante carioca: Samuel Xavier títulos? Lateral do Fluminense promete quebrar recordes. Mas aqui, o foco é o deserto de gols em São Januário.
Artilharia mixuruca: Spinelli lidera com míseros 6 gols
O empate por 2 a 2 com o Independiente Medellín pode ter salvado a honra, mas escancarou um problema que já virou epidemia. O centroavante Spinelli, com seu gol na Colômbia, assumiu a artilharia isolada do Vasco em 2026 com apenas seis gols. Seis. Em julho. O número é tão baixo que chega a ser constrangedor.
Para efeito de comparação, na mesma data do ano passado, Vegetti já havia balançado as redes 20 vezes. Rayan, na época vice-artilheiro, também estava com seis. Hoje, quem divide o pódio com Spinelli são Puma Rodríguez (lateral-direito) e Thiago Mendes (volante), ambos com cinco gols. Sim, um lateral e um volante são os segundos maiores artilheiros do Vasco. A crise é real.
O êxodo dos artilheiros: o buraco que ninguém tapou
Em 2026, o Vasco era um time que fazia gol com facilidade. Vegetti, Rayan e Coutinho juntos marcaram 58 dos 94 gols do time na temporada — impressionantes 61,7% do total. Mas todos se foram. Vegetti foi para o Cerro Porteño depois de ser o artilheiro do Brasil com 27 gols. Rayan foi vendido ao Bournemouth após 20 gols. Coutinho rescindiu e está sem clube. O impacto foi devastador.
A diretoria até tentou reagir na janela de transferências. Gastou cerca de R$ 61 milhões em dois reforços ofensivos: Marino Hinestroza e Brenner. Mas o dinheiro parece ter ido pelo ralo. O colombiano Hinestroza não tem nenhuma participação em gol desde que chegou. Brenner, com três gols em 26 jogos, não conseguiu se firmar nem como titular, revezando a posição com o próprio Spinelli. A aposta virou dor de cabeça.
Os números que assustam: 7º pior ataque do Brasileirão
Com 49 gols na temporada, o Vasco ostenta o nono pior ataque entre os clubes da Série A. Mas o mais preocupante é a tendência de queda. Nos últimos três jogos do Campeonato Brasileiro, o time passou em branco. O resultado? Ocupa a 17ª posição, com 20 pontos, a apenas um ponto do Grêmio, primeiro fora da zona de rebaixamento. O famoso Z-4 está batendo na porta.
| Artilheiros do Vasco em 2026 | Gols |
|---|---|
| Vegetti | 27 |
| Rayan | 20 |
| Coutinho | 11 |
| Total dos três | 58 (61,7% do time) |
| Artilheiros do Vasco em 2026 | Gols |
|---|---|
| Spinelli | 6 |
| Puma Rodríguez | 5 |
| Thiago Mendes | 5 |
A diferença é brutal. E não para por aí. A falta de goleadores de destaque não é apenas um problema estatístico — é um sintoma de um time sem referência, sem um camisa 9 que faça a diferença nos momentos decisivos. Veja mais detalhes sobre como Lorran confirmou boa fase no Flamengo, mas aqui no Vasco o cenário é o oposto: nenhum jovem despontou.
Reforços que viraram problema: Hinestroza e Brenner decepcionam
A diretoria do Vasco foi para o mercado com a faca nos dentes. Trouxe Hinestroza por valores milionários, esperando um ponta rápido e decisivo. O colombiano, até agora, não deu uma assistência, não fez um gol. Zero. Nada. O mesmo vale para Brenner, que custou caro e mal consegue ser titular em um time que luta contra o rebaixamento. A torcida já perdeu a paciência.
O técnico, pressionado, tenta improvisar. Puma Rodríguez, que deveria ser opção na lateral, vira atacante nos momentos de desespero. Thiago Mendes, volante de ofício, aparece na área como um falso centroavante. Soluções caseiras que funcionam de vez em quando, mas não resolvem o problema de fundo: falta qualidade no último terço.
O confronto direto que pode definir o futuro
Neste sábado, às 20h30 (de Brasília), o Vasco encara o Mirassol em São Januário. Um jogo que vale mais que três pontos. Vale a permanência na Série A, a confiança e, quem sabe, o início de uma reação. Mas para isso, alguém precisa começar a fazer gols. E rápido.
O cenário é de desespero. O ataque não produz, os artilheiros sumiram, os reforços não renderam. Para aprofundar, descubra o que está por trás do duelo Boca Juniors x O’Higgins que promete incendiar a Sul-Americana — enquanto isso, o Vasco tenta apagar o incêndio em seu próprio quintal.
O que explica a crise? Fatores além do campo
Não é só falta de sorte. A má gestão de elenco, a dependência de jogadores que se foram e a ansiedade da torcida criam um caldo explosivo. O clube também não conseguiu desenvolver jovens atacantes na base — nenhum nome surgiu com força. A aposta em veteranos (Coutinho) se desfez. O resultado é um ataque manco, que depende de um lateral e de um volante para ter esperança.
Em 2026, o Vasco tinha um ataque temido. Em 2026, virou motivo de piada. A falta de goleadores de destaque não é um acaso: é consequência de decisões erradas, investimentos mal direcionados e uma pane coletiva.
Entenda melhor a renovação de Néstor Lorenzo na Colômbia — enquanto a seleção colombiana planeja o futuro, o Vasco se agarra ao presente com unhas e dentes.
Para fechar, saiba mais sobre o fim de uma era: Otamendi anuncia aposentadoria da seleção argentina. No Vasco, o fim de uma era também chegou, mas sem glórias — com a sombra do rebaixamento.
Perguntas Frequentes
Por que o ataque do Vasco caiu tanto em 2026?
A principal razão foi a saída dos três artilheiros de 2026: Vegetti, Rayan e Coutinho, que juntos fizeram mais de 60% dos gols. As reposições (Hinestroza e Brenner) não funcionaram, e o time ficou sem um goleador de confiança.
Quem é o artilheiro do Vasco em 2026?
O artilheiro isolado é o atacante Spinelli, com seis gols. Atrás dele vêm o lateral Puma Rodríguez e o volante Thiago Mendes, ambos com cinco gols. Isso mostra a dependência de jogadores de outras posições para fazer gols.
O Vasco pode ser rebaixado em 2026?
Sim, o risco é real. O time está na 17ª posição do Brasileirão, com 20 pontos, um a menos que o Grêmio, primeiro fora do Z-4. Se não vencer o confronto direto contra o Mirassol, a situação pode se complicar ainda mais.

