Índice do Artigo
- Pontos Principais
- O plano secreto para a volta de Gabi
- Desfalques que marcaram a campanha na VNL
- Por que a volta de Gabi é essencial para o Sul-Americano
- Os números que assustam e motivam
- O que esperar do Sul-Americano no Maracanãzinho
- Conclusão: esperança e coração na mão
- Perguntas Frequentes
- Quando Gabi vai se apresentar à seleção?
- Qual a importância do Sul-Americano para o Brasil?
- Quem mais desfalcou a seleção na VNL?
Pontos Principais
- Zé Roberto garante que Gabi volta para o Sul-Americano em setembro.
- Desfalques na VNL abriram espaço para nova geração, que mostrou potencial.
- Brasil busca vaga olímpica no Sul-Americano como prioridade absoluta.
- Jogadoras ganham uma semana de folga antes da reapresentação em Saquarema.
A volta de Gabi no Sul-Americano é o assunto que domina os bastidores da Seleção feminina de vôlei. Depois de amargar o vice-campeonato na VNL, o técnico Zé Roberto desembarcou no Brasil nesta terça-feira (28) com uma notícia que fez o coração da torcida disparar: a capitã está prestes a retornar às quadras. Sim, você leu certo! A ponteira de 32 anos, que ficou de fora da Liga das Nações por causa de um incômodo na região lombar, deve estar em ação já no torneio que vale vaga para Los Angeles 2028. E olha, a declaração do comandante veio com um tom de certeza — e uma pitada de drama.
Em entrevista coletiva no saguão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, José Roberto Guimarães não escondeu a ansiedade. “Eu queria muito ter contato com a Gabi neste ano. Tínhamos até prometido que ela jogaria, mas o físico exigiu cuidados. Agora ela está começando a hipertrofia, em duas semanas vai estar saltando. E eu pretendo contar com ela para o Sul-Americano. Se depender de mim, é garantia”, afirmou o treinador, com a voz carregada de emoção.
O plano secreto para a volta de Gabi
Zé Roberto revelou que a camisa 10 se apresentará junto com o restante do grupo no dia 4 de setembro, em Saquarema (RJ). Até lá, as jogadoras terão uma semana de folga — um respiro merecido após uma campanha desgastante na China. Mas a volta de Gabi não é apenas uma questão de calendário. É um verdadeiro quebra-cabeça físico e emocional. “Ela está se recuperando bem. O processo caminha. Tudo indica que dará certo”, completou o técnico, que já começou a desenhar os planos para o torneio no Maracanãzinho, entre 8 e 13 de setembro.
Gabi, que trata um desconforto lombar desde o início da temporada, optou por um tratamento intensivo para evitar riscos. A estratégia deu certo? Pelos sinais do treinador, sim. “Ela vai estar saltando daqui a duas semanas”, disse Zé, quase como uma promessa religiosa. “Tem que dar certo, se Deus quiser.”
Desfalques que marcaram a campanha na VNL
Além de Gabi, a Seleção feminina desembarcou após vice da VNL com um gosto amargo de perda. O Brasil não conseguiu o ouro, mas o que mais incomodou Zé Roberto foi a ausência de peças-chave. Júlia Kudiess e Tainara se machucaram durante o torneio. A líbero Nyeme, por sua vez, precisou ficar de fora para não se afastar da filha pequena, Antonella. Foram buracos no time que exigiram improvisações e, mais do que isso, revelaram uma nova geração disposta a brilhar.
“Fico chateado por não termos conquistado o ouro, mas mais triste ainda por não ter podido contar com algumas jogadoras. Era um momento importante. A seleção hoje faz poucos jogos por ano — umas 20 partidas. Precisamos reunir esse pessoal para ganhar sincronismo”, desabafou o comandante.
Confira também: Desfalques viram trampolim: nova geração explode na VNL e Zé Roberto solta o verbo sobre o futuro
Por que a volta de Gabi é essencial para o Sul-Americano
O Sul-Americano não é um torneio qualquer. É a chance de ouro de carimbar o passaporte para as Olimpíadas de Los Angeles 2028. E a presença da capitã pode ser o diferencial entre a glória e o desespero. Nos últimos anos, o jejum de títulos internacionais pesou. A ansiedade só cresce. “A gente precisa encontrar alternativas para o futuro, principalmente para os Jogos e o Mundial”, explicou Zé Roberto. E a volta de Gabi entra exatamente nesse plano — uma âncora de experiência em meio à renovação.
Para aprofundar: Seleção feminina engole prata e dispara: ‘Vaga olímpica via Sul-Americano é nosso tudo’
Os números que assustam e motivam
Para entender o peso da ausência de Gabi, basta olhar para a campanha na VNL. O Brasil chegou à final contra a Turquia, mas levou uma virada que doeu no orgulho. A equipe mostrou luta, atitude — como Zé Roberto destacou em outra ocasião —, mas faltou a pontaria de uma jogadora que já decidiu títulos mundo afora. Veja o resumo dos desfalques:
| Jogadora | Motivo | Status |
|---|---|---|
| Gabi | Desconforto lombar | Em recuperação, retorno previsto |
| Júlia Kudiess | Lesão durante a VNL | Fora das finais |
| Tainara | Lesão durante a VNL | Fora das finais |
| Nyeme | Motivos pessoais (filha) | Ausente em jogos no exterior |
Esses buracos, no entanto, abriram portas. Jovens como Ana Cristina, que desabafou após o vice, e a nova geração mostraram serviço. O copo, dizem os comentaristas, está mais cheio do que vazio.
Veja também: Zé Roberto abre o jogo sobre ‘luto’ pelo vice e solta o verbo: ‘Houve luta, houve atitude!’
O que esperar do Sul-Americano no Maracanãzinho
Com a torcida a favor, o ginásio promete ser um caldeirão. O torneio continental é visto como uma espécie de Pré-Olímpico, e o Brasil não quer repetir os erros do passado. A volta de Gabi, se confirmada, será um trunfo e tanto. Mas o técnico já avisou: não adianta só ter a capitã em quadra se o sincronismo ainda estiver enferrujado.
“A gente precisa desses jogos para as jogadoras jogarem juntas e terem um aproveitamento melhor”, disse Zé Roberto. A boa notícia é que o cronograma está alinhado. Após a folga, o time se reúne em Saquarema no dia 4. De lá, segue direto para o Rio de Janeiro. Tempo de sobra para treinar, ajustar e — quem sabe — transformar a prata em ouro.
Descubra também: Ana Cristina desaba após vice na VNL e atinge coração do Brasil: ‘Valorizar a prata é o que resta’
Para não perder o fio da meada, outro desafio no caminho é a turca Melissa Vargas, cubana naturalizada que virou carrasca do Brasil na final. Leia a história por trás da máquina que afundou o sonho do ouro.
Conclusão: esperança e coração na mão
Se a prata na VNL deixou um gosto amargo, a perspectiva de ter Gabi de volta no Sul-Americano é o antídoto que a torcida precisava. Zé Roberto não escondeu o luto pelo vice, mas deixou claro: “Estou bem esperançoso”. A declaração não é só marketing. É um recado para as adversárias. O Brasil está se reerguendo, e a capitã é a peça que faltava no quebra-cabeça.
De acordo com o site oficial da FIVB, o desempenho brasileiro na VNL foi consistente apesar dos desfalques. Agora, com a volta de Gabi, a Seleção feminina desembarca após vice da VNL, e Zé Roberto projeta volta de Gabi no Sul-Americano — e a torcida só espera que esse plano vire ouro.
Perguntas Frequentes
Quando Gabi vai se apresentar à seleção?
Gabi se juntará ao grupo no dia 4 de setembro, em Saquarema (RJ), junto com as demais jogadoras. Antes disso, todas terão uma semana de folga após a campanha na VNL.
Qual a importância do Sul-Americano para o Brasil?
O torneio continental, que será no Maracanãzinho entre 8 e 13 de setembro, vale uma vaga nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. Para o Brasil, é a chance de assegurar a classificação de forma direta e quebrar o jejum de títulos internacionais.
Quem mais desfalcou a seleção na VNL?
Além de Gabi, as jogadoras Júlia Kudiess e Tainara se machucaram durante a competição. A líbero Nyeme também ficou de fora de jogos no exterior por motivo pessoal – para não se afastar da filha pequena.

