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    Início » Notícias » Zubeldía expõe conversa secreta com rivais e dispara: ‘Aprendemos o que é Libertadores’
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    Zubeldía expõe conversa secreta com rivais e dispara: ‘Aprendemos o que é Libertadores’

    TalesBy Tales11/08/2026Nenhum comentário14 Mins Read
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    Índice do Artigo

    • Pontos Principais
    • O que esperar do reencontro que vale vaga nas quartas da Libertadores
    • A mensagem que revelou o tamanho do respeito entre os clubes
    • Fluminense mudou, Rivadavia também: as novidades de cada lado
    • Pior campanha, mando de campo invertido: o peso da decisão em Mendoza
    • O que está em jogo no duelo entre Brasil e Argentina
    • Tabela comparativa: momento atual de Fluminense e Rivadavia
    • A pressão no Maracanã e a lição de 2026
    • Os destaques individuais e o peso da experiência
    • O que esperar dos jogos de ida e volta?
    • Perguntas Frequentes
    • Quando e onde será o primeiro jogo entre Fluminense e Rivadavia?
    • Por que Zubeldía disse que o Fluminense ‘aprendeu o que é Libertadores’?
    • Hulk será titular no jogo de ida contra o Rivadavia?
    • O Rivadavia é o mesmo time que quase eliminou o Fluminense na fase de grupos?
    • O Fluminense tem vantagem por jogar no Maracanã?
    • A hora de provar que a lição foi absorvida
    ⏱ Tempo de leitura: 13 minutos

    Pontos Principais

    • Fluminense reencontra o Independiente Rivadavia nas oitavas da Libertadores após fase de grupos dramática
    • Técnico Zubeldía revela mensagem trocada com diretoria rival: ‘Nos vemos em Montevidéu’
    • Tricolor cresce com chegada de Hulk e Thiago Silva, mas Rivadavia perdeu Sebastian Villa
    • Flu tem a pior campanha entre os classificados e decide a vaga fora de casa

    O que esperar do reencontro que vale vaga nas quartas da Libertadores

    Zubeldía projeta encontro do Fluminense com o Rivadavia: ‘Aprendemos o que é Libertadores’ — e essa frase carrega muito mais peso do que parece. O time brasileiro viveu um dos grupos mais turbulentos de sua história recente na competição, e agora terá a chance de escrever um final diferente contra o mesmo argentino que quase o derrubou. A bola rola nesta terça-feira, às 19h, no Maracanã, em jogo de ida das oitavas de final.

    O Fluminense chega para este duelo com a missão de provar que aprendeu a lição. E, para isso, conta com dois reforços que mudam o patamar do elenco: Hulk e Thiago Silva, ambos obcecados em conquistar a América pela primeira vez. Do outro lado, o Independiente Rivadavia perdeu sua principal estrela, Sebastian Villa, vendido ao Boca Juniors — mas segue sendo um adversário que já mostrou que não tem medo de ninguém.

    Foi o Rivadavia, afinal, que esteve a poucos minutos de eliminar o Fluminense ainda na fase de grupos. Em Mendoza, vencia por 1 a 0 até os acréscimos e só não matou o jogo porque o Flu buscou o empate heroico no fim. Na última rodada, contra o Bolívar, o time de Mendoza fez o que precisava: venceu por 3 a 1 e garantiu a classificação, enquanto o Fluminense dependia de outros resultados para avançar. Bastou para transformar o duelo em um dos mais intrigantes das oitavas.

    O que Zubeldía pensa sobre esse reencontro? Em entrevista exclusiva ao ge, o técnico abriu o jogo. Contou que mandou mensagem parabenizando a diretoria do Rivadavia pela classificação e recebeu uma resposta inusitada. ‘Nos vemos em Montevidéu’, escreveu o presidente rival, brincando com a possibilidade de um encontro na final. O destino, porém, antecipou o reencontro — e agora a promessa de ‘outra história’ ganha contornos de revanche.

    Nós analisamos a fundo os bastidores dessa eliminatória e separamos tudo o que você precisa saber antes de a bola rolar. Confira também como a chegada de Alex Santana e jovens da base no Corinthians reacendeu polêmica na Libertadores — um movimento que mostra como os clubes brasileiros estão se mexendo nos bastidores desta edição do torneio.

    A mensagem que revelou o tamanho do respeito entre os clubes

    Zubeldía é conhecido por ser um técnico franco, direto e, acima de tudo, analítico. Nos bastidores, essa característica se estende também à relação com os adversários. Foi assim que, ao fim da fase de grupos, ele decidiu enviar uma mensagem ao diretor e ao presidente do Independiente Rivadavia.

    O gesto, que poderia ser visto apenas como uma formalidade, ganhou contornos de provocação amistosa quando a resposta chegou. ‘Nos vemos em Montevidéu’, respondeu o presidente do clube argentino, em referência ao estádio que sediará a grande final da Libertadores. A troca de mensagens, revelada com exclusividade, mostra que o respeito é mútuo — mas que a rivalidade, ainda que recente, já esquenta os bastidores.

    — Quando termina a fase de grupos, mando uma mensagem ao diretor e ao presidente do Rivadavia, dando parabéns pela classificação. E o presidente me responde: ‘Nos vemos em Montevidéu’ (risos). Na verdade, nos vemos agora. Mata-mata é outra história — disse Zubeldía.

    Para entender essa rivalidade, é preciso voltar alguns meses. Na primeira rodada do returno da fase de grupos, o Rivadavia venceu o Fluminense na Argentina. O jogo estava praticamente definido quando, nos acréscimos, o Flu arrancou um empate sofrido. Na última rodada, nova tensão: o time argentino venceu o Bolívar, resultado que combinado a outros fatores garantiu a vaga do Fluminense. Uma montanha-russa emocional que, segundo Zubeldía, serviu como aprendizado.

    — Tivemos várias dificuldades. Nos colocamos sozinhos em dificuldades no grupo. Aprendemos o que é uma Copa Libertadores. Não digo o clube, mas como elenco. Vai se entrando em sintonia e espero que possamos fazer uma grande eliminatória e temos fé que vamos passar — completou.

    Fluminense mudou, Rivadavia também: as novidades de cada lado

    A Libertadores é um torneio que exige constante adaptação. Entre a fase de grupos e as oitavas de final, muita coisa mudou nos dois clubes. No Fluminense, a principal novidade é a chegada de dois veteranos que conhecem como poucos o caminho das pedras: Hulk e Thiago Silva. Ambos já jogaram finais de Libertadores e carregam a obsessão de levantar o troféu que falta em suas estantes.

    Hulk, inclusive, deve ganhar vaga no time titular — a expectativa é que ele comece jogando como referência ofensiva na ausência de JK. O camisa 7 chega com a missão de melhorar os números do ataque tricolor, que depende de um desempenho mais regular de seus principais nomes para avançar na competição.

    No Rivadavia, o cenário é oposto: a equipe perdeu Sebastian Villa, seu principal destaque, vendido ao Boca Juniors. Em contrapartida, o clube argentino acertou a chegada de Max Salas, ex-River Plate, para ocupar a lacuna. Ainda assim, Zubeldía faz questão de alertar para a qualidade do adversário.

    — Villa é um grande jogador. Nesse nível, todo mundo se trata de reforçar bem. Alguns times argentinos sem tanta fama têm a vantagem de contratar sem fazer muito ruído. Para a gente, quando contratamos há pressão. Essas equipes trabalham em silêncio e contratam, como no caso do Villa e do Arce, e é muito difícil — comparou o treinador.

    Pior campanha, mando de campo invertido: o peso da decisão em Mendoza

    A classificação do Fluminense para as oitavas de final veio com um custo. O time tricolor avançou como o pior colocado entre os 16 classificados, o que significa que terá o mando de campo invertido em todas as eliminatórias — incluindo esta contra o Rivadavia. Em outras palavras: a decisão será disputada em Mendoza, no Estádio Malvinas Argentinas, no dia 18 de agosto, às 19h.

    Esse fator não pode ser ignorado. Nas fases de grupos, o Rivadavia mostrou que é um time completamente diferente jogando em casa. O calor da torcida local, o gramado conhecido e o apoio incondicional de uma cidade que respira futebol argentino são elementos que podem pesar. Por isso, o Fluminense precisa construir uma vantagem sólida no Maracanã para não sofrer na Argentina.

    Para aprofundar o contexto do futebol nacional nesta reta decisiva, veja também a análise sobre Kaio Jorge e Pedro, que travam uma batalha silenciosa que pode reabrir as portas da Seleção. O momento dos atacantes brasileiros é um dos temas mais quentes do momento.

    O que está em jogo no duelo entre Brasil e Argentina

    Além da vaga nas quartas de final, o confronto entre Fluminense e Independiente Rivadavia também carrega um simbolismo próprio do futebol sul-americano. É a velha história do Brasil contra a Argentina, do poderio financeiro dos clubes brasileiros contra a fibra e a garra dos times argentinos.

    O Fluminense representa bem essa nova realidade do futebol brasileiro: um clube que investe pesado em reforços experientes e que monta um elenco enxuto, porém qualificado. Hulk, Thiago Silva e companhia chegam para somar com uma base que já vinha sendo trabalhada por Zubeldía. A aposta é que o conjunto supere as dificuldades iniciais e encontre o equilíbrio necessário para avançar.

    O Rivadavia, por outro lado, é o retrato do futebol argentino fora dos grandes centros. Sem o mesmo orçamento, o clube aposta em organização tática, intensidade e no fator casa. A venda de Villa representa um alívio financeiro, mas também uma perda técnica que pode ser decisiva em momentos de pressão.

    Se você acompanha a Libertadores de perto, sabe que jogos assim costumam ser decididos nos detalhes: um lance de bola parada, uma substituição certeira ou um gol em contra-ataque. O Fluminense espera que seus veteranos façam a diferença justamente nesses momentos.

    Tabela comparativa: momento atual de Fluminense e Rivadavia

    Critério Fluminense Independiente Rivadavia
    Campanha na fase de grupos Pior entre os 16 classificados Classificação direta como segundo do grupo
    Principal reforço Hulk e Thiago Silva Max Salas (ex-River Plate)
    Principal desfalque JK (lesionado) Sebastian Villa (vendido ao Boca)
    Fator casa Decide fora de casa nas oitavas Joga a volta em Mendoza
    Experiência em mata-mata Elenco com muita rodagem Time jovem, com pouca bagagem continental

    A pressão no Maracanã e a lição de 2026

    O Maracanã será palco do primeiro capítulo desta nova história. A expectativa é de casa cheia, com a torcida tricolor empurrando o time em busca de uma vantagem confortável. Mas Zubeldía sabe que, em Libertadores, vantagem curta nunca é suficiente. A experiência dos anos anteriores — inclusive do próprio Rivadavia no embate da fase de grupos — serve de alerta.

    Foi exatamente isso que o Rivadavia viveu em Mendoza: esteve à frente do placar, dominou o jogo e, nos acréscimos, permitiu o empate. Lição que o Fluminense não pode esquecer. Se quiser avançar, precisa ser implacável quando tiver a chance de matar o jogo.

    Pelo que observamos na prática, o Fluminense tem um elenco mais forte para este tipo de confronto. A experiência de Thiago Silva na defesa e a presença de Hulk no ataque dão ao tricolor armas que o Rivadavia simplesmente não tem. Por outro lado, menosprezar o adversário seria repetir o erro que quase custou a classificação na fase de grupos.

    É por isso que este jogo é, antes de tudo, um teste de maturidade. O Fluminense precisa mostrar que aprendeu a sofrer sem entrar em desespero, que sabe equilibrar as emoções e que tem paciência para construir o resultado. Se conseguir fazer isso, a vaga nas quartas de final fica muito próxima.

    Os destaques individuais e o peso da experiência

    No Fluminense, os holofotes estarão voltados para Hulk. O atacante, que já foi campeão da Libertadores pelo Atlético-MG em 2013, vive um segundo ato de carreira impressionante. Aos 39 anos, segue sendo um dos jogadores mais decisivos do futebol brasileiro, com uma combinação rara de força física, velocidade e qualidade técnica.

    Thiago Silva é outro que dispensa apresentações. Aos 41 anos, o zagueiro se mantém como um dos melhores defensores da América do Sul. Sua liderança dentro e fora de campo será fundamental para acalmar o time nos momentos de maior pressão. A experiência do capitão pode ser o diferencial em uma eliminatória tão equilibrada.

    Pelo lado do Rivadavia, a atenção fica com Max Salas. O ex-River Plate chega com a missão de substituir Villa, mas precisará de tempo para se adaptar ao novo time. Se conseguir repetir as atuações que teve no River, pode ser uma dor de cabeça para a defesa tricolor. A velocidade do atacante argentino é uma arma perigosa em contra-ataques.

    No duelo de técnicos, Zubeldía também tem vantagem sobre o comandante do Rivadavia. Mais experiente e com um elenco superior, o treinador tricolor conhece os pontos fortes e fracos do adversário. A palavra-chave, para ele, é paciência.

    O que esperar dos jogos de ida e volta?

    A primeira partida, no Maracanã, deve ser disputada em alta intensidade desde o início. O Fluminense tende a impor seu ritmo, pressionar a saída de bola adversária e buscar o gol desde cedo. O Rivadavia, por sua vez, deve se postar de forma mais fechada, explorando os contra-ataques e as bolas longas para os atacantes.

    Zubeldía não deve escalar o time com todos os titulares até porque precisa gerir o desgaste físico de um calendário apertado. Porém, a tendência é que ele comece com força máxima, tentando resolver o jogo o quanto antes. Um placar de dois ou mais gols de diferença seria ideal para levar uma vantagem tranquila para Mendoza.

    Na volta, o cenário deve ser completamente diferente. O Malvinas Argentinas estará lotado, e o Rivadavia tentará se impor diante de sua torcida. Se o Fluminense não construir uma vantagem sólida, o jogo na Argentina pode se transformar em um inferno. A experiência diz que times argentinos fora dos grandes centros costumam jogar acima da média em casa.

    Para quem acompanha o mercado da bola, vale prestar atenção também nos movimentos de outros clubes. O Vasco, por exemplo, está de olho em Diego Carlos e Yeboah. Enquanto isso, o Corinthians cortou R$ 5,2 milhões no basquete para equilibrar as contas — um sinal de que o momento pede cautela financeira em todos os departamentos.

    Perguntas Frequentes

    Quando e onde será o primeiro jogo entre Fluminense e Rivadavia?

    A partida de ida das oitavas de final da Libertadores será disputada nesta terça-feira, às 19h, no Maracanã, no Rio de Janeiro. O jogo de volta acontecerá no dia 18 de agosto, também às 19h, no Estádio Malvinas Argentinas, em Mendoza, na Argentina.

    Por que Zubeldía disse que o Fluminense ‘aprendeu o que é Libertadores’?

    O técnico se refere à fase de grupos, quando o Fluminense passou por grandes dificuldades, incluindo um quase vice-campeonato e uma classificação sofrida. Segundo Zubeldía, o elenco não tinha experiência em competições eliminatórias até este ano. Ele acredita que a equipe está em sintonia e pronta para fazer uma grande eliminatória contra o Rivadavia.

    Hulk será titular no jogo de ida contra o Rivadavia?

    Sim, Hulk deve começar jogando como referência no ataque, na ausência do lesionado JK. O veterano atacante tem a missão de melhorar o desempenho ofensivo do Fluminense, que tem dependido de atuações individuais para desequilibrar os jogos na temporada.

    O Rivadavia é o mesmo time que quase eliminou o Fluminense na fase de grupos?

    Quase, mas perdeu seu principal jogador, Sebastian Villa, vendido ao Boca Juniors. Para o seu lugar chegou Max Salas, ex-River Plate. O time argentino segue competitivo, mas perdeu força ofensiva e agora aposta em organização tática e no fator casa para avançar na competição.

    O Fluminense tem vantagem por jogar no Maracanã?

    Jogar no Maracanã é sempre um trunfo, mas o Fluminense tem a pior campanha entre os 16 classificados e, por isso, decide a vaga fora de casa. Se quiser avançar, precisa construir uma vantagem sólida na ida e administrar a pressão do Malvinas Argentinas na volta.

    A hora de provar que a lição foi absorvida

    O Fluminense tem diante de si uma oportunidade rara: reescrever a própria história em uma mesma edição de Libertadores. O rival que quase o eliminou na fase de grupos agora volta ao caminho tricolor, desta vez em um cenário de tudo ou nada. As desculpas de adaptação ficaram para trás — o que vale agora é resultado.

    Zubeldía sabe disso. Por isso, não esconde que o momento é de cobrança, mas também de confiança. A fé citada pelo treinador na entrevista não nasce do acaso: é fruto do amadurecimento de um elenco que descobriu na pele o que é uma Copa Libertadores. A diferença, agora, é que o time tem armas para transformar esse aprendizado em classificação.

    O Rivadavia, do outro lado, não fará o favor de facilitar as coisas. Vai se fechar, tentar surpreender e explorar qualquer vacilo tricolor. É exatamente aí que a experiência de Hulk, Thiago Silva e cia. precisa aparecer. Se o Fluminense conseguir manter a cabeça no lugar nos 180 minutos, a vaga nas quartas será consequência. Para aprofundar o cenário de decisões na Libertadores, acesse nosso artigo sobre como Arrascaeta — algoz do Cruzeiro em 2018 — agora pode virar herói de outro clube na competição. O caminho até Montevidéu segue vivo para poucos, e o Fluminense quer provar que é um deles.

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