Índice do Artigo
- Pontos Principais
- Produção recorde com titulares em baixa: a nova cara do ataque tricolor
- Hulk se adapta, assume protagonismo e muda a rota ofensiva do Fluminense
- Fluminense tem quarto melhor ataque do Brasileirão em meio a altos e baixos de titulares, e a solução mora no banco
- Artilheiros do Fluminense: quem são e como vivem
- O que esperar do Fluminense nas próximas rodadas
- Perguntas Frequentes
- Qual é a posição do Fluminense no ranking de ataques do Brasileirão?
- Quem é o artilheiro do Fluminense no Brasileirão?
- Como o Fluminense conseguiu manter o ataque forte mesmo com titulares em baixa?
Pontos Principais
- Fluminense chega a 36 gols e assume a 4ª melhor marca do Brasileirão, mesmo com oscilações individuais.
- Substitutos como Kevin Serna, Cano e Riquelme têm decidido jogos e resgatado a eficiência ofensiva.
- John Kennedy, artilheiro do time no torneio, está lesionado; Hulk é o principal nome para a posição.
- Marcão ganha semana cheia de treinos antes do duelo direto contra o Athletico-PR, fora de casa.
O Fluminense tem quarto melhor ataque do Brasileirão em meio a altos e baixos de titulares, e a torcida pode comemorar — mesmo com o coração na mão. Sob o comando de Marcão, o Tricolor chegou aos 36 gols na competição, número que assusta e coloca o time na cola dos gigantes Botafogo (37), Flamengo (45) e Palmeiras (46). O que parece contraditório vira virtude: enquanto nomes de peso vivido fases irregulares, o ataque tricolor se mantém vivo, letal e, acima de tudo, oportunista. Nós analisamos os dados, os bastidores e o momento de cada peça para mostrar como essa máquina ofensiva segue funcionando — inclusive quando o protagonismo vem do banco de reservas.
Para entender esse fenômeno, é preciso olhar para os últimos três jogos do Campeonato Brasileiro: Botafogo, Palmeiras e Remo. Foram cinco gols marcados, com direito a show de Hulk (2), Kevin Serna (2), Cano e até do zagueiro Ignácio — que subiu como um centroavante raiz. A produção ofensiva não só sustenta a briga no topo da tabela como silencia aqueles que apontavam uma suposta crise criativa. O time oscila, mas a rede balança.
E não é só força coletiva: os números individuais revelam um elenco que aprendeu a se reinventar. O volante Hércules, com três gols, é o único entre os principais artilheiros que segue como titular absoluto. John Kennedy, líder com nove gols, está lesionado e fora da temporada. No lugar dele, Hulk veste a camisa 9 com personalidade e já soma três gols desde a estreia. O uruguaio Canobbio, segundo maior goleador com quatro gols, não marca desde maio — justamente contra o São Paulo, no Maracanã. Acosta e Savarino completam a lista com três gols cada, mas perderam espaço para Ganso e Soteldo.
Enquanto isso, o que se vê em campo é um ataque que não depende de um só nome. E é exatamente essa a grande sacada do momento tricolor.
Produção recorde com titulares em baixa: a nova cara do ataque tricolor
Se alguém ainda duvida do potencial ofensivo do Fluminense, os números de 2026 respondem com força. A equipe figura na 4ª colocação entre os ataques mais positivos da Série A, com 36 gols em 28 jogos. Isso representa uma média de 1,28 gol por partida, mas o que chama atenção é a distribuição das bolas na rede. Nenhum outro clube do G-4 depende tanto de soluções vindas do banco quanto o time de Marcão.
Nas últimas cinco partidas, o atacante Kevin Serna entrou em quatro jogos e participou diretamente de quatro gols — uma eficiência rara para um jogador que começa no banco. Riquelme e Cano, igualmente reservas, também apareceram bem em momentos decisivos. Em coletiva, Marcão foi categórico: “Temos um grupo, temos que mexer cinco peças (por jogo). O Thiago Silva foi bem específico no jogo contra o Rivadavia quando disse que a gente começa com 11 jogadores e, no fim, quem decide são jogadores que vêm do banco. Que fique bem claro para eles e para os torcedores que a gente conta com todos”.
Essa filosofia de elenco curto, mas intenso, tem sido a chave para o Fluminense não perder o ritmo ofensivo mesmo com desfalques e oscilações. Para aprofundar esse cenário, confira também como outros clubes lidam com crises e elencos enxutos, como no caso do Corinthians, que enfrenta problemas extracampo enquanto busca regularidade.
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Hulk se adapta, assume protagonismo e muda a rota ofensiva do Fluminense
A lesão de John Kennedy poderia ter derrubado o desempenho ofensivo do Fluminense, mas o clube encontrou em Hulk uma solução imediata. O camisa 7, acostumado a atuar pelos lados, virou referência central e se movimenta bem entre os zagueiros adversários. Pelo que observamos na prática, a mudança é mais do que funcional: é estratégica. Hulk não apenas finaliza com precisão, mas abre espaços para os pontas e ainda participa da construção das jogadas.
O podcast ge Fluminense, inclusive, já debatia essa transição: “Está se adaptando a jogar de 9”, dizem os comentaristas. E a adaptação vem com resultados. Nos três últimos jogos do Brasileirão, Hulk balançou a rede duas vezes e participou ativamente de pelo menos outras duas jogadas de gol. Ao lado de Canobbio, que ainda busca reencontrar o gol desde maio, o atacante forma uma dupla que alterna movimentação e presença de área.
O que se vê é um Fluminense mais sólido ofensivamente, capaz de ter personalidade dentro do Maracanã ou fora dele. Contudo, a oscilação de alguns titulares — como Acosta e Savarino, que não participam de gols desde a pausa para a Copa do Mundo — ainda acende um alerta. A boa notícia? O técnico Marcão tem conseguido extrair respostas imediatas de quem entra.
| Jogador | Gols no Brasileirão | Situação atual |
|---|---|---|
| John Kennedy | 9 | Lesionado, fora da temporada |
| Canobbio | 4 | Titular, mas sem marcar desde maio |
| Hércules | 3 | Titular absoluto e volante artilheiro |
| Hulk | 3 | Adaptado à posição de centroavante |
| Acosta | 3 | Perdeu a posição para Ganso |
| Savarino | 3 | Perdeu a posição para Soteldo |
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Fluminense tem quarto melhor ataque do Brasileirão em meio a altos e baixos de titulares, e a solução mora no banco
O desempenho recente mostrou que o Fluminense tem quarto melhor ataque do Brasileirão em meio a altos e baixos de titulares, e o mérito passa longe de ser individual. Kevin Serna, Riquelme e Cano viraram armas letais de Marcão, que não tem medo de mexer na estrutura do time durante as partidas. Em um campeonato tão equilibrado como o Brasileirão, essa capacidade de adaptação é um diferencial competitivo.
Os últimos jogos comprovam a tese. Contra Botafogo, Palmeiras e Remo, o Fluminense marcou cinco vezes e, em pelo menos três desses gols, o autor ou o garçom saiu do banco. A presença de jogadores com fome de bola e com provas dadas a cada entrada é um luxo que poucos clubes têm. E o treinador sabe disso: “Que fique bem claro para eles e para os torcedores que a gente conta com todos”, reforçou Marcão.
O Tricolor ainda tem uma semana cheia de treinos pela frente. Sem jogos no meio da semana, a comissão técnica poderá ajustar os detalhes finos do setor ofensivo e, principalmente, recuperar fisicamente os atletas que vêm de sequência desgastante. O próximo desafio é contra o Athletico-PR, domingo (30), às 11h, na Arena da Baixada — um confronto direto por posição na tabela, que promete testar essa nova identidade ofensiva diante de um adversário tradicionalmente difícil nos seus domínios.
No cenário nacional, a pressão sobre os técnicos é constante, e a comparação com outros clubes é inevitável. O Palmeiras, por exemplo, também vive um momento de adaptação no meio-campo, e nós abordamos isso neste artigo sobre a solução caseira sem Allan. Cada equipe busca sua identidade, e o Fluminense parece ter encontrado uma fórmula surpreendentemente eficaz: união de elenco, paciência com os titulares e confiança total nos reservas.
Artilheiros do Fluminense: quem são e como vivem
Além dos já citados, é importante destacar a contribuição de jogadores como Ignácio, que apareceu no jogo contra o Palmeiras, e a versatilidade de Ganso e Soteldo, que assumiram as vagas de Acosta e Savarino e deram nova dinâmica ao meio-campo. O que se vê é um elenco que não depende de um único nome para decidir — e isso é ouro em um campeonato longo como o Brasileirão.
O ranking de artilheiros do Flu no campeonato reforça essa pluralidade: são sete jogadores com pelo menos três gols, algo raro entre os times da parte de cima da tabela. Essa distribuição de gols dificulta a marcação adversária e torna o ataque tricolor imprevisível. E, com a volta de jogadores importantes aos poucos, a tendência é que o número de gols continue subindo.
O momento, portanto, é de otimismo no Rio de Janeiro. A comissão técnica celebra a semana livre para ajustes, enquanto a torcida projeta uma arrancada final rumo ao título. As expectativas são altas, mas a base é concreta: o Fluminense tem, hoje, um dos ataques mais eficientes e democráticos do país.
O que esperar do Fluminense nas próximas rodadas
O duelo contra o Athletico-PR será o primeiro grande teste dessa semana de preparação. Serna, Cano, Riquelme e Hulk disputam posição, enquanto Canobbio tenta quebrar o jejum e recuperar o protagonismo. A tendência é que Marcão repita a estratégia de iniciar com um time mais consistente defensivamente e usar os reservas como arma de desequilíbrio no segundo tempo.
Veremos também se Acosta e Savarino recuperam espaço na equipe titular. Ambos vêm de sequência discreta, mas têm histórico de decisões em jogos grandes. A concorrência, que antes era um problema, hoje é vista como um estímulo interno. No fim, quem ganha é o torcedor tricolor, que a cada rodada vê um time mais preparado para brigar em todas as frentes.
Descubra também como outros gigantes lidam com crises e lesões em nossa análise sobre o São Paulo, que enfrenta risco de rebaixamento e mantém Dorival Júnior no cargo. Situações diferentes, mas que mostram como o futebol brasileiro é implacável com quem não tem planejamento.
Perguntas Frequentes
Qual é a posição do Fluminense no ranking de ataques do Brasileirão?
O Fluminense é o quarto melhor ataque do Campeonato Brasileiro, com 36 gols marcados. O time fica atrás de Botafogo (37), Flamengo (45) e Palmeiras (46). Mesmo em meio a oscilações individuais, a equipe mantém uma produção ofensiva sólida e demonstra força coletiva ao longo da competição.
Quem é o artilheiro do Fluminense no Brasileirão?
O artilheiro do Fluminense no Brasileirão é John Kennedy, com nove gols. No entanto, ele está lesionado e não atua mais pelo time na temporada. Hulk, Canobbio, Hércules, Acosta e Savarino aparecem na sequência com quatro e três gols, respectivamente, mostrando que o time tem várias armas ofensivas.
Como o Fluminense conseguiu manter o ataque forte mesmo com titulares em baixa?
A solução veio do banco de reservas. Kevin Serna, Riquelme e Cano têm participado diretamente dos gols nos últimos jogos. Comandados por Marcão, os reservas recebem confiança e entram com a missão de mudar o jogo. A rotatividade tem sido a grande aposta do técnico para o sucesso ofensivo da equipe.
Agora é esperar o apito final. O Fluminense provou que não depende de um salvador da pátria. E, nesse Brasileirão imprevisível, essa pode ser a maior arma de todas. Fique de olho na Arena da Baixada — o espetáculo promete.

