Índice do Artigo
- Pontos Principais
- A resposta direta: o que a vitória provou sobre o esquema de três zagueiros?
- O que aconteceu em campo? Um primeiro tempo avassalador
- Segundo tempo: gestão de resultado e mais um gol
- Por que três zagueiros não é retranca? A explicação de Abel Ferreira
- Os destaques individuais: quem brilhou no sistema de três zagueiros
- O contexto do jogo: líder contra um Coritiba que faz bom campeonato
- E agora? Abel Ferreira vai manter o esquema com três zagueiros?
- O que esperar do Palmeiras daqui para frente?
- Perguntas Frequentes
- O esquema com três zagueiros é realmente mais ofensivo?
- Por que Abel Ferreira não usa sempre essa formação?
- O Palmeiras pode ser campeão usando três zagueiros?
Pontos Principais
- Palmeiras venceu o Coritiba por 3 a 1 fora de casa, consolidando a liderança do Brasileirão 2026.
- O esquema com três zagueiros provou ser mais ofensivo do que defensivo, como Abel Ferreira sempre defendeu.
- A atuação deu segurança para Abel usar essa tática em jogos futuros, mesmo com todos os titulares disponíveis.
- O time mostrou repertório variado: posse de bola, transições rápidas e solidez defensiva.
A tese de Abel Ferreira sobre três zagueiros ganhou uma prova irrefutável no Couto Pereira. O Palmeiras, líder isolado do Brasileirão 2026, atropelou o Coritiba por 3 a 1 com uma atuação que misturou autoridade, inteligência tática e uma pitada de show. Não foi um jogo defensivo; foi uma aula de como usar a linha de três para liberar o ataque. O técnico português, suspenso e vendo tudo do camarote, deve ter sorrido a cada lance.
A resposta direta: o que a vitória provou sobre o esquema de três zagueiros?
Sim, a vitória com autoridade do líder Palmeiras fora de casa reforça a tese de Abel sobre três zagueiros. A formação não foi retranca; foi agressividade pura. Com Murilo, Gustavo Gómez e Barboza na defesa, o time teve liberdade para pressionar alto, construir jogadas desde trás e ainda proteger a área. O placar de 3 a 1 foi justo e poderia ter sido maior.
O que aconteceu em campo? Um primeiro tempo avassalador
Logo aos 45 minutos iniciais, o Palmeiras já havia encaminhado a vitória. Dois gols de vantagem, 63% de posse de bola e uma fluidez ofensiva que fez o Coritiba parecer um sparring. Marlon Freitas e Andreas Pereira comandavam o meio-campo, enquanto Mauricio e Arias infernizavam pelos lados. Sosa, na frente, foi o finalizador preciso.
Nós, que acompanhamos de perto, vimos um time saindo jogando com inteligência, trocando passes rápidos e saindo da pressão como se fosse treino. Foram oito finalizações no primeiro tempo, contra seis do Coxa, mas a sensação de perigo era muito maior. A defesa com três zagueiros não só anulou os ataques adversários como iniciou as jogadas de gol.
Segundo tempo: gestão de resultado e mais um gol
Na etapa final, o Palmeiras diminuiu a intensidade, mas não perdeu o controle. O Coritiba tentou reagir, mas Carlos Miguel fez defesas importantes. O terceiro gol saiu em um contra-ataque letal de Sosa. O adversário até descontou, mas nunca ameaçou um verdadeiro abafa. A solidez defensiva, com os três zagueiros, foi a chave.
“Foi uma atuação de quem está voando. O Palmeiras mostrou que sabe jogar de várias formas, e esse esquema com três zagueiros pode ser a arma secreta para o título.” — análise de um setorista presente no Couto Pereira.
Por que três zagueiros não é retranca? A explicação de Abel Ferreira
O técnico já havia dito em entrevistas: jogar com três zagueiros libera alas e volantes para atacar. No jogo contra o Coritiba, vimos isso na prática. Khellven e Piquerez avançavam como pontas, enquanto os zagueiros cobriam os espaços. Com a bola, o time virava um 3-4-3 ofensivo. Sem ela, um 5-4-1 compacto. Uma flexibilidade tática que poucos times do Brasil têm.
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Os destaques individuais: quem brilhou no sistema de três zagueiros
| Jogador | Função | Destaque |
|---|---|---|
| Murilo | Zagueiro central | Liderança e saída de bola precisa |
| Gustavo Gómez | Zagueiro direito | Cobertura e antecipação |
| Barboza | Zagueiro esquerdo | Solidez e passes longos |
| Mauricio | Meia-atacante | Dois gols e movimentação |
| Carlos Miguel | Goleiro | Defesas cruciais no segundo tempo |
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O contexto do jogo: líder contra um Coritiba que faz bom campeonato
O Palmeiras chegou ao Couto Pereira como líder, mas sabia que enfrentava um adversário difícil. O Coritiba vinha de bons resultados e tem uma torcida que pressiona. Vencer ali, com autoridade, é sinal de maturidade. O time mostrou que não depende de um único esquema. Mesmo com desfalques — Abel suspenso, alguns titulares poupados — a engrenagem funcionou.
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E agora? Abel Ferreira vai manter o esquema com três zagueiros?
Com todos os jogadores disponíveis — incluindo laterais de origem e volantes de marcação — é possível que Abel volte ao 4-3-3 tradicional. Mas a atuação contra o Coritiba deu um argumento forte. Se precisar de um plano B, o técnico já sabe que o time responde bem. Isso é luxo para um treinador. O elenco ganhou uma opção tática de ouro.
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O que esperar do Palmeiras daqui para frente?
O Verdão segue firme na liderança. O próximo desafio é contra o Atlético-MG, e Abel terá que lidar com novos desfalques. Mas a base está sólida. O sistema de três zagueiros provou ser mais do que uma improvisação: é uma arma letal. A torcida pode sonhar com mais um título, e os adversários já sabem que enfrentar o Palmeiras é um problema, independentemente da formação.
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Perguntas Frequentes
O esquema com três zagueiros é realmente mais ofensivo?
Sim, conforme demonstrado na partida contra o Coritiba. Com três zagueiros, o Palmeiras liberou os alas e os meias para atacar, mantendo a solidez defensiva. Abel Ferreira já havia explicado essa lógica, e o jogo confirmou a teoria.
Por que Abel Ferreira não usa sempre essa formação?
O treinador varia o esquema de acordo com o adversário e as condições do elenco. Com todos os laterais de origem disponíveis, o 4-3-3 pode ser mais equilibrado. A linha de três zagueiros é uma opção para jogos específicos, especialmente fora de casa contra times fortes.
O Palmeiras pode ser campeão usando três zagueiros?
Com certeza. A vitória fora de casa mostrou que o time tem repertório para diferentes sistemas. Se Abel optar por essa formação em momentos decisivos, o Palmeiras tem totais condições de conquistar o título, desde que mantenha a consistência defensiva e ofensiva apresentada.

